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Firjan: Gestão Fiscal mantém boa classificação em indicador nacional

Economia Comentários 26 de junho de 2015

Anápolis ocupa o 34º lugar no ranking estadual e o 768º lugar num universo de 5.243 prefeituras de todo o País, avaliadas na pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro


O Índice Firjan de Gestão Fiscal do ano base de 2013, que acaba de ser divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, aponta que Anápolis registrou uma pequena queda em relação ao indicador medido no ano de 2012, porém, mantendo a classificação em nível “B”. O IFGF avalia todos os municípios nos quesitos de Receita Própria; Gastos com Pessoal; Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida, numa escala que varia de 0 a 1. Quanto mais perto de 1, melhor a gestão. A metodologia aplica quatro conceitos: A (Gestão de Excelência); B (Boa Gestão), C (Gestão em Dificuldade) e D (Gestão Crítica).


O índice é construído a partir dos resultados fiscais das próprias prefeituras - informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Com base nesses dados oficiais, o FIRJAN - ano de referência 2013 - avaliou a situação fiscal de 5.243 municípios, onde vivem 191.256.137 pessoas, ou seja, 96,5% da população brasileira. Apesar da determinação da lei, os dados do exercício fiscal 2013 de 324 prefeituras não estavam disponíveis ou não eram consistentes. Dessa forma, não foram passíveis de análise.


Segundo os dados que estão disponibilizados para consulta - por estados e municípios - no site da Firjan, Anápolis obteve 0,6065 pontos na avaliação de 2013 e ocupou no ranking estadual a 34ª posição entre os 246 municípios goianos. Em 2012, a pontuação atingida pelo Município foi de 0,6317. Entretanto, a Cidade ficou, apenas, no 48º lugar no ranking regional. No ranking nacional, Anápolis ficou em 768º lugar em 2013 e, em 2012, em 1012º lugar. Apesar da queda na pontuação, os posicionamentos nos rankings foram melhores nos dois períodos avaliados.


Quanto ao indicador de 2013, o Município de Aparecida foi o melhor avaliado no ranking estadual, atingindo 0,7934 pontos. Depois vêm Acreúna (0,7557); Goiandira (0,7473); Montes Claros de Goiás (0,7377) e Urutaí (0,7367). A média dos municípios goianos ficou em 0,4965 pontos.


 


Recortes


O IFGF de Anápolis (ano base de 2013), quanto às variáveis da pesquisa, teve a melhor avaliação no quesito de Custo de Vida, com 0,7557 pontos (B) e o de receita própria, com 0,6578 (B). Nos demais, os escores foram: Liquidez, 0,6151 pontos (B); Gastos com Pessoal, 0,5861 pontos (C) e Investimentos, 0,5002 pontos (C).


No primeiro ano base da série, em 2006, Anápolis registrou o IFGF de 0,4136 pontos (classificação C- Gestão em Dificuldade) e ocupava o 156º lugar no ranking estadual e o 3983º lugar no ranking nacional. No ano de 2007, ocorreu o pior resultado: 0,3915 pontos (D - Gestão Crítica).


 


Avaliação


Durante o encontro com os vereadores na última segunda-feira, 22, o Prefeito João Gomes comentou os resultados da pesquisa da Firjan que, em sua opinião, foram bons. E acrescentou que o seu governo está atento aos indicadores e vem trabalhando no propósito de alcançar melhores resultados em relação à gestão fiscal.


 


Evolução do Índice de Gestão Fiscal de Anápolis


 


Ano/Pontuação/Classificação


2006 - 0,4136 (C)


2007 - 0,3915 (D)


2008 - 0,5462 (C)


2009 - 0,6866 (B)


2010 - 0,6094 (B)


2011 - 0,6230 (B)


2012 - 0,6317 (B)


2013 - 0,6065 (B)

Autor(a): Claudius Brito

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