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Feira promove o consumo sustentável

Comportamento Comentários 20 de dezembro de 2013

Iniciativa do PROCON Municipal, evento pretende passar propostas de conscientização ecológica


Iniciada na quinta-feira, 19, tem prosseguimento até este domingo, 22, a I Feria de Consumo Sustentável de Anápolis, cujo objetivo principal é disponibilizar à comunidade em geral, noções e ensinamentos para uma prática racional, notadamente nas relações de consumo. A Feira é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (PROCON) e tem como palco a Praça Dom Emanuel, Bairro Jundiaí. Todas as noites, uma variada programação é ofertada aos frequentadores, com a finalidade de se permitir o intercâmbio de conhecimentos e trocas de informações básicas para uma melhor qualidade de vida.
De acordo com a programação oficial, todos os dias estarão ocorrendo o recolhimento de material reciclável (principalmente garrafas pet e lixo eletrônico); sorteio de brindes para os doadores desses materiais; funcionamento da praça de alimentação, exposição de atitude sustentáveis; exposição de artesanato em geral; central de negociações; orientação e atendimento ao consumidor, parque de diversões e realização de palestras com temas variados. Todas as noites, também, acontecem shows artísticos e, no domingo, se apresentará a dupla Chrystian e Ralf.
Outra novidade na Feira é ao funcionamento do PROCON Móvel, ou seja, a possibilidade de se realizarem audiências para a conciliação de prováveis conflitos nas relações de compra e venda, nos mais diferentes aspectos. Uma equipe especializada vai estar disponível para o atendimento às pessoas interessadas. Um dos projetos a serem executados é a realização de audiências de conciliação, resultado da campanha de Renegociação de Dívidas, que foi promovida pelo PROCON no último mês de novembro.
Na avaliação do titular do órgão, advogado Valeriano Abreu, a realização de uma feira como esta demonstra que o consumo deve ser aliado à preservação dos recursos naturais, através da prática do consumo consciente. Para ele, “desde a aquisição dos produtos, até o descarte daquilo que não pode ser reaproveitado, existe a possibilidade de os consumidores reavaliarem práticas de economia para o bolso e que vão de encontro à economia nos danos causados pelo consumo”. Um exemplo disso, segundo Valeriano Abreu é a compra de produtos que foram fabricados levando-se em conta a preservação do meio ambiente. Outro aspecto apontado por ele diz respeito ao consumo planejado. O diretor defende a ideia de que “ao se consumir aquilo que, realmente, se necessita, implica, diretamente, na economia dos recursos naturais, através da retirada de menor quantidade de matéria prima da natureza, para a fabricação dos produtos”.

Autor(a): Nilton Pereira

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