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Exportações registram desempenho negativo no primeiro semestre

Economia Comentários 20 de julho de 2017

Anápolis perdeu três posições no ranking estadual e 37 no nacional, nas exportações. Nas importações, manteve o 1º lugar em Goiás e está em 18º no País. Rio Verde continua na liderança dos municípios goianos que mais exportam


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou os dados da balança comercial dos municípios, referente ao mês de junho, sendo, com isso, possível avaliar o desempenho dos mesmos no primeiro semestre do ano. No caso de Anápolis, os números trazem uma boa e uma má notícia. A boa é que as importações tiveram um incremento de 45,75% na comparação com o primeiro semestre de 2016. A ruim é que as exportações caíram, na mesma comparação, 33,99%. A corrente de comércio (soma dos volumes de exportação e importação) cresceu 33,46% na comparação.
De janeiro a junho deste ano, as exportações feitas por Anápolis atingiram o volume de US$ 68,4 milhões, contra US$ 103,7 milhões no ano passado. As importações somaram US$ 829,8 milhões, mais do que os US$ 569,3 apurados no ano passado. A corrente de comércio registrou volume de US$ 898,3 milhões este ano, contra US$ 673,1 milhões no ano passado. O saldo da balança registra, este ano, déficit de US$ 761,3 milhões. No ano passado, no primeiro semestre, o déficit foi de US$ 465,6 milhões.
Os principais mercados de destino das exportações feitas por Anápolis são: Países Baixos - Holanda, 87,91% de participação; França (2,98%); Romênia (2,04); Cuba (1,33%); Nigéria (0,87%); Chile (0,74%); Argentina (0,70%); Coréia do Sul (0,61%); Estados Unidos (0,48%) e Bolívia (0,41%). Já, os principais fornecedores internacionais são: Alemanha, 27,46% de participação; Coréia do Sul (20,51%); Estados Unidos (16,80%); Suíça (9,32%); China (5,61%); Índia (4,59%); Japão (3,52%); Itália (2,20%); Canadá (2,03%) e Rússia (1,50%).
Os principais produtos exportados por Anápolis são: Tortas e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja; Preparações e artigos farmacêuticos; Tiocompostos orgânicos; Matérias vegetais ou minerais de entalhar, trabalhadas, e suas obras; Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos, azotados. Os principais produtos importados são: Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos, profilácticos ou de diagnóstico; anti-soros, outras frações do sangue, produtos imunológicos modificados, mesmo obtidos por via biotecnológica; vacinas, toxinas, culturas de microrganismos; Medicamentos; Partes e acessórios dos veículos automóveis; Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para o transporte de pessoas.
POSIÇÃO
Os dados do MDIC demonstram que Anápolis caiu do 11º para o 12º lugar no ranking goiano de exportações, em relação ao mês de maio e do 220º para o 257º lugar no ranking nacional. Já, em relação às importações, o Município mantém as suas posições: 1º lugar no ranking de Goiás e 18º lugar no ranking nacional. O Município de Rio Verde lidera o ranking de exportações em Goiás e ocupa o 41º lugar em nível nacional.
RANKING IMPORTAÇÕES GOIÁS-BRASIL
1º Anápolis - 18º
2º Catalão - 50º
3º Aparecida de Goiânia - 97º
4º Rio Verde - 154º
5º Goiânia - 160º
6º Senador Canedo - 253º
7º Jataí - 262º
8º Itumbiara - 272º
9º Nerópolis - 306º
10º Cristalina - 373º
RANKING EXPORTAÇÕES GOIÁS-BRASIL
1º Rio Verde - 41º
2º Alto Horizonte - 121º
3º Itumbiara - 127º
4º Luziânia - 151º
5º Barro Alto - 153º
6º Jataí - 158º
7º Ouvidor - 163º
8º Silvânia - 174º
9º Mozarlândia - 191º
10º Palmeiras de Goiás - 193
13º Anápolis - 257º

Autor(a): Claudius Brito

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