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Exportações e importações têm queda alta no primeiro quadrimestre

Economia Comentários 26 de maio de 2016

Os efeitos da crise econômica podem ser visualizados através da balança comercial de Anápolis, que está com números negativos na comparação com 2015


A crise econômica por que atravessa o País, tem causado reflexos negativos nos indicadores da balança comercial de Anápolis, segundo os últimos números divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. E, de fato, eles não são lá muito bons mesmo.
Nos quatro primeiros meses deste ano (janeiro a abril), as exportações feitas por Anápolis somaram US$ 49,3 milhões. No ano passado, neste mesmo período, o volume de vendas externas ficou em US$ 71,1 milhões, havendo, portanto, uma diferença negativa de 44,10%. Este ano, o volume de importações somou, nos quatro primeiros meses, US$ 583,9 milhões. No ano passado, no primeiro quadrimestre, o resultado foi de US$ 527,8 milhões. Uma diferença negativa de 37,47%.
Principal destino das exportações feitas por Anápolis, os Países Baixos (Holanda) registram uma participação de 61,18% no volume das vendas externas feitas nos quatro primeiros meses deste ano. A lista segue com Estados Unidos (23,03%); Coréia do Sul (4,65%); Paraguai (3,14%); Índia (2,15%); Bolívia (1,13%); Cuba (1,07%), Venezuela (0,73%) e Nigéria (0,66%). Nota-se que neste ranking há entre os 10 maiores destinos, três de países sulamericanos (o que não ocorria em outras divulgações do MDIC).
Entre os maiores fornecedores (importações), não há, por outro lado, nenhum país sulamericano. A lista é liderada pela Alemanha, com 31,61% de participação e, na sequência: Coréia do Sul (18,58%); Estados Unidos (10,64%); Japão (6,97%); China (6,55%); Índia (6,28%); Suíça (5,82%), Canadá (2,67%) e Itália (2,66%).
A lista dos principais produtos exportados por Anápolis tem no topo, com 65,42% de participação, tortas e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja. Há, ainda, equipamentos de reposição; máquinas para pontes; comportas; torres; pórticos; pilares, estrutura para telhado; antibióticos; preparações e artigos farmacêuticos.
Já, a lista dos produtos importados é liderada, com 36,41% de participação, por sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos, profilácticos ou de diagnóstico; antissoros; outras fracções do sangue; produtos imunológicos modificados, mesmo obtidos por via biotecnológica; vacinas, toxinas e culturas de microrganismos. E, também, partes de veículos e outros insumos da indústria químico-farmacêutica.
No ranking nacional dos municípios exportadores, que é liderado por São Paulo, Anápolis aparece na 197ª posição, atrás de outros municípios goianos como: Bom Jesus de Goiás; Luziânia; Crixás; Goiânia; Ouvidor; Palmeiras de Goiás; Barro Alto; Itumbiara, Alto Horizonte e Rio Verde, que é o melhor colocado, no 43º lugar. Mas, por outro lado, Anápolis tem a melhor posição entre os maiores importadores, devido às suas características econômicas, por possuir um grande parque industrial. A Cidade ocupa o 31º lugar no ranking nacional.
No ano passado, o volume das exportações feitas por Anápolis foi de US$ 241,5 milhões. O volume de importações foi de US$ 1,697 bilhão.

Números de 2016
Exportações (US$)
Janeiro 9.205.533
Fevereiro 8.972.089
Março 7.293.276
Abril 23.875.432
TOTAL 49.346.330

Importações (US$)
Janeiro 98.910.076
Fevereiro 89.289.663
Março 116.669.676
Abril 78.117.888
TOTAL 383.987.103

Autor(a): Da Redação

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