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Exportações e importações devem fechar abaixo de 2015

Economia Comentários 01 de janeiro de 2017

As vendas e as compras internacionais feitas por Anápolis devem fechar abaixo dos volumes em 2015, que foi a pior marca registrada desde o ano de 2012


Caso no mês de dezembro as exportações e importações feitas por Anápolis não tenham um bom volume de negócios, o ano de 2016 poderá ser o pior desde 2012, superando, negativamente, o de 2015 que, por enquanto, ainda ostenta esta avaliação. Conforme os dados da balança comercial dos municípios, divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Anápolis exportou, de janeiro a novembro deste ano, o volume de US$ 156,4 milhões. E, importou o volume de US$ 1,086 milhão.
No ano passado, também no período de janeiro a novembro, as exportações por Anápolis somaram US$ 216,3 milhões e as importações cerca de US$ 1,590 milhões. Comparativamente com os dados deste ano, portanto, as exportações sofreram uma variação negativa de 38,28%. As importações registraram queda ainda maior na comparação: 46,55%.
Os principais produtos exportados por Anápolis são: Tortas e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja; Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições; Construções e suas partes (por exemplo: pontes e elementos de pontes; comportas; torres; pórticos; pilares; colunas; armações; estruturas para telhados; portas e janelas, e seus caixilhos, alisares e soleiras, portas de correr e outros.
Já, na extensa lista de importações, aparecem: Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos, profilácticos ou de diagnóstico; anti-soros, outras frações do sangue, produtos imunológicos modificados, mesmo obtidos por via biotecnológica; vacinas, toxinas, culturas de microrganismos; Medicamentos constituídos por produtos misturados ou não misturados, preparados para fins terapêuticos ou profilácticos, apresentados em doses e outros; Partes e acessórios de automóveis.

Ranking
Este ano, somente o município de Rio Verde figura no ranking dos 100 maiores exportadores do País, lista que é liderada por São Paulo. Rio Verde é o líder das exportações em Goiás. Anápolis aparece, apenas, na 192ª posição nacional e, no ranking regional, tem a 8ª posição. Em relação às importações, Anápolis ocupa o 1º lugar em Goiás e, no ranking nacional, é o 30º lugar.
O segundo colocado é o Município de Catalão, que aparece no 56º na avaliação nacional. Anápolis, também, lidera o ranking estadual de corrente de comércio, que considera a soma das exportações e importações. Em nível nacional, ocupa o 50º lugar no ranking. O segundo colocado é Rio Verde, 93º lugar no ranking nacional.

Mercados
Os principais destinos das exportações feitas por Anápolis são: Países Baixos/Holanda (80,95% de participação; Estados Unidos (7,97%); Coreia do Sul (1,95%); Paraguai (1,60%); Cuba (1,43%); França (1,02%); Bolívia (0,93%); Índia (0,83%); Argentina (0,79%) e Nigéria (0,58%). Os 10 maiores fornecedores internacionais são: Alemanha (28,62% de participação); Coreia do Sul (16,11%); Estados Unidos (14,50%); Suíça (8,74%); China (6,87%); Índia (6,76%); Japão (5,13%); Itália (3,02%); Canadá (1,65%) e México (1,46%).

Ranking dos maiores exportadores

Goiás X Brasil
1º Rio Verde (63º)
2º Itumbiara (107º)
3º Alto Horizonte (118º)
4º Barro Alto (136º)
5º Palmeiras de Goiás (150º)
6º Ouvidor de Goiás (164º)
7º Goiânia (188º)
8º Luziânia (189º)
9º Anápolis (192º)
10º Mozarlândia (195º)

Ranking dos maiores importadores

Goiás X Brasil
1º Anápolis (30º)
2º Catalão (56º)
3º Aparecida de Goiânia (92º)
4º Rio Verde (165º)
5º Goiânia (171º)
6º Jataí (195º)
7º Itumbiara (256º)
8º Senador Canedo (286º)
9º Barro Alto (386º)
10º Goiatuba (422º)

Ranking de corrente de comércio

Goiás X Brasil
1º Anápolis (50º)
2º Rio Verde (93º)
3º Catalão (102º)
4º Itumbiara (156º)
5º Alto Horizonte (177º)
6º Barro Alto (193º)
7º Goiânia (196º)
8º Palmeiras de Goiás (222º)
9º Ouvidor de Goiás (236º)
10º Luziânia (268º)

Autor(a): Da Redação

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