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Exportações goianas batem recorde em série histórica

Economia Comentários 08 de junho de 2012

Os dados da balança comercial, divulgados pela Secretaria Estadual de Indústria e Comércio, mostram que a economia goiana vive bom momento


As exportações goianas obtiveram, em maio, o melhor desempenho mensal de toda a sua história. As exportações do mês atingiram a marca de US$ 825,454 milhões, uma evolução de 53% em relação a maio do ano passado, e 28,3% superior a julho de 2008, o mês que detinha o recorde para as vendas dentro de um único mês. As importações chegaram a US$ 529,809 milhões, gerando superávit (saldo positivo) de US$ 295,809 milhões. O saldo representa avanço de 252% em relação ao período do ano passado.
No acumulado do ano (de janeiro a maio), as exportações também acumularam o valor recorde de US$ 2,786 bilhões, com crescimento de 18,5% em relação a 2011. As importações evoluíram 5%. Com isso, o saldo comercial saltou para US$ 625,314 milhões, 211,5% maior que o saldo acumulado nos primeiros cinco meses do ano passado.
O secretário de Estado de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, defende que o desempenho magnífico da balança comercial é resultante da política de parceria implementada pelo governador Marconi Perillo com o setor produtivo. “O governo de Goiás e o empresariado goiano trabalham incansavelmente para o desenvolvimento do nosso Estado. Os números da economia comprovam que estamos no caminho certo. Hoje, podemos afirmar com orgulho que Goiás é o estado que mais cresce no país”, afirma.

Produtos e Mercados
As principais mercadorias goianas exportadas foram a soja (grãos, bagaços e óleo) que representou 50,5% das vendas, as carnes (bovinas, aves, suínas e outras) com 15,9%, açúcar (10,4%), ferroligas (7,2%), sulfeto de cobre (6,4%), couros e derivados (3,3%), algodão, amianto, preparações alimentícias, milho, outros produtos de origem animal, produtos químicos orgânicos, máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos, produtos farmacêuticos e veículos. Os destinos desses produtos foram, pela ordem, China, Rússia, Holanda, Finlândia, Espanha, Argélia, Hong Kong, Bangladesh, Taiwan (Formosa) e Nigéria.
Nas importações, os produtos que mais se destacaram foram veículos, automóveis, tratores e suas partes (40,18%); produtos farmacêuticos (28,88%); caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos; adubos ou fertilizantes; produtos químicos orgânicos; instrumentos e aparelhos de óptica e fotografia; máquinas, aparelhos e materiais elétricos e suas partes; plásticos e suas obras; sal, enxofre etc; borracha e suas obras. Os países de origem dessas mercadorias foram: Coreia do Sul, Alemanha, Japão, Estados Unidos, Suíça, Tailândia, China, Belarus, México e Índia.
O secretário reforça que no prato das importações goianas não aparecem produtos supérfluos. “A totalidade das nossas importações é de matérias-primas, essenciais para a manufatura. Se olharmos também para a corrente de comércio (exportações e importações), perceberemos o claro aumento da participação goiana na balança comercial brasileira”, finaliza.

Autor(a): Da Redação

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