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Exportações devem fechar o ano com recorde histórico

Economia Comentários 21 de novembro de 2014

Faltando dois meses para o fechamento dos dados consolidados, expectativa é de que as vendas internacionais tenham o melhor desempenho desde o ano 2000


As exportações feitas por Anápolis devem fechar o ano com volume recorde de negócios. É o que mostram os dados da balança comercial dos municípios divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC). De janeiro a outubro, as vendas para outros países somaram mais de US$ 260. Em todo o ano de 2013, as exportações fecharam em US$ 271,2 milhões. O histórico da balança é feito desde o ano de 2000.
Em relação às importações, a melhor marca na série histórica foi registrada em 2011, com um volume de US$ 3,168 bilhões. Este ano, no período de janeiro a outubro, as compras externas somaram US$ 1,842 bilhão. No ano passado, fechou os 12 meses com US$ 2,312 bilhões.
Depois da queda acentuada registrada em setembro, quando as exportações somaram, apenas, US$ 795 mil, em outubro, o volume de vendas voltou a um patamar mais elevado: US$ 42,7 milhões. No ano, o melhor mês para as exportações foi o de maio, quando se atingiu o volume de US$ 43,9 milhões.
Em outubro, as importações somaram US$ 182,9 milhões, sendo que o pico ocorreu em agosto, com a soma de US$ 231 milhões.
A corrente de comércio, que representa o somatório das exportações e importações, registra nos 10 meses deste ano, um volume de US$ 2,102 milhões. A marca histórica da corrente de comércio é de 2011, quando atingiu a marca de US$ 3,407 milhões. Já o saldo da balança, que leva em conta o valor das exportações menos o valor das importações, apresenta ao longo de toda a série histórica, um quadro de déficit. Neste ano, no período de janeiro a outubro, o saldo ficou em US$ - 1,582 milhões. Na série histórica, o maior saldo (negativo) foi de US$ - 2,929 milhões. O alto déficit no saldo da balança comercial de Anápolis se deve ao fato da concentração de indústrias químico-farmacêuticas que importam insumos para a produção, além da montadora de automóveis (CAOA-Hyundai) que importa peças, componentes e veículos.
De acordo com os dados do MIDC, os 10 principais destinos das exportações feitas por Anápolis, são: Países Baixos (Holanda), 73,79% de participação; França, 8,68%; Espanha, 3,82%; China, 3,18%; Hong Kong, 2,75%; Coréia do Sul, 1,83%; Estados Unidos, 1,45%; Suécia, 0,89%; Cuba, 0,72% e Geórgia, 0,49%. Por outro lado, os principais fornecedores internacionais são: Coréia do Sul, 35,30% de participação; Alemanha, 26,05%; Estados Unidos, 11,21%; Suíça, 4,68%; China, 4,61%; Índia, 4,11%; México, 2,83%; Japão, 2,72; Itália, 1,72% e Rússia, 0,63%.
Os principais produtos exportados por Anápolis são a soja e derivados, carnes e medicamentos. Já, os principais itens importados são veículos, peças de veículos e insumos da indústria farmacêutica.

Brasil
O município que lidera o ranking das exportações no Brasil é Parauapebas (PA), que este ano, de janeiro a outubro, registrou um volume de vendas externas de US$ 6,544 bilhões. São Paulo é o maior importador, volume de US$ 17,681 bilhões e também o maior importador, US$ 11,391 bilhões.
O município de Alto Horizonte, dentre os 246 município goianos, é o melhor colocado entre os maiores exportadores, ocupando o 110º lugar, com volume de US$ 369,4 milhões, no período de janeiro a outubro deste ano. Anápolis ocupa o 140º lugar nas exportações (US$ 260 milhões) e o 25º lugar, em todo País, no ranking das importações (US$ 1,842 milhões) e o 43º lugar em corrente de comércio (US$ 2,102 bilhões).

Autor(a): Claudius Brito

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