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Estado ficou livre de grave doença suína

Geral Comentários 26 de maio de 2016

Anuncia anima produtores e pode trazer benefícios para a suinocultura goiana


Goiás vai receber o Certificado Internacional de Zona Livre de Peste Suína Clássica, nesta quinta-feira, dia 26, em Paris, na França. O título é concedido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), organismo internacional que define as normas sanitárias sobre as doenças dos animais de produção. Desde 2013, a peste suína clássica faz parte da lista de doenças passíveis de certificação internacional.
Atualmente, Goiás exporta carne suína e produtos para 110 países. O Estado ocupa o 4º lugar no ranking de exportação de carne suína com 10% das exportações, atrás de Santa Catarina (com 35%), Rio Grande do Sul (33%) e Paraná (12%). O certificado significa a conquista da credibilidade perante os países quanto à ausência da doença no Estado, resultando em ganho de novos mercados importadores da carne e seus produtos.
A veterinária e coordenadora do Programa Estadual de Sanidade de Suídeos da Agrodefesa, Poliana Junqueira, explica que Goiás, que já fazia parte da zona livre de PSC nacionalmente, reconhecida pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, iniciou de forma intensa o processo para conseguir a certificação internacional. “Já estamos há três anos trabalhando em todo o Estado para conseguir este objetivo”, explica ela. Ao todo, 14 estados brasileiros receberão o título. Hoje, somente Rio Grande do Sul e Santa Catarina possuem o certificado
Peste suína
A peste suína clássica é uma enfermidade viral, contagiosa dos suínos domésticos e selvagens, e que causa alta mortalidade em todas as fases de produção, febre, amontoamento de leitões, perda de apetite, apatia, debilidade e conjuntivite. O sinal clínico que melhor representa a doença é a marcante vermelhidão na pele do animal, em especial nas extremidades como orelhas, focinho, ventre e membros. Integra as chamadas ‘doenças vermelhas dos suínos’. A peste suína clássica atinge suínos domésticos e javalis.
A doença não é uma zoonose e não causa riscos para a população. “Os prejuízos advindos de um foco seriam de ordem econômica, como: perda de mercados importadores, custos com saneamento do foco, indenizações, entre outros”, destaca a veterinária. A coordenadora do programa explica que não há tratamento e a vacinação na zona livre é proibida.
“A Agrodefesa mantém diversas ações de vigilância ativa e passiva em todas os locais onde existam suídeos: granjas de reprodutores de suínos, granjas comerciais, criatórios de subsistência, abatedouros de suínos e atividades com javalis, com colheita constante de amostras de sangue inclusive”, finaliza.

Autor(a): Da Redação

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