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Empresários anapolinos participaram de evento n Palácio do Planalto

Geral Comentários 01 de julho de 2016

Mais de 500 representantes de entidades ligadas à produção no País foram a Brasília


Mais de 40 representantes de Anápolis, liderados pela diretoria da Associação Comercial e Industrial de Anápolis - ACIA participaram nesta quinta-feira, 30, de um encontro com o Presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. O grupo anapolino foi o maior entre os que compuseram a caravana de Goiás e teve a participação de todos os segmentos econômicos do Município. O encontro foi realizado a partir do meio dia e teve boa avaliação por parte do Presidente. Michel Temer disse que esperava ser, “apenas, uma reunião de trabalho com 30 ou 40 pessoas, mas vejo que as lideranças empresariais mobilizaram todo o País. Agradeço o apoio dado ao governo, que é apoio ao Brasil. Ao aplaudir o governo, vocês aplaudem o Brasil”, disse Temer. Na avaliação do Presidente da Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias de Goiás - FACIEG - empresário Ubiratan da Silva Lopes e do Presidente da ACIA, empresário Anastácios Apostolos Dagios, o encontro teve por objetivo fortalecer o diálogo entre governo e a iniciativa privada, a fim de acelerar o processo de adoção de medidas importantes para a economia.
Na oportunidade, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) George Teixeira Pinheiro, entregou a Temer uma carta na qual apresenta pontos de interesse do setor: ajuste das contas públicas, abertura da economia, incentivos às exportações, simplificação do supersimples, regulamentação da terceirização e refinanciamento das dívidas tributárias acumuladas pelas empresas (Refis). Segundo Pinheiro, o governo deve se pautar no sentido de promover um pacto pelo crescimento do Brasil. “Podemos garantir não só apoio ao seu governo, mas a nossa participação nessa união”, disse ele.
A CACB divulgou também uma carta assinada pela Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo, na qual cita os gargalos e as dificuldades enfrentadas pelos setores produtivos do país – entre elas, a falta de políticas públicas para micro e pequenas empresas; a burocracia estatal; a elevada carga tributária e a necessidade de uma reforma trabalhista e previdenciária.

Autor(a): Nilton Pereira

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