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Empregos formais em alta no mês de abril

Emprego Comentários 18 de maio de 2017

O saldo positivo foi de 123 novas vagas com carteira assinada, no primeiro quadrimestre do ano, contra um saldo negativo de 1.120 vagas extintas em 2016


Depois de três meses de saldo positivo, o mercado de trabalho em Anápolis manteve, em abril, o crescimento na oferta de vagas com carteira assinada, de acordo com a última estatística divulgada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego. No mês, o saldo positivo de empregos formais foi de 123 novas vagas, um resultado referente a 2.499 admissões e 2.376 desligamentos, com destaque para o setor de serviços e da construção civil. Este último, começando a reagir depois de um período de saldos negativos na oferta de empregos.
De janeiro a abril, a Cidade já contabiliza um saldo positivo de 315 novas vagas de empregos formais, das quais 72 abertas em janeiro, 60 em fevereiro, novamente 60 em março e 123 em abril. No mesmo período do ano passado, também de acordo com o CAGED, o saldo negativo nos quatro primeiros meses foi de 1.120 vagas fechadas, sendo 369 em janeiro, 282 em fevereiro, 315 em março e 154 em abril.
Entre os setores que mais se sobressaíram na oferta de vagas em abril, o destaque ficou com o de serviços, com um saldo positivo de 93 vagas e a construção civil, com um saldo positivo de 52 novos empregos. A indústria de transformação fechou 65 postos de trabalho e, o comércio, outras oito vagas. No ano, de acordo com o último levantamento do CAGED, as 315 novas vagas representam o resultado entre 11.306 admissões e 10.991 demissões.
O mesmo levantamento aponta que, no ano, o destaque na oferta de vagas ficou com o setor de serviços, com 463 novos postos de trabalho, seguido pela indústria de transformação com 176 e a construção civil, com 61 novos empregos. Chama a atenção na estatística, o saldo negativo no comércio, que de janeiro a abril, já fechou 463 postos formais de trabalho.
Em Goiás
No Estado, os dados do CAGED apontam, entre as 27 unidades da Federação, que Goiás ficou com o quarto melhor desempenho, com um saldo positivo de 7.170 novos empregos formais, perdendo, apenas, para São Paulo (30.227), Minas Gerais (14.818) e Bahia (7.192), mas superior ao Paraná (6.742). O saldo positivo de abril reverte o resultado negativo de 1.618 postos formais de trabalho fechados no Estado no mesmo mês do ano passado.
Nos primeiros quatro meses do ano, Goiás ficou com o segundo melhor saldo de empregos do País, perdendo somente, para São Paulo. No Estado, o número admissões no período foi de 198.828 e o de desligamentos de 173.407, resultando em um saldo positivo de 25.421 novas vagas com carteira assinada. De acordo com o CAGED, a agropecuária foi o segmento da economia goiana que mais contribuiu, com um saldo positivo de 9.507 empregos formais, vindo a seguir o setor de serviços com 8.049 vagas.
No quadrimestre, a terceira atividade econômica que mais impulsionou o mercado de trabalho em Goiás foi a indústria de transformação, com 6.635 vagas, com destaque para a indústria farmacêutica e veterinária, com 3.599 vagas. Já, em abril, a indústria de transformação foi o segmento da economia goiana que mais contribuiu com a geração de empregos, com 2.489 postos de trabalho, seguido pela pecuária, com 2.232 vagas, a construção civil, com 1.632 e o setor de serviços, com 1.171 novos empregos.
Em todo o País, depois do resultado negativo de 63.624 vagas fechadas em março, a oferta de novos empregos formais reagiu em abril, com a abertura de 59.856 vagas com carteira assinada. No recorte geográfico, três regiões apresentaram crescimento no nível de empregos em abril. Na região Sudeste o saldo positivo foi de 46.039 contra o saldo negativo de 23.985 no mesmo mês do ano passado, no Centro Oeste de 10.538, ante o saldo também positivo de 4.186 e, no Sul, com um saldo positivo de 5.537 contra o saldo negativo de 11.318 em abril de 2016. No entanto, houve retração nas regiões Norte, que apresentou saldo negativo de 1.139 vagas ante ao também saldo negativo de 5.735 e no Nordeste, que teve um saldo negativo de 1.119 em abril deste ano ante ao também saldo negativo de 25.992 no mesmo mês de 2016.

Autor(a): Ferreira Cunha

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