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Eixo central do Daia é caótico

Infraestrutura Comentários 12 de dezembro de 2009

Praticamente todo dia acontece um incidente na pista que divide, ao meio, o principal distrito industrial de Goiás


Ninguém sabe, ao certo, se é uma avenida ou uma rodovia. A via que atravessa o Distrito Agro Industrial de Anápolis, inaugurado há 35 anos, é hoje o retrato do descaso, oferecendo riscos e causando aborrecimentos para quem nela transita. Há quem diga que se trata da rodovia GO 333, que liga Anápolis à região da Estrada de Ferro. Mas, defende-se que, por estar no perímetro semi-urbano, tendo em vista que, após o Daia, existem, ainda, vários bairros residenciais, ela se tornou uma avenida.
Por conta disso, talvez, a citada via não vem recebendo, nos últimos anos, nenhum tipo de assistência. Recentemente o Governo do Estado, via Agetop, recapeou parte de seu leito, assim mesmo, somente na pista da direita, sentido Anápolis-Leopoldo de Bulhões. Depois, inexplicavelmente, as máquinas foram retiradas e parte do que foi construído, sem manutenção, está sendo danificada pelas chuvas.
Se for rodovia, a responsabilidade seria, a princípio, do Governo do Estado. Se for avenida, por certo, caberia à Prefeitura manter o trecho em condições satisfatórias de tráfego. Entretanto, milhares de funcionários das indústrias ali instaladas, e que transitam pela citada faixa diariamente sentem, na pele, esse tipo de constrangimento. Buracos, falta de iluminação adequada e, durante o período chuvoso, vários acidentes, alguns deles com danos materiais de monta.
Na gerência do Daia, a única informação que se recebe é de que “só o pessoal de Goiânia pode falar sobre o assunto”. Na Prefeitura, desvia-se o assunto, atribuindo a responsabilidade ao Governo Estadual. Recentemente o Governador Alcides Rodrigues esteve em Anápolis, motivado por uma carta do Fórum Empresarial e se comprometeu em reativar as obras que, segundo informações oficiosas, já consumiram mais de R$ 5 milhões. Todavia, passados dois meses, o trecho continua precário, gerando constantes e procedentes reclamações, não só dos trabalhadores e diretores das empresas do Distrito Agro Industrial. Ele serve, também, de escoamento para o tráfego intermunicipal de Anápolis para várias cidades do Estado, dentre elas Leopoldo de Bulhões, Silvânia, Catalão, Três Ranchos e outras. E, enquanto não se tomam as providências necessárias, as reclamações se multiplicam. Os acidentes, também.

Autor(a): Nilton Pereira

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