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Educação e saúde têm avanços e muitos desafios

Educação Comentários 29 de julho de 2016

No setor educacional, desafio maior, ainda, é acomodar crianças nas creches. Na saúde, a falta de médicos especialistas e demandas vindas de outros municípios


Nos 109 anos de travessia rumo ao desenvolvimento, Anápolis deixou para trás muitos obstáculos e, obviamente, ainda enfrenta vários problemas, à medida que ao continuar crescendo, novas demandas surgem, nas mais diversas áreas, como: educação; saúde; transporte e mobilidade urbana; infraestrutura; habitação; cultura e lazer; social; desenvolvimento econômico, dentre outras.
Como na grande maioria das cidades brasileiras, o Município enfrenta problemas como a falta de acomodação para todas as crianças que necessitam ser matriculadas nos Centros Municipais de Educação Infantis (CMEIs) - as antigas creches - muito embora, nos últimos anos, tenha havido um grande avanço nesta área por conta da construção de novas unidades, reduzindo o déficit existente.
A educação infantil é oferecida em creches para crianças de zero a três anos de idade e pré-escolas para crianças de quatro e cinco anos de idade. Anápolis conta, atualmente, com 19 Centros de Educação Infantil e quatro escolas, num total de 2.380 atendimentos às crianças nesta faixa educacional, conforme dados do Portal da Prefeitura. No ensino fundamental, a rede tem se mostrado capaz de absorver a demanda por matrículas, havendo, no entanto, carência de novas escolas, sobretudo, nos conjuntos populares construídos nos últimos anos. O que, aliás, é um problema que dá muita dor de cabeça aos gestores públicos. Segundo dados do último censo escolar, no ano passado, havia 26.719 alunos matriculados nas unidades educacionais mantidas pela Prefeitura Municipal.
Na área da saúde, Anápolis conta com uma boa estrutura física, composta de 36 unidades do Programa Estratégia de Saúde da Família; 08 Unidades de Saúde em distritos e povoados; 04 unidades destinadas ao atendimento 24 horas: Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Hospital Municipal “Jamel Cecílio”, Cais Jardim Progresso e Cais “Abadia Lopes da Fonseca”. Além das unidades de referência: Unidade de Saúde “Dr. Illyon Fleury Júnior”, CAIS Mulher, Hospital-Dia do Idoso, Centro de reabilitação e Fisioterapia “Dr. Syrio Quinan”, Centro de Apoio Psicossocial da Infância e Adolescência (Caps Crescer), Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps Viver), Centro de Atenção Psicossocial Vida Ativa (Caps Vida Ativa), Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), Centro de Controle de Zoonoses e os Centros de Especialidades Odontológicas (Maracanã e Vila Jaiara). Em apoio à rede de atendimento, tem ainda o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), a Central de Regulação, Farmácia Popular e Vigilância Sanitária.
Apesar desta boa estrutura, sem contar os serviços prestados nas unidades particulares, naquelas ligadas ao Estado, como o Hospital de Urgências e na rede filantrópica, como a Santa Casa de Misericórdia, Maternidade “Dr. Adalberto Pereira” e Hospital Espírita Psiquiátrico e a Unidade Oncológica “Dr. Mauá Cavalcante Sávio” (Hospital do Câncer), a saúde, em Anápolis, enfrenta sérios problemas, dentre eles, a falta de profissionais com especialidades, tais como, neurocirurgiões, neuropediatras, dentre outros, e a elevada demanda causada pela assistência a pacientes oriundos de outras localidades. Este, aliás, um problema crônico e de difícil solução e que tem contribuído de forma acentuada para que, sobretudo, a rede de atendimento de urgência e emergência fique sobrecarregada.

Autor(a): Claudius Brito

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