(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

Documentarista e ator são homenagem

Cultura Comentários 10 de maio de 2013

O cineasta Sílvio Tendler e o ator Eduardo Tornaghi são homenageados com a contribuição dada ao cinema nacional


A contribuição do cineasta Silvio Tendler ao cinema no Brasil foi reconhecida no III Anápolis Festival de Cinema, promovido pela Secretaria Municipal Cultura. Ele foi homenageado pelo precioso trabalho de resgate da memória brasileira que realizou ao longo de sua carreira. Desde então, vem colecionando homenagens pelos festivais Brasil afora.
Tendler inscreveu seu nome na cinematografia brasileira como o autor das três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: “Os Anos JK” (1980) conquistou cerca de um milhão de espectadores; “O Mundo Mágico dos Trapalhões” (1981) teve 1,8 milhão de ingressos vendidos e “Jango” (1982), 800 mil. Ele, que assina mais de 40 documentários sobre personalidades brasileiras, foi aplaudido de pé ao ir ao palco para receber o Troféu Anápolis de Cinema.
O cineasta recebeu a homenagem das mãos do secretário municipal de Cultura, Augusto César Almeida. Em seguida, agradeceu a manifestação calorosa de reconhecimento, que, para ele é muito significativa por vir de colegas e de pessoas que amam a cultura. Ele afirmou que, contrariando suas convicções aceitou o convite para integrar o júri, e não se arrependeu de sua decisão. “A seleção realizada foi muito boa, privilegiando, pelo que tenho visto, produções mais autorais”, afirmou.

Ator
Também homenageado pela terceira edição do festival de Cinema, o ator Eduardo Tornaghi foi um dos principais galãs da Rede Globo, na década de 1970. Tornaghi foi reconhecido por sua grande importância na história da teledramaturgia brasileira. Afastado do cinema e televisão há muito tempo – vale ressaltar que por opção, pois abandonou a carreira no auge da fama é agora também reconhecido pelo trabalho de militância social que realiza no Rio de Janeiro.
O galã romântico de novelas de época como “A moreninha”, “Vejo a lua lá no céu”, “Sinhazinha Flô” e “Memórias do Amor”, hoje, se dedica a ensinar crianças de comunidades carentes do Rio de Janeiro a arte da atuação. Embora a imagem de mocinho tenha se consolidado, Tornaghi atuou também em novelas contemporâneas com o mesmo vigor e talento. No cinema, foram diversos filmes.
O ator, que fazia o público feminino suspirar, começou a se afastar do cinema e da televisão no início da década de 1980 e acabou trocando a fama e o dinheiro pelo trabalho em comunidades carentes. Ele também é escritor e realiza eventos literários e de divulgação de poesia contemporânea e, ainda, milita no movimento Humanos Direitos.

Autor(a): Da Redação

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

+ de Notícias Cultura

“Drama de um doente imaginário” em cartaz

27/09/2018

Um senhor hipocondríaco decide casar sua filha com um médico para abater os custos com a sua saúde. Este é o início da ...

Uma geladeira cheia de letras e histórias

20/09/2018

Quem passa pelo Terminal Urbano já deve ter visto uma geladeira cheia de livros e revistas. A “Biblioteca Livre”, como ...

Influenciadores digitais impactam os jovens

20/09/2018

Os influenciadores estão em segundo lugar no poder de tomada de decisão na compra de um produto, perdendo apenas para amigo...

Feira literária chega com mais novidades

20/09/2018

Iniciada na quinta-feira, 20, vai até sábado, 22, a terceira edição da Feira Literária de Anápolis (3ª FLANA). Trata-s...