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Dirigentes do G4 avaliam cenários da disputa em Anápolis

Política Comentários 04 de junho de 2015

Em entrevista ao Jornal Contexto, conjunta ao Jornal Contexto, Thiago Souza, André Almeida, Elismar Veiga e Dominguinhos do Cedro, dirigentes do PSD, PPS, PHS e PEN, respectivamente, registram suas opiniões sobre o cenário político das eleições de 2016 no Município e falam sobre como o grupo pretende se estruturar para uma disputa que deverá ser bastante acirrada no ano que vem para a Prefeitura de Anápolis


Como os partidos estão analisando o cenário político para a eleição de 2016?


 


Thiago Souza (PSD) - Penso que o cenário é muito positivo. Estamos num momento em que a população, pelos encontros que realizamos nos bairros da Cidade, anseia por mudanças. Ela não está confortável com o que está aí. Há certa insegurança. Então, é um momento para este partido ou, grupos de partidos, que querem apresentar ideias, um jeito diferente de fazer política e de propor um projeto para a sociedade. Portanto, vejo o cenário como favorável.


 


André Almeida (PPS) - Anápolis tem passado por momentos políticos importantes, talvez nos últimos 15 anos. A população votou em gente que não tinha história na Cidade. Por outro lado, votou em gente que estava em um processo de reeleição; votou diversas vezes num contexto como um novo. E o G4 quer se apresentar como novo, não no sentido de um candidato, mas um novo que seja uma proposta de renovação do contexto político em que vivemos. As pessoas nas ruas demonstram que estão cansadas do quadro que existe. E, o sistema político eleitoral privilegia, até agora, um modelo de reeleições, a manutenção dos mesmos quadros políticos e das mesmas atividades que, às vezes, são ilícitas. E, o retorno para a sociedade, do ponto de vista do pagamento de impostos tem sido muito pouco. Este movimento do G4 quer tentar fazer algo diferente. Ele vem no sentido de buscar a inovação, com propostas que venham ao encontro do interesse dos cidadãos. As pessoas estão cansadas do que existe não só em Anápolis, mas, no Brasil. E nós viemos dizer que pode ser feita uma atividade política de forma diferente onde o processo eleitoral represente os interesses daquele que vota e que paga impostos. É neste sentido que o PPS vem complementar este quadro do G4, porque entendemos que é preciso que haja uma mudança real e concreta e não apenas uma mudança de nomes.


 


Elismar Veiga (PHS) - Nós temos um cenário em que a atual administração vem de uma segunda administração, com isso acarretando uma série de desgastes. Isso é natural no processo, tanto aqui como no Governo Federal. Os partidos, em sua grande maioria, estão inertes diante da movimentação política e no meio desse cenário nasce o G4, com uma proposta nova, com um jeito inovador de fazer política, pensando mais em construção de ideias do que em nomes, necessariamente. Penso que o G4 aparece neste cenário num momento extremamente propício e fértil, para o surgimento de novas ideias. O PHS, o PPS, o PSD e o PEN, enxergando a fertilidade deste cenário que aí está posto, lançou esta semente. E, esta semente está dando resultado. Tanto é que outros municípios estão seguindo a mesma linha e fazendo a mesma movimentação, a exemplo do que estamos fazendo aqui.


 


Domingos do Cedro (PEN) - Vejo este cenário atual, um pouco parecido com o de 2008, quando veio uma proposta nova e esta proposta nova teve o aval da população. Mas, logo em seguida, com o segundo mandato, onde houve uma votação de quase 90% dos eleitores anapolinos, esse grupo político que está ainda no poder abriu mão disso (união dos partidos) e quebrou um elo de confiança com estes partidos e com a população. Daí, veio o G4, com um modelo diferente para realmente contribuir com a população de Anápolis. De que forma? Dizendo que o compromisso feito com a população é um compromisso que será mantido, ou seja, de realmente fazer o debate nos bairros e de fazer uma carta, até o final de 2015, início de 2016, com as propostas. Queremos perguntar à população o que ela quer para o seu setor e a sua região.


 


Como dirigentes partidários, os senhores têm acompanhado a reforma política. Acham que a mesma produzirá algum impacto maior no pleito de 2016?


 


Thiago Souza (PSD) - Até o momento, não existiu ainda reforma política. Os principais pontos que estavam em pauta na Câmara Federal e que repercutiriam no processo eleitoral não passaram. Em minha opinião está, mais ou menos, tudo como estava. E, nós do G4, vamos continuar o planejamento que estávamos seguindo, uma vez que não passou nada. No meu ponto de vista, então, nada foi para a frente.


 


André Almeida (PPS) - Entendo que essa reforma está sendo um desastre. Há 20 anos, a população está falando da necessidade de alterar o sistema eleitoral e o contexto político que a gente vive e aí vem uma reforma onde se ocupa muito tempo da mídia, aparenta-se querer uma reforma, mas não tem. Apesar de que ainda precisamos conhecer o que virá do Senado Federal. Tivemos algumas votações na Câmara Federal, que foi este desastre. Agora, vamos esperar para ver se o Senado vai fazer alguma mudança. De qualquer forma, a gente vê isso com maus olhos. A própria votação representou muito bem o que a população entende dos atuais mandatários, ou seja, na verdade, não representa os interesses do povo. Foram eleitos de uma forma que, subvertendo o próprio sistema, em que pese ser bom em alguns pontos, mas às vezes com um modo de financiamento de campanha pautado de forma ilícita, com gastos exagerados, enfim, excluindo a participação popular verdadeira.


 


Elismar Veiga (PHS) - Na verdade talvez, a gente tenha tido um avanço em toda essa discussão que foi a reeleição, mas que ainda precisa ser votada novamente na Câmara e ver como o Senado se posiciona em relação a isso. Mas, tirando a reeleição, não houve uma reforma, uma mudança significativa. Não mudou o sistema de votação; as coligações permanecem do jeito como estão e, no que diz respeito ao financiamento de campanha, a mudança foi muito pequena também, apenas restringindo a doação direta para os candidatos por CPF, ou seja, por pessoas físicas e as pessoas jurídicas (empresas) doariam apenas aos partidos políticos. Mas, pensando nas eleições de 2016, não acho que essa reforma vá trazer um grande impacto não.


 


Dominguinhos do Cedro (PEN) - No meu modo de pensar, acho que foi até benéfico, porque se tivessem votado da maneira como estava, a população ia ser muito prejudicada, principalmente se passasse o “distritão” ou o “distritão misto”. Aí, as pessoas mais simples, da periferia, jamais chegariam ao poder, a um mandato de representação de prefeito, de vereador, de deputado estadual ou federal, porque seria uma campanha muito mais cara do que a que temos hoje. Mas, acho que o País precisa, sim, de fazer uma reforma política. Mas uma reforma séria, onde a população possa dar a sua opinião. Colocar um plebiscito onde tenha aí 10 a 15 propostas e a população votaria, dentro dessas propostas, aquilo que seria o melhor para o País.


 


O PSD fez recentemente, um grande evento para receber novos filiados. Essa movimentação é com vistas a fortalecer a legenda para 2016?


 


Thiago Souza (PSD) - É este mesmo o objetivo. Estamos seguindo uma orientação do Diretório Regional e do Diretório Nacional do PSD, que é lançar candidaturas viáveis a prefeito em todos os municípios do Estado. É claro que teremos casos aonde não vamos conseguir, mas vamos trabalhar para isso. E, em Anápolis, uma cidade estratégica e muito importante na política, estamos trabalhando pesado para consolidar esse projeto de ter uma candidatura própria a prefeito. Isso demanda muito trabalho e uma articulação dentro mesmo do G4, onde temos mais três partidos que estão nesse grupo e, a princípio, a discussão não é de nomes. A discussão é de projetos. Nomes virão no ano que vem e, aí, vamos estabelecer critérios para se chegar ao nome certo para representar as propostas deste grupo. Mas, enquanto PSD, vamos trabalhar para termos um nome, que seja consistente para ser aprovado pelo grupo. E, paralelo a isso, construir uma chapa forte para alcançarmos aí três vagas na Câmara Municipal. O foco nosso é este e estamos trabalhando para isso.


 


Como o PPS pretende se estruturar para participar do processo eleitoral e chegar forte nesta disputa que se avizinha em 2016?


 


André Almeida (PPS) - O PPS tem uma história aqui em Anápolis. Ele, sempre, teve participação no processo político, às vezes mais, às vezes menos. Mas, de qualquer forma, nossa pretensão é entrar fortalecidos nesta eleição do ano que vem. Até porque, nós estamos num momento de fusão com o Partido Socialista Brasileiro. E nós temos uma história conjunta entre o PPS e o PSB aqui em Anápolis. Em 2000 lançamos um candidato a prefeito, tendo o PSB o candidato a vice-prefeito. Em 2004 o PSB lançou candidato a prefeito. Em 2008, da mesma forma e, em 2012, nós do PPS lançamos candidato. O PPS sempre buscou atuar de uma forma independente dentro do processo político, principalmente, no sentido de eleger candidatos à Câmara dos Vereadores. Ou seja, lançamos chapa cheia. Queremos, agora, também, lançar uma chapa cheia, eleger três vereadores. Acredito que o PPS ou o novo quadro que vai nascer da fusão dos partidos tenha uma condição de protagonismo na próxima eleição. Queremos participar, apresentando candidato a prefeito, a vice-prefeito, em composição com o G4. Acredito que estaremos fortalecidos, porque a fusão entre o PPS e o PSB, pode vir a se tornar em um dos maiores partidos do Brasil. Um quadro novo que é oposição ao PT e bastante interessante para esse novo contexto que vive a nossa sociedade.


 


Pastor Elismar, o senhor já participou de uma eleição para prefeito, em Anápolis. A eleição de 2016 deverá ter um panorama muito diferente à última disputa?


 


Elismar Veiga (PHS) - Acho que a grande diferença em relação a 2012, é que nós tínhamos um candidato que vinha de uma administração que tinha um nível de aprovação astronômico, de popularidade muito elevada e que conseguiu trazer para a órbita de sua candidatura 14 partidos políticos e, portanto, tinha mais da metade do tempo de televisão na campanha. Esse era o cenário em 2012. Para 2016, acho que teremos candidaturas mais consistentes. O atual gestor é alguém que ainda não foi testado nas urnas, portanto, não há como mensurar como será a sua participação. Diferente de 2012, em que havia uma situação muito bem definida. Então, a meu ver, nós teremos, no ano que vem, candidaturas mais sólidas e uma disputa que, fatalmente, deverá ser decidida no segundo turno. Este é o cenário que vejo e o G4 se apresenta com uma grande força, já certamente entre as três maiores forças políticas da Cidade e com grande de chances de levar o seu candidato, qualquer que seja, à disputa do segundo turno.


 


O senhor esteve com a direção nacional do PEN, fazendo tratativas com relação à participação do partido nas eleições municipais. Quais são as orientações para 2016?


 


Dominguinhos do Cedro (PEN) - A recomendação que o nosso presidente nacional deu aos presidentes regionais e municipais é que, na maioria das cidades, principalmente em cidades grandes, com um potencial como é a Cidade de Anápolis, que a gente possa lançar candidato a prefeito. E o PEN vem fazendo um trabalho muito grande aqui no Município. Só para que todos tenham uma ideia, o partido tem, hoje, 68 pré-candidatos ao cargo de vereador. São poucos os partidos em Anápolis que têm este contingente de pretensos candidatos. Daí, houve a conversa e já tínhamos, também, iniciado o diálogo com o G4. Portanto, se o grupo precisar, o PEN terá nome para apresentar junto aos demais partidos, para representá-lo no pleito de 2016 em Anápolis.


 


Na avaliação dos senhores, dirigentes dos partidos do G4 quais seriam os adversários potenciais a serem enfrentados pelo candidato do grupo, caso o mesmo dispute a eleição majoritária de Prefeito?


 


Thiago Souza (PSD) - Quem quer ganhar eleição não escolhe adversário. Nós vamos apresentar nosso projeto, que é fruto da participação popular, ou seja, do diálogo com todos os setores da sociedade. Então, vamos colocar este projeto alinhado a bons nomes, de qualidade, que cabe ao grupo decidir no ano que vem. Cada uma das agremiações tem importantes nomes. O PSD tem hoje os nomes do companheiro Vander Lúcio Barbosa, um nome de peso, jornalista; temos o companheiro Olegário Vidal, médico, também muito conhecido na Cidade; o companheiro José Caixeta, ex-presidente da Câmara Municipal e do Sindicato Rural. Então, o PSD tem bons nomes assim como o PHS tem o nome do Pastor Elismar Veiga, que foi candidato a prefeito no ano passado e é primeiro suplente de deputado. O PPS tem nomes bons, da mesma forma o PEN. Cada partido tem o melhor a oferecer para a Cidade. Cabe a nós dirigentes, dar continuidade a este trabalho que se fortalece a cada dia. Preparar o projeto e apresentar à população. Com relação a adversários, isso não nos preocupa. Penso que, naturalmente, vamos ter uma candidatura do PT e que o PSDB faça o mesmo que está fazendo em Goiânia, que é lançar um candidato próprio à Prefeitura.


 


André Almeida (PPS) - Eu entendo que a candidatura que se colocaria como a mais forte seria, evidentemente, a candidatura que detém o poder da máquina administrativa, que seria a candidatura do PT. Contudo, eu não entendo - e tenho meus motivos - para justificar que o atual prefeito não será candidato à reeleição. Acredito muito que o candidato do PT será o irmão do ex-prefeito (Antônio Gomide), o deputado Rubens Otoni. Acho que essa seria a candidatura mais fortalecida dentro do contexto político para o ano que vem. Por outro lado, não há como negar que o Governo do Estado deve, também, apresentar uma candidatura dentro do PSDB, que deverá ser uma candidatura forte também. Mas, o que nós argumentamos é que a população não pode mais, apenas, votar em pessoas. Ela tem que votar em projetos. Daí, a razão da existência do G4. E sentindo que a população quer fazer grandes mudanças, o grupo que apresentar propostas reais e concretas, debatidas com a população e, não, apenas, nomes. E, com estas propostas, sim, vir a ganhar a eleição com qualquer nome que seja apresentado. Acredito, muito, que este trabalho junto à população, junto aos pré-candidatos a vereador e junto aos próprios partidos dará boas condições ao candidato do G4 em relação aos adversários do PT ou do PSDB.


 


Elismar Veiga (PHS) - É natural que a atual administração apresente a sua candidatura. E, em função de ter essa administração nas mãos, é uma candidatura fortalecida. O PSDB tem um deputado federal daqui da Cidade e, também, deve apresentar uma candidatura consistente. Agora, nós do G4 não estamos preocupados em ficar medindo forças com os possíveis adversários. A nossa intenção é fazer o melhor possível, dentro de um trabalho que estamos fazendo. Até porque, um nome não significa, necessariamente, uma candidatura forte. Uma candidatura forte se constrói com grupos e, aí, estou falando da união de partidos e de pessoas. Essas candidaturas só serão fortalecidas na medida em que as legendas fizerem boas chapas proporcionais ou seja de candidatos a vereador. Como neste momento é o G4 que está trabalhando, que está indo ao encontro da comunidade, está se apresentando e estão articulando chapas fortes para a eleição proporcional, certamente, isso nos leva a entender que o G4 tem um projeto consistente para Anápolis, tanto do ponto de vista de ideias e projetos, quanto do ponto de vista de candidaturas. Não vamos ficar mensurando a força dos adversários. Quem quiser chegar forte tem de trabalhar desde agora os seus quadros e é isso que o G4 está fazendo. Mas, penso que devemos ter três ou quatro candidaturas bem consistes nas eleições de 2016.


 


Dominguinhos do Cedro (PEN) - Eu vejo que a gente deve ter nas eleições de 2016, em Anápolis, pelo menos com quatro candidaturas bem consistentes. Uma candidatura natural que é a do PT, que está na Administração; uma do PSDB; uma candidatura do G4 e, também, uma possível candidatura do Solidariedade, que tem o deputado Carlos Antônio que está se movimentando e trabalhando para aglutinar partidos e, com isso, se fortalecer para vir a disputar a eleição.


 


O G4 vai ser um grupo de oposição à atual Administração Municipal?


 


Thiago Souza (PSD) - Até então, nossa postura tem sido de proposição. O nosso grupo está construindo uma proposta com a sociedade. Não estamos partindo para fazer nenhum enfrentamento, mas para discutir os problemas da Cidade, nos posicionar e buscar soluções. Estamos focados nesse debate. Acho que o único grupo que está fazendo isso hoje em Anápolis é o nosso. A maioria dos partidos está parada, não tem movimentação. Nós estamos, desde o começo do ano, fazendo um trabalho com a população e estamos focados neste objetivo.


 


André Almeida (PPS) - Acredito que o PPS, hoje, é oposição. Mas, se formos falar em relação ao G4, é um grupo que quer construir uma proposta nova. E, se quer construir algo de novo para a Cidade, é porque não concorda com o que aí está. Não se pode construir algo novo pegando um pouco do velho. Então, acredito muito que o G4 aparenta ser oposição. Embora não seja oposição no sentido de fazer críticas diretas. Mas faz propostas diferentes e, para quem gere a Administração, pode entender como oposição. Mas, somos um grupo de proposição que quer fazer uma política diferente.


 


Elismar Veiga (PHS) - Dentre as quatro legendas do G4, nenhuma está na base de sustentação da atual Administração. Portanto não se pode dizer que é um grupo de situação. Mas, é um grupo de propostas, de ideias. O objetivo é superar essa questão de ser contrário só para ser oposição. Não é esse o caminho. O sentido, como já foi dito pelos companheiros, é de apresentar algo que a Cidade não vive e que a atual gestão não tem conseguido implementar. É trazer para Anápolis, propostas e ideias que o atual governo não tem se mostrado competente e qualificado o suficiente para implementá-las. E, neste sentido, quando a gente vai dialogar com a sociedade, buscando ideais e propostas novas, entendendo que o cidadão é o verdadeiro protagonista das políticas públicas e ele tem que ter vez e voto para dizer o que quer no seu bairro, não deixa de alguma forma de bater de frente com o status quo que aí está. Não estamos aqui para fazer oposição por oposição.


 


Dominguinhos do Cedro (PEN) - Não vejo o G4 como um grupo de oposição, mas um grupo que está indo nos bairros, em todas as regiões da Cidade, e que está ouvindo da população que ela não está satisfeita com o que está acontecendo hoje e quer mudanças, principalmente, alguns setores por benefícios que até hoje não chegaram. Então, o que o G4 está fazendo é o que muitos partidos deixam para fazer só na época da eleição: trazem um marqueteiro de fora, mapeiam alguns problemas da Cidade e apresentam uma proposta para o candidato. E, o G4 não, através dos quatro partidos, está indo aos bairros, ouvindo da população o que ela, realmente, quer na sua região.

Autor(a): Claudius Brito

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