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Dia das Crianças anima lojistas

Economia Comentários 10 de outubro de 2009

De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista, a expectativa é de aumento em, até, 20% nas vendas, nesta que é uma das principais datas do comércio


O Dia das Crianças deve promover no comércio de Anápolis, um incremento nas vendas na faixa de, até, 20%. A avaliação é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sincovan), Rui Abdalla. Ele atribui o otimismo a alguns fatores: o aumento do poder de compra da população, com o reajuste do salário mínimo; a antecipação da primeira parcela do 13º salário e, ainda, o fato de o comércio local estar equiparado hoje ao da Capital Goiânia, com grandes redes de varejo. “O consumidor não precisa mais se deslocar, porque aqui ele encontra variedade, qualidade e opções diversas para fazer e pagar as suas compras”, assinalou.
Para facilitar ainda mais as compras, o Sincovan e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Anápolis (Seca) firmaram acordo, definindo um horário especial de funcionamento. Nesta sexta-feira, e no sábado, as lojas que vendem brinquedos poderão ficar com as portas abertas ao público até às 20 horas. No domingo e na segunda-feira, o funcionamento será permitido até às 13 horas. Os funcionários destes estabelecimentos serão contemplados com o pagamento de horas extras ou com folgas compensatórias. Rui Abdalla observa que o acordo não é extensivo a outros segmentos do comércio e, inclusive, alerta que deverá haver fiscalização por parte da delegacia do Ministério do Trabalho. Outra observação é que o acordo é válido para o comércio tradicional, portando, excluindo os shoppings centers.
O presidente do Sincovan conclama os consumidores a que prestigiem o comércio local e deixa, também, um alerta, para que as pessoas evitem comprar produtos de origem duvidosa em camelôs, principalmente brinquedos, já que a grande maioria dos produtos é importada, de qualidade duvidosa e, como não há emissão de nota fiscal, não há também nenhuma garantia em relação ao produto adquirido. Isto, segundo ele, pode representar dores de cabeça e prejuízos. “Ao contrário do comércio formal que deve emitir a nota para garantir os direitos do consumidor, além de gerarem emprego, rendas e divisas”, frisou Rui Abdalla.


Pesquisa revela tendências
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis fez uma pesquisa para verificar a expectativa de pais e filhos, em relação ao presente do Dia das Crianças. Foram ouvidos 400 entrevistados de diferentes sexos e faixas etárias, sendo 306 adultos e 94 crianças, no período de 18 e 21 de setembro, em diferentes locais da cidade. O levantamento foi coordenado pelo economista Márcio Dourado Rocha.
A pesquisa apontou que os brinquedos continuam sendo o principal item para presentear. Esta opção foi declarada por 52% dos entrevistados. Do total, 24% acenaram que vão presentear com roupas. Entre as crianças entrevistadas, os presentes mais citados foram brinquedos (41%), bicicletas (13%) e computadores (10%).
As lojas de rua foram os locais mais indicados para as compras, com 66% de preferência, seguidas por camelódromos (17%); shoppings (11%); supermercados (3%), galerias (2%) e outros (1%). A maioria dos adultos (72%) pretende pagar os presentes com dinheiro. As outras formas de pagamento declaradas foram: cartão de crédito (21%); crediário (4%), cartão de loja (2%) e cheque pré-datado (1%). Trinta e sete por cento dos entrevistados têm a intenção de investir entre R$ 100,01 e R$ 200,00 com os presentes, enquanto que 28% vão dispor de um valor entre R$ 30,01 e R$ 60,00.
No universo de crianças ouvidas, 16% não ganharam presentes no Dia das Crianças em 2008 e 84% informaram que foram presenteadas na mesma data. Dentre as últimas, apenas 1% não gostaram do que ganharam no ano passado e 99% mostraram-se satisfeitas. Como era esperado, os filhos serão novamente privilegiados, com 44% da intenção de serem presenteados, seguidos por sobrinhos e netos, com 14% e 11%, respectivamente. (Fonte: CDL)

Autor(a): Claudius Brito

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