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Demóstenes usa rede social para publicar seu desabafo

Política Comentários 31 de maro de 2012

Adepto de carteirinha do Twitter, rede social sobre a qual já até escreveu um livro, o senador goiano Demóstenes Torres (DEM), usou o espaço para fazer desabafos


Adepto de carteirinha do Twitter, rede social sobre a qual já até escreveu um livro, o senador goiano Demóstenes Torres (DEM), usou o espaço para fazer desabafos, em série, nas últimas postagens feitas no dia 23 (atualização feita até o fechamento da edição, na quinta-feira,29).
Numa postagem de texto, Demóstenes afirma: “de todos os absurdos publicados contra mim, os mais danosos estão no site da Carta Capital. Os informantes da revista estão enganados”. Na sequência, ele emenda: “Não faço parte nem compactuo com qualquer esquema ilícito, não integro organização ilegal nem componho algo do gênero”.
O senador destaca que tem se amparado em Deus e na certeza de sua inocência, o sofrimento provocado “pelos seguidos ataques a minha honra”. E continua: “as injúrias, as calúnias e as difamações minam a resistência até de quem nada teme, mas permaneço firme na fé de que a verdade triunfará”.
Em outra postagem, Demóstenes Torres afirma que a tudo suporta, pelo fato, segundo ele, “de não ter feito nada para envergonhar meu partido, o Senado, Goiás e o Brasil. Essa é a verdade que, ao final, prevalecerá”. “Para tripudiar sobre mim e o mandato que o povo me confiou, desrespeitam os mais elementares princípios constitucionais”, enfatizou.
A última semana foi tensa para Demóstenes Torres que, sob pressão, acabou renunciando à liderança de seu partido, o Democratas, no Senado. E o DEM ainda não se deu por satisfeito e quer mais explicações sobre o seu envolvimento com o empresário de jogos de azar, Carlinhos Cachoeira, envolvido na Operação Monte Carlo da Polícia Federal, o que pode, até, resultar num possível processo de quebra de decoro parlamentar. Não fosse apenas isso, o inferno astral do senador se completou com o pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para que o Supremo Tribunal Federal abra investigação sobre o caso.

Autor(a): Claudius Brito

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