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Delegacia fiscal tem queda de 10,64%

Impostos Comentários 26 de maio de 2017

Arrecadação feita através da regional mostrou um comportamento de queda bastante expressivo


A arrecadação de tributos e contribuições estaduais na área de atuação da Delegacia Regional de Fiscalização de Anápolis recuou 10,64% no primeiro quadrimestre de 2017, em relação ao mesmo período do ano passado. É o que mostra a última estatística sobre o comportamento da arrecadação na área de abrangência da Delegacia de Anápolis, divulgada pelo novo delegado fiscal da unidade, Ricardo Batista Dutra, que assumiu oficialmente o cargo no dia 12 de abril, em substituição a Redner Teixeira de Moura.
No período, a arrecadação da Delegacia passou de R$ 72.379.733,71 para R$ 64.681.485,07, o que representa uma perda de receita de R$ 7.698.248,64%, ou de 10,64%. Para o delegado Ricardo Batista Dutra, a queda na arrecadação ocorreu por causa do retorno do antigo calendário de pagamento do IPVA. “No calendário antigo, o volume de arrecadação do IPVA era maior no primeiro semestre”, justificou o novo delegado destacando, no entanto, o crescimento de 11,23% na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
IPVA
No primeiro quadrimestre do ano, a arrecadação de ICMS passou de R$ 26.626,047,56 para R$ 29.616.239,28, o que significou uma receita adicional de R$ 2.990.191,72 ou o incremento de 11,23%. Em contrapartida, com a antecipação do pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores caiu de R$ 39.656.963,63 para R$ 26.141.977,20, valores que significaram uma queda de receita de R$ 13.514.986,43.
O Imposto sobre Transmissão Causa Mortis ou Doação (ITCD) apresentou um aumento em sua arrecadação no primeiro quadrimestre de 16,40%, também de acordo com a última estatística sobre o comportamento da arrecadação estadual, na área de atuação da Delegacia Regional de Fiscalização de Anápolis. No período, a arrecadação do ITCD somou R$ 5.759.327,22, ante R$ 4.948.003,72, o que representa uma receita adicional de R$ 811.323,50 ou o incremento de 16,40%.
A rubrica “Outras Receitas” ficou com o quarto melhor desempenho no quadrimestre com uma arrecadação de R$ 1.721.736,71, contra R$ 788.686,60, significando uma receita adicional de R$ 933.150,11, vindo a seguir o Protege, com uma arrecadação de R$ 1.442.204,66, ante R$ 300.242,24 no mesmo período de 2016, o que corresponde a uma receita adicional de R$ 1.141.962,42 ou um crescimento de 380,35% e, por último a rubrica “Outros Tributos”, com uma arrecadação de R$ 59.889,96, totalizando a arrecadação geral de R$ 64.681.485,07.

Autor(a): Ferreira Cunha

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