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De acordo com dados da Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência de Anápolis, inaugurada no dia 21 de novembro, 80% dos crimes contra deficientes no Município são praticados por familiares das vítimas. “São parentes ou f

Geral Comentários 19 de dezembro de 2014

Operação especial vai até o fim de janeiro com o objetivo de diminuir índice de acidentes


Mesmo que não façam parte da relação dos dez trechos rodoviários com maior índice de acidentes, as BRs que cortam a região de Anápolis estão incluídas na quarta edição da Operação Integrada Rodovida, que a Polícia Rodoviária Federal desenvolve desde o dia 12 e que se estenderá até 31 de janeiro. São as BRs 153, 060 e 414, que recebem atenção redobrada. O objetivo é diminuiu-se, ao máximo, os números desastres envolvendo os mais diversos tipos de veículos, pedestres e outros componentes do sistema. A Inspetora Alessandra Carneiro, responsável peal região de Anápolis, adverte que os maiores índices de acidente s com mortes são verificados nos trechos urbanos cortados pelas rodovias federais, caso de Anápolis, onde diversos bairros ficam às margens de rodovias de grande movimento. O período escolhido é em virtude das festas e férias escolares, quando o movimento nas estradas é mais intenso.
A Operação Integrada Rodovida permite a integração entre a Casa Civil, Ministérios da Justiça, Saúde, Cidades, Transportes e os órgãos estaduais e municipais é uma para que o Brasil alcance a meta imposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Década Mundial da Segurança Viária: reduzir em 50% o número de mortos em decorrência de acidentes de trânsito. Um levantamento feito pela Polícia Rodoviária Federal aponta os trechos considerados mais críticos nacionalmente para direcionar as ações integradas e simultâneas. As ações da PRF, entretanto, não se restringem aos locais em que haverá o esforço conjunto. Elas acontecem ao longo de toda a malha viária federal com o foco voltado para as ultrapassagens proibidas e forçadas, buscando prevenir as colisões frontais.
Tipos de acidentes
De acordo com a PRF, a colisão frontal é o tipo de acidente mais violento e, apesar de não acontecer em grande quantidade (representa apenas 3% do total de acidentes nas BRs), quando ocorre tem consequências gravíssimas (34% das mortes decorrem de colisões frontais). De agosto de 2013 a julho de 2014, foram atendidos 178.285 acidentes, com 26.794 feridos graves e 8.446 mortes. Desses, 6.940 acidentes foram do tipo colisão frontal, causando a morte de 2.788 pessoas e lesionando outras 4.627 gravemente.
Desde novembro passado a fiscalização às ultrapassagens proibidas ganhou um reforço para coibir essa conduta, o endurecimento da legislação. O motorista que for flagrado ultrapassando em local proibido e pelo acostamento será multado em R$957,70 e quem for pego forçando a passagem, obrigando o outro veículo a frear ou desviar, pagará multa no valor de R$ 1.915,40. Lembrando que esses valores dobram para aqueles que forem flagrados novamente cometendo essas infrações em menos de 12 meses.
Além das ultrapassagens, os esforços de fiscalização estarão voltados para coibir o excesso de velocidade, a embriaguez ao volante e o não uso do capacete, condutas responsáveis por elevados índices de letalidade
O endurecimento da Lei Seca já reflete resultados positivos nas rodovias federais. Durante o ano de 2012, antes da alteração da legislação, a cada 20 testes do '‘bafômetro’', a Polícia Rodoviária Federal flagrava um motorista dirigindo sob efeito de álcool. Em 2013, eram necessários 39 testes para multar ou prender um condutor e em 2014, até julho, a cada 43 testes, um indicava o consumo de bebida alcoólica. As mortes em acidentes causados pela embriaguez reduziram 11% de 2012 para 2013. As motocicletas, motonetas e ciclomotores também serão alvo das fiscalizações. De agosto de 2013 a julho de 2014, foram registrados 31.563 acidentes com esse tipo de veículo, que resultaram em 2.146 mortes e 10.155 feridos graves. A região Nordeste concentrou a maioria das mortes em acidentes envolvendo motocicletas, 933, o que representa 56,5% do total do País.

Autor(a): Nilton Pereira

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