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Curta metragem goiano recebe premiação em SP

Cultura Comentários 07 de julho de 2011

O filme Julie, Agosto, Setembro foi um dos principais destaques da quinta edição do Cine MuBE, em São Paulo, que se destina a reconhecer trabalhos independentes.


O curta metragem goiano Julie, Agosto, Setembro ganhou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Júri Popular e Melhor Atriz no V edição do Cine MuBE - Vitrine Independente. A premiação foi em São Paulo, onde ocorreu o festival, que é destinado a reconhecer valores do cinema nacional independente.
Julie, Agosto, Setembro do diretor Jarleo Barbosa é uma realização da Panaceia Filmes, produtora de Audiovisual goiana, que surgiu a partir do anseio de cinco jovens formados em Audiovisual na primeira turma do Curso na Universidade Estadual de Goiás (UEG). O curta já foi exibido para mais de 1,3 mil espectadores e, desde março último, data de seu lançamento, esteve presente em importantes festivais de cinema brasileiros como: 21º Cine Ceará, XIII FICA, V CineMuBE, CineSul e já obteve sucesso na seleção 5º Festival Cinema com Farinha – Festival Audiovisual do Sertão Paraibano e aguarda por novos resultados. Seu elenco traz como protagonista a estreante Carolina Provázio. Além de Allan Santana, Rodrigo Scaliante e Rômulo Dias. A direção e o roteiro ficam a cargo de Jarleo Barbosa, a direção de fotografia é assinada por Emerson Maia e a direção de arte por Benedito Ferreira. A produção ficou por conta de Larissa Fernandes.
Falando ao CONTEXTO, o diretor Jarleo Barbosa ressaltou que a premiação é uma espécie de chancela que atesta a qualidade do material produzido. “Isso abre um leque de possibilidade para o diretor, para a produtora e também os técnicos envolvidos. Seu nome fica vinculado a uma obra que tem certo poder simbólico e isso ajuda a valorizar o seu trabalho na cena audiovisual.”, frisou, acrescentando que as premiações contribuem de certa forma para o amadurecimento profissional, mas este só se dá, conforme disse, com a prática e o envolvimento.
“Estamos em um momento de consolidação do cinema feito em Goiás. Uma premiação assim, recebida em um festival na cidade de São Paulo, ajuda a abrir os olhos de outros estados para Goiás. Começamos a ser vistos como um estado com consciência produtiva. É claro que meu filme não é o primeiro a ganhar um prêmio fora do estado e não será o último. Isso tudo faz parte de um processo”, avalia.
Jarleo Barbosa acrescenta outro aspecto importante que está sendo a empatia do público com o filme. “A tendência dos filmes goianos é ficarem restritos apenas a pessoas da área de cinema. Não há muito diálogo com o público. Com Julie, Agosto, Setembro está acontecendo um processo diferente. Pessoas de outras áreas estão muito interessadas. Na internet existe uma grande movimentação à respeito do filme, sobretudo nas redes sociais”, observa. Além disso, ele lembrou que o lançamento foi com casa lotada, inclusive, com a necessidade de realização de uma nova sessão para acolher o público. “As pessoas ficam querendo saber quando será exibido novamente, onde podem assistir, como podem comprar o DVD. Nós respondemos que até o fim do ano que vem ele será exibido somente em festivais. Mas fico muito feliz com esse interesse porque filmes são pra isso mesmo: serem vistos”, arrematou o diretor.

Autor(a): Da Redação

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