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Corpo retirado de cova rasa em pleno centro

Geral Comentários 22 de outubro de 2011

Nove pessoas foram detidas e interrogadas pela Delegacia de Homicídios, mas como não houve nem a identificação do corpo, os suspeitos tiveram de ser liberados


O Grupo de Homicídios da 3ª. Circunscrição da Polícia Civil em Anápolis, está trabalhando para elucidar um caso que chamou a atenção da população. Na última quarta-feira,20, por volta das 15 horas, alguns agentes se deslocaram até um imóvel abandonado na Rua Coronel Batista, a menos de 200 metros do prédio da Delegacia Geral, onde segundo uma denúncia havia um cadáver enterrado.
A Polícia Técnica foi acionada e, no local, constatou realmente haver um cadáver enterrado numa vala coberta com pedras numa parte do terreno que tem também uma edificação precária onde algumas pessoas estavam utilizam para pernoite e, segundo informações da própria polícia, para fazer consumo de drogas.
O delegado do Grupo de Homicídios, Fábio Vilela, informou ao CONTEXTO, na no final da tarde da última quinta-feira,21, estar aguardando informações do Instituto Médico Legal sobre a identificação da vítima. Feita essa identificação, disse ele, a investigação poderá avançar, já que até o momento não há como estabelecer a materialidade do fato e, por isso mesmo, não foi possível pedir a prisão preventiva ou, mesmo, a prisão temporária das pessoas que estavam no local, sendo quatro mulheres e mais três outras suspeitas que foram apresentadas pela Polícia Militar, um homem, até, aparentemente, com a roupa suja que parecia ser sangue. Uma das pessoas detidas, uma mulher, tinha ficha criminal em Jataí por crime de homicídio e estava-se aguardando o encaminhamento do pedido de prisão da mesma.
De acordo com o delegado, a identificação e a localização de familiares será fundamental na elucidação da causa e autoria do crime, pois seria possível saber se a vítima teria inimigos, se era usuário de drogas, enfim, informações que possam estabelecer também alguma ligação com os moradores de ruas que estavam no imóvel abandonado.
Aliás, o criminoso escolheu um local, no mínimo, atíco. Apesar de estar localizado na região central, o imóvel é cercado por uma igreja, abaixo tem o prédio da Secretaria Estadual da Fazenda e do lado e em frente, estabelecimentos comerciais. O local escolhido para enterrar o cadáver não dá para ser visto da rua, mas se havia alguém na construção abandonada, não teria como o fato ser ignorado. Todas as pessoas detidas, obviamente, negaram envolvimento.
O perito criminal Ronaldo Caetano informou à reportagem que o corpo encontrado é de um homem de pele parda, cabelo crespo e com uma tatuagem no braço, aparentemente com 25 a 30 anos de idade. Uma família esteve no IML para fazer o reconhecimento, mas o exame papiloscópico (de impressão digital) deu negativo e, portanto, a última informação, até o fechamento da edição, é de que a vítima não estava ainda identificada.

Autor(a): Da Redação

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