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Copa do mundo: Anapolinos comemoram vitória

Esportes Comentários 13 de junho de 2014

Em Anápolis, o clima da Copa começou logo no início da tarde desta quinta-feira,12


Em Anápolis, o clima da Copa começou logo no início da tarde desta quinta-feira,12. As ruas ficaram vazias e, movimento mesmo, somente em alguns bares, onde grupos de torcedores se reuniram para assistir a partida. Após o jogo, também, houve comemoração em alguns locais e carreatas para comemorar a arrancada ao hexa.
Na abertura da Copa do Mundo e jogando em casa, o Brasil fez o seu papel e venceu a Croácia, pelo placar de 3 a 1. O País já levantou a taça cinco vezes, um símbolo de vitória que começou com o capitão Belini, na Copa de 1958.
A marca de consagração e simbolismo começou em 1958 no Estádio Rasunda, em Estocolmo, na Suécia. A história é mais do que conhecida, mas não custa repetir. Ainda sob o impacto da emoção da conquista, o capitão Belini não sabia bem o que fazer com a taça de campeão do mundo que acabara de receber do Rei Gustavo. Foi quando os fotógrafos mais baixinhos - história contada pelo próprio Belini – gritaram para o capitão levantar o troféu, para que pudessem registrar o momento. Estava eternizado o gesto. Quatro anos depois, um jogador da mesma posição, o zagueiro Mauro, reserva de Belini em 1958, o repetiria. A foto, depois, de dele ser beijado pelo chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho correu o mundo.
Depois do hiato, em 1966, chegou a vez de Carlos Alberto Torres, o “capita do tri”, levantar o troféu no Estádio Azteca, na Cidade do México. Orgulhoso, ele lembra o momento. “O Belini foi o primeiro a levantar a taça. Mas fui eu o primeiro a beijá-la” lembrou.
Vinte quatro anos se passaram para outro brasileiro ter a honra de erguer o troféu. Dunga, o capitão do tetra, foi o privilegiado para mostrar para todo o mundo que o futebol brasileiro voltava a ser o maior.
Em 1998, foi quase, bateu na trave. O Brasil foi derrotado na final pela França, e Dunga perdeu a oportunidade de bisar o gesto. Mas, em 2002, não houve erro nem imprevisto. Cafu não só levantou a taça de pentacampeão do mundo como passou uma mensagem de amor à sua mulher, Regina, e de solidariedade social à comunidade carente em que foi criado, em São Paulo, o Jardim Irene.
A partir de 1958, portanto, no gesto preconizado por Belini, todos os capitães, de todas as seleções, repetiram o gesto carregado de simbolismo. Em 2014, quem será o capitão que levantará a taça no dia 13 de julho no Maracanã lotado, caso o Brasil conquiste o hexa? (Fonte: CBF)

Autor(a): Da Redação

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