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Contexto Político - Ed.215

Contexto Político Comentários 22 de maio de 2009


Pensamento:
"Na vida, não existem soluções. Existem forças em marcha: é preciso criá-las e, então, a elas seguem-se as soluções." (Antoine de Saint-Exupéry)

Sem querer...
O Presidente Lula desautorizou, categoricamente, as insinuações de que pretende ser candidato a mais um mandato. É que ressuscitou na Câmara Federal, a idéia de uma emenda constitucional que permitiria a que ele concorra a um novo mandato. Faz lembrar o personagem Chaves, do SBT. “Sem querer, querendo...”. Por falar em Chaves, um seu xará, aquele da Venezuela, aos poucos vai se perpetuando no poder. Hugo Chavez é amigão de Lula.

Sumiu
O Governador Alcides Rodrigues há tempos não põe os pés em Anápolis. Estaria ele indisposto com as lideranças locais, ou é falta de agenda? E lembrar que foi em Anápolis que ele obteve a maior votação proporcional para se eleger.

Inteligência
Finalmente surgiu alguém com coragem suficiente de, pelo menos, questionar a ação do Governo Municipal. Esta semana o vereador Fernando Cunha disparou críticas contra a Prefeitura que não estaria cuidando bem do sistema viário da cidade. Aliás, esse tipo de procedimento até ajuda o Prefeito. Ao contrário do grupo de baba-ovos que fica o tempo todo bajulando o poder, em busca de migalhas, ou favores. O contraponto é essencial em qualquer regime democrático. (foto dele, Fernando)

Processados
Falando em vereador, um razoável número de parlamentares anapolinos enfrenta processos de variadas naturezas na justiça de Goiás. Execuções fiscais, processos criminais, cíveis, etc. Quem quiser maiores detalhes pode entrar no site do Tribunal de Justiça do Estado.

E mais...
Ainda sobre o tema processos, tem gente apostando que gente vai perder o mandato em Anápolis logo, logo. Alguma coisa a ver com compra de voto, abuso de poder econômico, coisas assim. Ah, credo!

Contrapartida
A realização de obras em parceria com o Governo Federal exige a contrapartida financeira das prefeituras. E seria por contra disso, que alguns projetos estariam sendo repensados na região de Anápolis. Fala-se, ainda, que outros estariam sendo abandonados porque foram concebidos em administrações anteriores. Ciúme de homem é complicado.

Repeteco
Mais uma vez, o presidente regional do PMDB, Adib Elias esteve em Anápolis, esta semana, participando do encontro municipal do partido. Adib está pra lá de entusiasmado com a praticamente certa candidatura do Prefeito de Goiânia, Íris Resende, ao Governo do Estado no ano que vem. E diz que, a partir de agora, Íris vai andar mais pelo interior do Estado. Anápolis é parada obrigatória, na visão de Adib. Foto dele (Adib).

Ferro e fogo
Servidores que exerceram bons trabalhos técnicos em governos passados estão, hoje, jogados em alguns cantos das repartições públicas por aí. Pelo simples motivo de haverem optado por outras propostas políticas em outubro passado. Lembrando Getúlio Vargas, “aos amigos tudo”.

Reserva
Um valor estimado em R$ 12 milhões estaria sendo guardado a sete chaves para a ativação de importantes obras na região de Anápolis. Seria para um trabalho de impacto, chamando a atenção da comunidade. Mas, R$ 12 milhões para uma cidade do porte de Anápolis, parece meio pouco. Ou não?

Populismo
Já está na hora de se parar com alguns procedimentos populistas tipo convocar a imprensa para ver crianças escovando os dentes. Ou, para falar que os pequenos comerciantes têm direito a crédito nos bancos oficiais.

Exclusivo
Dentro de um ano, um ano e meio, no máximo, Anápolis estará ganhando mais um complexo de ensino superior. Desta vez, serão as faculdades do SENAC, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Todas as providências técnicas estão sendo adotadas para que o processo não seja retardado.

Preocupante
A demora em se definir o projeto do aeroporto de cargas em Anápolis é, por demais, preocupante. Acontece que, sem este aeroporto, a Plataforma Multimodal vai para o espaço, literalmente. Empresa grande nenhuma vai querer desenvolver propostas de logística numa cidade onde não existe transporte aéreo. O que mais chama a atenção, todavia, é a morosidade e a falta de informações sobre o projeto. De nada adianta o Governo do Estado alardear que tem a plataforma, quando qualquer pessoa de inteligência razoável sabe que a simples liberação de uma área não é o suficiente para se concretizar um projeto de tal envergadura.
E, sem a plataforma, com a mais absoluta certeza, a idéia que se criou em torno de Anápolis como grande centro distribuidor de bens e serviços, simplesmente vai desaparecer. Salvo melhor juízo e mais completa avaliação, tem-se como certo que estaria faltando vontade política em relação a Anápolis. E, se bobear, o aeroporto de cargas vai, mesmo, para a região de Planaltina. Estaria faltando, o quê, então? Falta um movimento das poucas lideranças políticas que ainda restam em Anápolis, dos empresários, das associações representativas para cobrar uma definição do Governo. Onde estariam os líderes de Anápolis? Por que não aparecem, não reclamam, não reivindicam, não exigem?
A não ser, é claro, que todos estejam plenamente satisfeitos com isso. Caso contrário, não havendo essa levante, corre-se o risco de ver o projeto da plataforma naufragar nos sonhos, na ilusão e na decepção do povo de Anápolis.

Efeito Dilma
A volta da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef ao hospital no começo da semana, causou preocupações no Palácio do Planalto. Embora os médicos garantam que o mal-estar que ela sentiu era previsível, há quem defenda que a ministra deva se afastar do cargo para fazer um tratamento mais tranquilo. Afinal, é em Dilma que o Presidente Lula aposta todas as fichas para sucedê-lo.

Nepotismo
O termo nepotismo é proibitivo em repartições públicas de Anápolis. Está todo mundo no maior silêncio. Será por quê? Dizem que há exemplos, mais do que claros, de integrantes de um mesmo clã, sendo sustentados com recursos públicos. Na maior desfaçatez. Enquanto que em outras partes do Brasil, luta-se para acabar com essa praga.

Tartaruga
Passados quase cinco meses, alguns assessores diretos do Prefeito Antônio Gomide ainda não disseram ao que vieram. Até agora, muita entrevista e nenhum ação. Caso não seja orientação superior, está passando da hora de alguns justificarem a escolha. Ou pegarem “o boné”.

Autor(a): Nilton Pereira

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