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Comunidade aguarda melhorias na Polícia Civil

Segurança Comentários 11 de maro de 2011

Melhorais anunciadas para se aprimorar o trabalho dos delegados, agentes e escrivães em Anápolis, ainda estão na fase das promessas e dos estudos. Pouca coisa foi mudada


Em que pese uma série de promessas feitas, tanto durante a campanha eleitoral, quanto depois de conhecidos os resultados, a situação da Polícia Civil em Anápolis pouco mudou em relação ao que já existia no governo passado. Os problemas começam desde a falta de pessoal em quantidade suficiente, às improvisações e deficiências que se registram nas delegacias especializadas. A implantação de uma central de flagrantes, por exemplo, esbarra, dentre outras coisas, na falta de um local adequado para seu funcionamento. A indignação maior é que em Aparecida de Goiânia foi possível instalar-se uma central nesses moldes em prazo recorde.
Outro anúncio feito há tempos e que não se cumpriu até hoje, refere-se à reativação da Delegacia Especializada em Crimes e Acidentes de Trânsito. Ressalte-se que, durante décadas, esta delegacia funcionou no Município, prestando um inestimável serviços à sociedade, sendo desativada posteriormente. Também prometida, mas que nunca saiu do papel, uma delegacia de Proteção à Infância e à Juventude é uma das principais carências existentes na estrutura da Segurança Pública em Anápolis. Hoje, tanto os crimes praticados e os crimes sofridos por menores de idade, são tratados por uma única delegada.
Deficiências
Além das já apontadas, outras deficiências se somam ao longo dos anos, impedindo um melhor funcionamento da Polícia Civil em Anápolis. É o caso, por exemplo, da Delegacia de Proteção à Mulher, cujo espaço físico é insatisfatório para seu funcionamento pleno. Além disso, o volume de atribuições exige, há anos, a presença de um delegado adjunto, o que não foi possível providenciar até hoje. O grande problema, nesse caso, é a falta de um local adequado para a instalação da delegacia. O Delegado titular da Terceira Regional, Jerônimo Rodrigues, revelou um fato curioso. Quando se encontra um imóvel para alugar em condições satisfatórias para a instalação de uma delegacia e o proprietário descobre que é para esta finalidade, simplesmente cancela o negócio. “Ninguém quer alugar para a Polícia” diz ele, muito embora a Prefeitura tenha se comprometido em pagar o aluguel. É o que está ocorrendo, por exemplo, com o Sétimo Distrito Policial, que passou a funcionar em uma dependência alugada no Bairro de Lourdes. A Prefeitura vai bancar o aluguel por um ano.
Ainda, de acordo com o Delegado Jerônimo Rodrigues, está em andamento um trabalho para que parte da Polícia Civil seja instalada em um imóvel pertencente ao Estado, no centro de Anápolis. “Não é da Secretaria de Segurança Pública, mas é do Estado”, alega ele, sinalizando que por esse motivo, se torna fácil a ocupação do referido prédio. Convém salientar que a maior parte das delegacias de polícia em Anápolis funciona em dependências cedidas, improvisadas e/ou alugadas. São poucos os imóveis pertencentes ao patrimônio estadual.

Autor(a): Claudius Brito

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