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Coleta de medicamentos vencidos e sobras foi prorrogada

Geral Comentários 18 de janeiro de 2013

Até março, a população poderá fazer o descarte de remédios impróprios para o consumo em diversas farmácias


O presidente executivo do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás e também coordenador do Grupo Técnico de Medicamento (GTMGO), Marçal Henrique Soares, informa que a Coleta Amostral de Medicamentos Vencidos e Sobras Domiciliares foi prorrogada até o dia 29 de março próximo. Até lá, portanto, a população poderá levar às farmácias parceiras os medicamentos que guardam em casa e que estejam impróprios para consumo.
De acordo com Marçal Soares, a Coleta Amostral de Medicamentos Vencidos e Sobras Domiciliares, é realizada em Goiás pelo Grupo Técnico de Medicamento (GTMGO), o qual coordena, sob orientação do GTT de Medicamentos (coordenado pelo Ministério da Saúde com o apoio da Agência nacional de Vigilância Sanitária- Anvisa). No Estado, o projeto piloto é desenvolvido em três municípios: Goiânia (capital), Aparecida de Goiânia e Anápolis.
O coordenador do GTMGO Goiás desenvolve uma modelagem diferente para o aproveitamento do material descartado, que não será jogado em lixões ou em aterros sanitários, para evitar a contaminação do solo. Os resíduos serão co-processados e irão se transformar em combustível alternativo para indústrias de cimento. Esse trabalho esta sendo feito pela empresa Ecoblending Ambiental, única no País a ser licenciada para este tipo de atividade com medicamentos e que está participando voluntariamente da coleta. A empresa Multidata, por sua vez, forneceu um software para coletar e tabular os dados da amostra, que servirão de referencial para apontar os volumes coletados e os eventuais custos decorrentes da logística reversa, que entra em vigor a partir do ano que vem. Os Laboratórios GeoLab, Teuto e Hypermarcas, a JMF Transportes e a Uruaçu cargas são também patrocinadores oficiais desta coleta.
Além da questão ambiental, Marçal Soares reforça que a retirada dos medicamentos impróprios para consumo nas chamadas “farmácias domésticas”, é uma forma de prevenir acidentes domésticos com a automedicação (repasse de medicamentos vencidos ou sobras de uma pessoa para outras) ou, mesmo, de eliminar riscos à saúde das próprias pessoas- crianças ou adultos- com uma possível ingestão de remédios que estejam em condições impróprias ao consumo.

Autor(a): Da Redação

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