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CMTT diz que “furões” estão funcionando dentro da legalidade

Trânsito Comentários 23 de novembro de 2012

Órgão de trânsito afirma que todas as informações solicitadas pelo Ministério Público foram atendidas e que petição foi negada no Judiciário


A Companhia Municipal de Trânsito (CMTT) informou ao CONTEXTO que as informações solicitadas pelo Ministério Público foram atendidas e que, em razão de “inexistirem irregularidades, como a própria reportagem mencionou, a petição foi negada pelo Judiciário”.
O órgão de trânsito esclareceu, ainda, que não é pertinente a denúncia no que tange a não aferição dos chamados “furões” pelo Inmetro, uma vez que a legislação vigente prevê essa fiscalização apenas para as “barreira eletrônicas”. Os “furões”, conforme a CMTT, são homologados com prazo de validade de três anos, sendo que os 19 equipamentos instalados na Cidade estão homologados e, dessa forma, não há nenhuma irregularidade. A direção da CMTT aponta ainda nunca ter sido dito que os “furões” foram aferidos por um técnico, “ademais a legislação não permite”, reforçou.
“Mais de uma vez afirmamos e voltamos a reafirmar que os condutores de veículos automotores nunca foram “multados” nos cruzamentos monitorados estando no sinal verde ou amarelo, ademais, as imagens estão disponíveis nesta CMTT para quaisquer questionamentos ou dúvidas. Que o condutor que alega ter sido notificado nestas circunstâncias (verde ou amarelo), para sanar suas dúvidas que nos procure e teremos o imenso prazer de mostrar a verdade dos fatos”, esclareceu o órgão de trânsito.
A CMTT destaca, em relação à questão do tempo de retardo, que a medida somente foi adotada baseada em estudos técnicos e através de comprovação estatísticas do aumento de acidentes de transito nos cruzamentos monitorados, “o que levou a CMTT a diminuir o tempo de retardo, assim como é feito em outras cidades inclusive na capital do Estado. Tudo dentro da legalidade”.
Quanto a “insatisfação da população”, a direção da CMTT observa que, infelizmente, “para aqueles que buscam burlar a lei, descumprir a legislação de transito e o Direito de terceiros (lei de Gerson – Levar vantagem em tudo) procuram imputar responsabilidades no poder público e não em suas irresponsabilidades e necessidades de mudança de comportamento”, finaliza.
O CONTEXTO publicou a matéria em cima de fatos narrados na peça apresentada pelo Ministério Público e, devido ao fechamento da edição, não foi possível ouvir a autoridade de trânsito. Entretanto, com o compromisso que temos com os nossos leitores e também para com as autoridades constituídas, assim que tomamos conhecimento dos fatos, através de uma nota do CMTT, providenciamos a sua publicação na internet, para que os leitores sejam bem esclarecidos, assim como faremos na próxima edição impressa.

Autor(a): Da Redação

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