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Ciências Ambientais - UniEVANGÉLICA tem aula inaugural do Mestrado e Doutorado da matéria

Educação Comentários 22 de maro de 2019

Instituição está mais próxima do sonho de seus fundadores, que é transformá-la hoje centro universitário, em universidade


O Centro Universitário de Anápolis – UniEVANGÉLICA dá mais um passo importante para se transformar em uma universidade. Na última terça-feira (19), foi realizada na instituição a aula inaugural do Mestrado e Doutorado em Ciências Ambientais. Os dois cursos fazem parte do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente.
Este é o primeiro doutorado oferecido pela instituição – a turma que iniciou as aulas é composta por 10 alunos. No mestrado, são 22 estudantes participantes. De acordo com a professora Dra. Vivian da Silva Braz, coordenadora do programa, no final do ano serão abertas novas vagas.
Um dos objetivos das aulas e demais atividades desenvolvidas é oferecer uma proposta diferenciada de qualificação para os profissionais e capacitar os participantes para a pesquisa e para atuarem no ensino superior. “O Doutorado e Mestrado em Ciências Ambientais são importantes para fortalecimento do papel regional da UniEVANGÉLICA. São alunos de Anápolis e regiões próximas que farão parte de um programa qualificado. É um papel fundamental na interiorização do conhecimento”, ressalta a professora Vivian Braz.
Membro do Conselho da Associação Educativa Evangélica, Geraldo Espíndola, que é mestre em ciências ambientais pela UniEVANGÉLICA, exaltou o “dia histórico” e a “conquista grandiosa da instituição”.
“É uma grande vitória e nós estamos muito agradecidos a Deus por este momento que se torna um marco importante na busca de um melhor nível conceitual na educação brasileira, para pleitear novos projetos para a instituição”, ressalta. Geraldo Espíndola destaca ainda os investimentos em recursos humanos e estruturais que serão realizados para que o Mestrado e Doutorado tenham bom êxito e atinjam o propósito de incentivar a pesquisa em Anápolis, no Estado de Goiás e em todo o Brasil. Ele informou ainda que existe a possibilidade de início do Mestrado em Odontologia da instituição.
O Reitor Carlos Hassel Mendes expressou sua “alegria muito grande” pelo inicio do Doutorado em Ciências Ambientais. Existe a expectativa de que no ano que vem a instituição passe a oferecer quatro mestrados e dois doutorados, condição mínima para que o Centro Universitário de Anápolis – UniEVANGÉLICA se transforme em universidade.
“Este é o resultado de muito trabalho, de muito empenho da nossa mantenedora, de investimentos em nossos programas de mestrado e, agora, de doutorado. Queremos que nossos pesquisadores possam publicar suas produções em publicações nacionais e internacionais. Estamos concretizando um grande sonho”, evidencia Hassel Mendes.
“Foi um longo período de luta e dificuldade, mas estamos no caminho para a realização do principal sonho de nossos fundadores, que é transformar o Centro Universitário de Anápolis em universidade”, acrescenta o reitor da instituição. Ele cita importantes investimentos que estão sendo feitos na estrutura da UniEVANGÉLICA para atender aos cursos de Mestrado e Doutorado, como a construção de um prédio que será usado apenas pela pós-graduação, os laboratórios disponíveis, além da busca por recursos junto a agências de fomento à pesquisa.
QUALIFICAÇÃO
No Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente da UniEVANGÉLICA, todos os professores são doutores ou pós-doutores. “Isso qualifica também nossa graduação, onde 80% dos docentes são mestres ou doutores. Esse é um grande diferencial da UniEVANGÉLICA no contexto educacional, não só de Anápolis, mas de Goiás e até mesmo do Centro-Oeste. É uma qualificação que nos coloca em destaque. A UniEVANGÉLICA e a mantenedora, Associação Educativa Evangélica, tem investido na formação dos seus docentes, com qualificação e dando apoio”, pontua ainda o reitor Carlos Hassel Mendes. “O maior legado que podemos deixar para a comunidade de Anápolis e para o nosso Estado é uma educação de qualidade”, menciona.
Para o pró-reitor de pós-graduação, pesquisa, extensão e ação comunitária, Prof. Dr. Sandro Dutra, a produção de conhecimento na UniEVANGÉLICA está em franca expansão. Mais de 100 doutores atuam na instituição, com produções científicas diversas. “É o fortalecimento de um grupo de pesquisadores em excelência que a instituição tem e que se juntaram para essa nova missão”, afirma. Ele menciona a importância da união entre a Pró-Reitoria de Pesquisa, coordenada pelo professor Sandro e a Pró-Reitoria Acadêmica, coordenada pela pró-reitora professora Cristiane Bernardes. “Não podemos jamais dissociar ensino, extensão e a pesquisa. A ciência precisa buscar soluções para problemas da sociedade”, referenda.
AULA INAUGURAL
Durante a acolhida institucional e aula inaugural do Mestrado e Doutorado em Ciências Ambientais, a Professora Dra. Doris Sayago, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília, ministrou a palestra Sustentabilidade e interdisciplinaridade: o papel da universidade.
“A primeira mensagem é o desafio que eles têm pela frente (é que) eles precisam pensar fora da caixinha. E a caixinha é uma pressão muito forte de todo o mundo externo. Então, eles precisam começar a pensar em problemas das pesquisas que tenham essa possibilidade de trabalhar em equipe, de trabalhar em conjunto, mas para isso precisam ser criativos, pensar em soluções reais, pensar em soluções rápidas para os problemas que eles têm ao redor”, explica Dra. Doris.
“A gente só faz ciência e ciência bem sucedida e com o olhar interdisciplinar quando se faz com paixão, ou seja, buscando soluções para os problemas que temos no nosso dia-a-dia”, pontua ainda. Para ela, parcerias entre as instituições são extremamente importantes para o desenvolvimento da pesquisa. Nesta terça-feira, a UniEVANGÉLICA e a UNB firmaram uma parceria para a realização do Congresso Internacional Pesquisa, Ensino e Extensão do Centro Universitário de Anápolis, que será realizado em breve na instituição.
Ela indica um dos desafios da produção de conhecimento: “pensar a ciência na prática. De que adianta você fazer pesquisa, investimentos enormes e você não ver soluções para as coisas que nos preocupam no dia-a-dia?”.


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