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Cidade tem menos casamentos e mais divórcios, segundo o IBGE

Geral Comentários 16 de novembro de 2017

Dados do Registro Civil revelam que houve, também, queda no número de nascidos vivos e de óbitos


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou a Estatística de Registro Civil, com dados referentes a 2016. O estudo traz números de casamentos; divórcios, nascidos vivos e óbitos. No recorte para o Município de Anápolis, chama a atenção que o número de divórcios teve um crescimento bem superior, na comparação do ano passado com o ano anterior, ou seja, 2015.
De acordo com o IBGE, no ano de 2016 foram registrados, no Município, 3.264 casamentos. Em 2015, foram 3.448. Portanto, uma queda de 5,34%. Já, o número de divórcios teve crescimento de 17,79%, saindo de 708 registros em 2015, para 834 no ano seguinte. Os divórcios registrados judicialmente (1ª instância) foram 481 no ano de 2016 e 366 em 2015. Já os registros em escritura pública (tabelionato de notas), foram 342 registros em 2015 e 353 no ano passado.
O número de nascidos vivos, conforme o lugar de nascimento da mãe, registrou queda de 4,56%. Em 2015, foram 6.251 registros e, no ano passado, 5.966. Já, o total de óbitos em 2016 foi de 5.080 registros contra 5.138 de 2015, havendo uma queda de 1,13%. O número de óbitos fetais permaneceu instável, com 39 registros em 2015 e 2016.
Na série histórica, o ano que registrou maior número de casamentos foi 2014: 3.446 e o de menor registro foi 2004, 1.956 registros. Em 2014, houve, também, o maior número de divórcios, tanto judicial quanto por tabelionato: 643 e 398, respectivamente. Em 2007 e 2008, houve o menor número de registros em primeira instância judicial e, em 2008, o menor número de registros em escritura pública. Entretanto, vale lembrar que em 2007, entrou em vigor a Lei 1.441 permitindo separação consensual e divórcio consensual por via administrativa, por meio dos cartórios, não havendo filhos menores ou incapazes do casal e com o cumprimento de outros requisitos previstos no dispositivo.

Goiás
Segundo o IBGE, Em 2016, foram registrados 95.439 nascimentos com mães residentes em Goiás, dos quais 94.225 nascidos no ano de 2016 e 1.214 registros extemporâneos (aqueles que não são feitos no ano de ocorrência do nascimento). Em comparação com 2015, o número de registros diminuiu 5,85%.
O total de óbitos ocorridos em 2016, de pessoas residentes em Goiás, foi de 36.888, uma diminuição de 1,95% em comparação com 2015. Do total de óbitos ocorridos no Estado, no ano de 2016, 4.205 foram por causas violentas (11,40%). Destes, 86,52% dos óbitos por causas violentas eram de pessoas do sexo masculino (3.638 óbitos). Em 2016, em Goiás, ocorreram 1.098 óbitos de crianças menores de um ano (1.074 em 2015), dentre os quais 571 (52,0%) de crianças com menos de sete dias (neonatal precoce), 211 (19,2%) de 7 a 27 dias (neonatal tardia) e 311 (28,3%) de 28 a 364 dias (pós-neonatal). Predomina o peso da componente neonatal (precoce e tardia) com 71,2% do total de óbitos de menores de um ano, um pouco abaixo do percentual apresentado em 2015 (72,6%).
No ano de 2016 foram registrados 38.654 casamentos entre cônjuges masculino e feminino em Goiás, número inferior ao registrado em 2015 (42.735), representando redução de 9,55%.
A Estatística do Registro Civil investigaram mais uma vez, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A aprovação da Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça de 2013, possibilitou o levantamento das informações referentes a casamentos entre pessoas de mesmo sexo em todo o território nacional. Em Goiás, foram realizados, em 2016, 166 registros de casamentos entre cônjuges do mesmo sexo, 12,63% a menos que em 2015 quando foram registrados 190 casamentos entre cônjuges do mesmo sexo. Em 2016, foram 75 casamentos entre cônjuges masculinos e outros 91 entre cônjuges femininos. Desses casamentos, 89 foram realizados em Goiânia, sendo 45 casamentos entre homens e 44 entre mulheres.
Em 2016, a Pesquisa Estatísticas do Registro Civil contabilizou, em Goiás, 10.583 divórcios concedidos em 1º instância ou, por escrituras extrajudiciais. Esse total representou uma redução de 10,33%em relação a 2015, quando foram contabilizados 11.802 divórcios. (Com informações do IBGE)

Autor(a): Claudius Brito

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