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Chegada das festas de fim de ano preocupam a PM

Polícia Comentários 09 de novembro de 2012

Para o comandante do 3º CRPM, Coronel Alexandre Elias, no final de ano o número de ocorrências tende a aumentar e o prolongação da greve na Polícia Civil pode agravar a situação


A chegada das comemorações de final de ano, e a greve na Polícia Civil, preocupam a Polícia Militar. De acordo com o coronel Alexandre Freitas Elias, comandante do Terceiro Comando Regional da Polícia Militar de Anápolis, a corporação tem se desdobrado “para atender às demandas da segurança pública na região, que não são poucas”.
Questionado se haveria algum esquema especial para a Cidade, assim como está ocorrendo em Goiânia, o comandante disse: “Estamos trabalhando com o que temos”. Ele, entretanto, afirmou torcer para que a paralisação da Polícia Civil chegue logo a um bom termo, em razão de que, com a chegada das comemorações do Natal e do Ano Novo, a tendência é de que haja um número maior de ocorrências.
Alexandre Elias observa que a demora no atendimento das ocorrências nas delegacias não deixa de causar problemas, por que as viaturas que deveriam estar prestando serviço em algum ponto da Cidade, acabam ficando paradas por um bom tempo.
Na última quarta-feira, 07, o comando de greve da Polícia Civil realizou, em Goiânia, uma Assembleia Geral sendo que, na oportunidade, foi deliberado que a greve continua por tempo indeterminado, até que o Governo do Estado apresente uma proposta para ser avaliada pela categoria. Ficou ainda decidido, que na próxima quarta-feira, 14, às 14 horas, acontecerá uma nova assembleia geral, em frente ao prédio da Secretaria da Fazenda, na Capital, para novas deliberações. Haverá, ainda, uma mobilização específica na região do Entorno do Distrito Federal, cuja data, local e horários serão divulgados posteriormente. Essa movimentação será encabeçada pela Ugopoci, Sinpol-GO e Sinpol-DF.

Paralisação geral
Ainda na próxima semana, o movimento grevista da Polícia Civil está programando uma paralisação geral por 12 horas dos policiais civis, inclusive, dos Institutos Médicos Legais e Instituto de Identificação. A paralisação, entretanto, só ocorrerá, caso até lá, conforme comunicado feito pela Ugopoci, o Governo não apresente uma proposta para ser levada à categoria. A data dessa paralisação também está em aberto.
Em reunião recente, o Comando de Greve e a Direção Geral da Polícia Civil, acertaram que os policiais civis serão obrigados a cumprirem a escala de reforço, “sob pena de responsabilidade”. O próprio comando de greve, por meio de um comunicado na internet, conclamou os policiais a respeitarem as escalas, pois estão ocorrendo problemas, sobretudo, em Goiânia, “porque os colegas das demais delegacias não estão reforçando as centrais de flagrante conforme combinado, sobrecarregando os colegas lotados nas centrais. O movimento por melhorias sempre foi em prol de toda a categoria, não é justo que poucos sejam obrigados a carregar o movimento para a maioria”, destaca o comunicado.

Autor(a): Claudius Brito

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