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Causos de Polícia

Causos de Polícia Comentários 31 de agosto de 2017


Fugitivo
O Gilson andou aprontando e cometeu crime de roubo. Mas, pensou que ninguém o encontraria na Vila Jaiara e, por isso mesmo, não se tocava. Andava de rua em rua, de bar em bar e de esquina em esquina. Não ligou para os conselhos dos amigos: “Rapaz, você está devendo... cai fora”. Mas, nada de ele concordar. Foi até que deu de cara com policiais do 28º BPM. Gilson estava perto de uma serralheria. Já no primeiro contato a casa caiu. Então, sem alternativas, foi levado para a Cadeia e deve responder pelos crimes que praticou.

Bobearam, dançaram
Policiais da viatura 8884 viram dois sujeitos parados numa rua da Vila Jaiara. Um dos sujeitos parados estava à pé. O outro, em cima de uma moto. Então, por dever de ofício, os militares decidiram dar uma checada: “E, aê, galera... Tudo em cima?”, disse um sorridente policial. “Sem alterações, chefia”, respondeu o sujeito que estava em cima da moto e que se chama Rafael. Mas, o sujeito que estava de pé e que se chama Jean, começou a ficar nervoso. O PM disse: “Fica frio, amigo. Vamos só dar uma olhada e vamos embora”, falou o militar. E, essa olhada foi feita de forma minuciosa, a ponto de ser descoberta com eles certa quantidade de uma substância semelhante a crack. O restante da história aconteceu no Plantão Policial

Encarou a PM
“Baixa a bola, meu chapa! Polícia não tem moral pra falar comigo não!”. Estas foram algumas das frases que o Pablo, de 21 anos, disparou contra policiais do 28º BPM, em uma rua da Vila Jaiara. O Pablo estava incitando um cão feroz para atacar outro mais dócil. Foi por isso que chamaram a Polícia. O Pablo, arrogante como ninguém, encarou os agentes da lei. Foi preciso muito diálogo, muita conversa e muita psicologia para convencê-lo a conceder uma entrevista ao delegado de plantão. Mas, ele acabou indo.

O disfarçado
Igor aparentava ser um cidadão acima de qualquer suspeita. Aparentava, porque, na verdade, ele está devendo à Justiça. Igor é acusado de praticar crimes de roubo e tinha contra si um mandado de prisão expedido pela Comarca de Silvânia. E, esta semana, ele circulava tranquilamente pelas ruas de Anápolis, a bordo de um Golf branco. Só que, a Polícia já o estava acompanhando. Abordagem de costume, checagem e não restou dúvida. Era ele mesmo. Foi levado para a Central de Flagrantes.

Sandálias do barulho
Tinha um sujeito circulando pela Avenida Fernando Costa em atitude suspeita. A suspeita aumentava porque ele aparentava esconder alguma coisa sob as vestes. Uma guarnição da PM resolveu abordá-lo. Era o Elias. “Tudo bem, cidadão?”, perguntou o policial. “Mais ou menos”, respondeu o Elias. “Mais ou menos por quê?”, perguntou o PM. “Nada não... deixa pra lá”, disse o Elias já saindo. “Peraí, vamos conversar mais um pouco”, falou o policial. Foi quando viram, entre as roupas do Elias, três pares de sandálias novinhas, ainda na embalagem. Sem ter como explicar, ele confessou que havia furtado as referidas sandálias, o que foi confirmado em um estabelecimento comercial das proximidades. Elias foi em cana.

Fuga frustrada
Havia uma barreira policial montada na Avenida Angélica, no Conjunto Filostro Machado. Era um procedimento de rotina, com a abordagem de veículos. Ali estavam as viaturas 9349; 8872, 8858 e 8868. De repente, apareceu uma moto. E, em cima da moto estava um casal. O casal que estava em cima da moto ignorou a ordem de parar e saiu em alta velocidade. Eram o Lucas e a Stephanne. Por que fugiram? Porque a moto era roubada. O casal foi alcançado e levado para a Delegacia de plantão. Lá, o Lucas estava desesperado querendo contratar um advogado para livrá-lo da enrascada em que se metera.

TV no mato
Policiais militares acharam estranho o procedimento de um sujeito nas proximidades do Brasil Park Shopping. Resolveram, então, averiguar mais de perto. Era o Éric. Quando ele viu os homens de farda, deu a maior tremedeira. Em cinco segundo abiu o bico e confessou que havia furtado uma TV de 49 polegadas em uma clínica médica ali pertinho. “Cadê a TV?”, perguntou o PM. “Tá ali no mato” disse o Éric. E, estava mesmo. O aparelho fora escondido em um matagal próximo ao Ginásio Internacional. A TV foi recuperada e devolvida ao legítimo proprietário. O Éric foi levado para o Plantão, acusado de furto.

A valentona
Uma mulher de nome Vasti apareceu no comércio do Emanuel, na região do Jardim Tesouro, em alto estado de embriaguês. Ela dizia que o comerciante estava lhe devendo 50 reais. O Emanuel disse que era, justamente, o contrário e que ela, a Vasti é quem lhe devia 10 reais. Foi o jeito chamar a Polícia, Quando a viatura chegou, a Vasti ficou mais furiosa ainda, desacatou os integrantes da guarnição e disparou todo o vocabulário de palavrões que sabia. Resultado: foi levada para o Plantão Policial.


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