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Casos de Polícia - Ed.535

Causos de Polícia Comentários 04 de setembro de 2015

Notas Gerais


Sem perfume, sem celular


O Edivaldo foi à casa de sua namorada, no Jardim Calixto, e estava na porta conversando com ela. Ele tinha uma surpresa para a amada. Comprou um perfume da marca Coco Chanel e iria presenteá-la com ele. Iria, pois não deu tempo. Lá chegaram três elementos em um Ford Scort preto e deram-lhe voz de assalto. Para tanto, apontaram-lhe uma faca que mais parecia uma espada romana. Além do perfume que daria à namorada, o Edivaldo ficou sem o celular. Depois, chamou a polícia.


 


Até no salão


Já passava das onze da noite e a Rosângela se preparava para fechar seu salão de beleza, na Vila Jaiara. O dia fora intenso e ela atendera a um grande número de clientes. Estava feliz da vida. Mas, esta felicidade acabou em alguns segundos. É que dois elementos mal-encarados entraram no salão, armados de revólveres e foram logo dizendo o que queriam: tudo o que valesse alguma coisa, inclusive dinheiro. Os bandidos levaram 400 reais em espécie, a bolsa da Rosângela com documentos, celular, cartões de crédito e as chaves de sua casa. Depois, sumiram na escuridão.


 


Falsa inocência


Domingo passado a Lucélia estava na porta de sua casa, na Rua Benjamin Constante, quando surgiu um rapaz aparentando ser menor de idade. “Dona me dá dois reias. Eu peguei o ônibus errado e preciso voltar pra casa”, disse ele. Lucélia respondeu que não tinha. “Então, a senhora me empresta seu celular que eu vou ligar pra minha mãe vir me buscar”, replicou o sujeito. A Lucélia, então, na maior inocência, deu o telefone ao rapaz. Este fingiu que iria se assentar no meio-fio, mas, se afastou um pouco e saiu na maior carreira. Levando o celular, claro. A Lucélia disse que, de agora em diante, não confia em mais ninguém.


 


Desaforados


Policiais do Quarto BPM patrulhavam as ruas do Setor Sul, quando viram uma moto preta ocupada por dois elementos. Resolveram checar a placa e descobriam que o veículo era produto de furto. Foram atrás da dupla. Percebendo a perseguição, os dois aumentaram a velocidade. Cerca daqui, cerca dali, até que o condutor da moto perdeu o controle e, ambos caíram. Mas, se levantaram rápido e entraram em uma mata. A polícia entrou atrás. Foi quando veio a surpresa: os fugitivos fizeram quatro disparos de arma de fogo. Os policais revidaram. Minutos depois, o José Gabriel foi cercado e se rendeu. Mas, disse que o revólver estava com seu comparsa, apelidado de “Dimenor”.  Este desapareceu. Os policias disseram que vão pegá-lo. É questão de tempo.


 


Namorados brigões


Edualdo e Ivone são namorados há um ano. Mas, brigam, que só vendo. Esta semana eles, de novo, entraram em conflito e o Edualdo armou-se com um banco de madeira e acertou a amada com vários golpes, deixando-a bastante ferida. Familiares da moça correram em seu socorro e amarraram o Edualdo até chegada da polícia. Os policiais militares conduziram o agressor para o plantão, onde foram tomadas as providências. Um dos policiais comentou: “Antes de casar já está assim, imaginem depois...”.


 


Lavou, levaram


Três e pouco da tarde e o Naydson estava lavando seu carro, um Corsa prata, na porta de sua residência, no JK Industrial. Nisto, surgiram dois homens, um deles armado de revólver e disseram: “Gente fina, se você não se importar, nós vamos sair com seu carro. É que temos alguns compromissos e estamos atrasados. Caso você não concorde, vamos te deixar estendido aqui no chão, cheio de buracos de balas”. O Naydson concordou na hora. “Pode levar, amizade. O tanque está cheio. Façam bom proveito”.  Os bandidos agradeceram, entraram no carro limpinho e sumiram com ele.


 


Briga na festa


A Débora e o Sérgio estavam em uma festa e ele deu vontade de ir embora. “Vai você, eu vou ficar. Isto aqui tá bom demais”, teria dito ela. O Sérgio não gostou da resposta e os dois iniciaram uma discussão. Serenados os ânimos, ambos decidiram retornar para casa, no Residencial Copacabana. Mas, quando chegaram, o assunto reacendeu e o bate-boca ficou mais sério ainda. O pau quebrou de vez e só se escutavam as pancadas e os xingamentos. A Patrícia, que mora ao lado, resolveu chamar a polícia. Quando a RP chegou a coisa ainda estava quente. A Débora com a cara amassada e o Sérgio lá dentro arrotando valentia. Quando ouviu o PM chamando por seu nome, ele acalmou-se, mas, mesmo assim, foi levado para o Plantão Policial, onde bateu um longo papo com o delegado, Doutor Thiago Amorim.


 


Casal complicado


As coisas entre o Weder e a Renata, há tempos, não andam bem. Esta semana a relação azedou de vez e, depois de uma discussão, ele a agrediu, deixando várias marcas em seu corpo. A polícia foi chamada, mas quando chegou ao local ele não estava. Minutos depois, o Weder apareceu. Só que, quando viu a viatura, saiu correndo. Os policiais correram atrás e o detiveram, no Anexo Itamaraty. Perguntado o que havia ocorrido ele confessou que, de fato, dera uns sopapos na companheira. Mas, ressaltou: “Foi briga de igual pra igual. Eu, também, levei umas bordoadas. Na verdade, apanhamos à meia”. O casal, então, foi gentilmente conduzido à presença do delegado Thiago Amorim, pelo Sargento Elias.


 


Dupla do barulho


Salatiel e Douglas, mais conhecido por “Dodô”, velhos frequentadores das delegacias, foram presos. De novo. Desta feita, por estarem com uma motocicleta produto de furto. A moto foi localizada na casa de Salatiel. Depois, houve a informação de que uma dupla, ocupando uma moto com as mesmas características, estava praticando roubos na região da Vila Jaiara. A Polícia Civil está investigando o caso.

Autor(a): Nilton Pereira

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