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Casos de Polícia - Ed.534

Causos de Polícia Comentários 28 de agosto de 2015

Notas Gerais


Na garagem


Oito e meia da noite e o Denilson estava em sua garagem de vendas de veículos no centro, em companha de um funcionário de nome Pedro. Nisto, apareceram três elementos bem trajados, falantes e com cara de bons amigos. Mas, não eram. O trio era assaltante e roubou dinheiro, telefones celulares, partes de um toca CD e foi embora levando um carro Golf pertencente a um cliente, tomando rumo ignorado. Refeito do susto, o Denilson ligou para a polícia, mas, aí, já era tarde.


 


O pão do azar


O Osnildo foi a uma panificadora no Alto da Bela Vista comprar um pão quentinho para acompanhar a sopa que tomaria no jantar. A noite estava bem agradável e, ele sorria feliz da vida. Mas, de repente, não mais que de repente, apareceram dois sujeitos mal-encarados, de arma em punho e foram, logo, tocando o terror. “Tio, me dá esse celular aí. Se não der, o senhor vai embora deste mundo hoje mesmo”, disse um dos atrevidos ladrões. O Osnildo que, apesar da crise, pretende ficar por mais algumas temporadas aqui na Terra, não reagiu. Os bandidões levaram seu celular dos mais caros, com chip e tudo. Isto, por volta das sete e meia.


 


Mulheres no crime


Não tinha dado nem oito da noite direito e a Karla passava pela Rua Eugênio Jardim, no centro da Cidade. Logo, encostou um Gol de cor escura. No volante, um homem e, no banco traseiro, três mulheres. As mulheres desceram e cercaram a Karla. “Perdeu princesa, perdeu! Vai passando tudo o que tem aí”, disse uma das ladras. A Karla, diante de uma faca que mais parecia uma espada samurai, não teve alternativa que não fosse entregar a bolsa. Na bolsa havia dinheiro (R$200,00), documentos, medicamentos que ela toma diariamente, além do aparelho celular para cinco chips. Ela disse no plantão que as bandidas estavam “de cara limpa” e não se importaram que ela as olhasse de frente. Mas, disse que ficou tão assustada que não se lembra da fisionomia de nenhuma delas.


 


Caminhada fatal


O Eliésio estava indo para casa, no Jardim América, perto da Vila Formosa. O relógio marcava oito e meia da noite e tudo corria na mais absoluta tranquilidade. Mas, quando olhou para o lado, viu que estava sendo seguido por outro transeunte. Este se aproximou e foi dizendo na bucha: “Chefia, eu faço parte de um grupo especializado em tomar as coisas dos outros. Tomamos na boa, tomamos no tiro, na faca, tomamos do jeito que o cliente quiser". E, apontou um revólver em sua direção. Em seguida, sapecou um tiro. O Eliésio gelou da cabeça aos pés e não deu um pio. O bandidão tomou-lhe dois celulares, documentos de um carro, cartões de crédito e outros bens. Depois, tranquilamente, embarcou na garupa de uma moto que o esperava à meia distância e sumiu no mundo. O Eliésio disse que jamais experimentou uma situação daquelas e adiantou que vai deixar de fazer caminhadas à noite.


 


Assalto covarde


A Patrícia saiu da faculdade e seguia para casa. Como sempre o fazia, resolveu dar carona a uma amiga, pois já passava das nove da noite. Na Avenida das Nações, Jardim Bandeirantes, ela teve o infortúnio de ser fechada por um carro, que não soube dizer a marca, nem o modelo, muito menos a cor, pois ficou estática de medo. Do carro, desceu um bandido com um revólver na mão e foi logo mandando as duas descerem da moto. Elas desceram e ele subiu no veículo, desaparecendo na escuridão. O carro seguiu atrás. Ela só sabe que o ladrão é de cor branca e estava trajando camiseta e bermuda.


 


Parou, dançou


O Wembley ganha a vida trabalhando duro como motoboy. Esta semana ele foi levar um cliente a uma das ruas do Parque Brasília. Deixou o passageiro e retornava para o centro da Cidade. Nisto, seu telefone celular tocou e ele, como gosta de obedecer a lei, estacionou para atender. Nem viu que encostou outra moto, uma Honda de cor preta. Na moto, dois elementos estranhos que foram logo dizendo o que faziam: estavam procurando alguém para assaltar. E, deram de cara com o Wembley, desprevenido, distraído e com 120 reais no bolso. Era o que eles queriam. Levaram, ainda, o telefone celular e outros objetos de valor que o motoboy conduzia. Ele disse que os dois assaltantes usavam capacetes e, por isso, fica difícil descrever a fisionomia deles. Ficou no prejuízo, mas disse que o mais importante é que sua vida foi poupada.


 


Acharam a moto


Ao investigarem um furto ocorrido em uma fazenda na região de Interlândia, policiais militares identificaram um dos carros usados no crime. Era um Santana vermelho. “Esse carro é do Jaime”, disse uma testemunha. Então, foram atrás do tal Jaime, na propriedade rural de seus pais. Ele não estava. Mas, os policiais encontraram, ali, uma moto Yamaha, furtada no mês passado. Seguindo uma pista, os policiais foram ao Conjunto Filostro, onde, finalmente, encontraram o Jaime.  Mas, ele disse que comprou a moto por 400 reais. “Onde já se viu comprar uma moto por 400 reais?” perguntou o policial. “É que o cara estava apertado, precisando de dinheiro”, ponderou o Jaime. Mas, depois, ele foi reconhecido pelo dono da moto. “Foi ele mesmo, seu policial, foi ele que me tomou a moto”. O Jaime, diante disso, acabou indo se hospedar no “hotel” do Governo, que fica no Jardim das Américas III Etapa.


 


Confusão doméstica


A Isabel, que mora no Residencial Santo Expedito, está separada do Raimundo. Mas, disse que ele não larga de seu pé. Domingo passado, o ex da Isabel foi à sua casa puxar briga. Discutiram bastante e ele, não satisfeito, deu-lhe uns catiripapos. Ela disse que não quer mais nada com ele, mas que ele a persegue. Pediu providências. A delegada disse que vai manda chamar o Raimundo para uma entrevista. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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