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Casos de Polícia - Ed.531

Causos de Polícia Comentários 07 de agosto de 2015

Notas Gerais


Comprando celulares


A Ruth, que mentiu o nome, dizendo se chamar Aline e que era menor de idade, em companhia da amiguinha de inicial M., foi a uma grande loja na saída para Brasília e desandou a comprar telefone celular. No total, mais de oito mil reais. Mas, ela não tinha um tostão sequer. Os fiscais ficaram de olho na dupla e, quando as meninas iam saindo sem passar pelo caixa, foram abordadas. Levadas para uma sala reservada, acabaram por confessar o furto. Lá fora, a Jane as esperava dentro de um carro Gol. Quando a casa caiu, a Jane desconversou. “Gente fina, eu não tenho nada com isso. Estou aqui só pra dar uma carona para as meninas”. Não colou... As três foram levadas para conversarem com o delegado de plantão. Lá, foram tomadas as providências de costume.


 


Roubadas na rua


Cinco e meia da tarde. Solzão de rachar mamona. Maria e Suely transitavam pelas ruas do Parque São João, na maior tranquilidade. Falavam sobre o jantar que iriam preparar e outras coisas do gênero. De repente, surgiu, não se sabe de onde, um elemento moreno, alto, 23 anos presumidamente, com uma sacola na mão. Dentro da sacola, um baita revólver. E, ele foi logo apontando a arma para as amigas, dizendo: “Caladinhas, vão passando as bolsas, não gritem. Se gritarem mato as duas”.  Assim, não deu nem para argumentar. Maria e Suely entregaram as bolsas, com dinheiro, documentos e celulares. O bandidão agradeceu e sumiu no mundo.


 


Visita indesejável


“Socorro, gente! Tem um cara aqui dentro da minha casa. Chamem a polícia”, gritava, desesperada, a Daniele. Isto por volta de nove e meia da noite, no Vivian Park. Sua vizinha, a Áurea, ouviu os gritos e ligou para o 190. Em poucos minutos os policiais do Quarto BPM chegaram. Mas, já era tarde. Não tinha mais ninguém na casa, a não ser a Daniele e um filho menor. Os PMs ainda deram uma busca pelas ruas, mas o safadão já havia se mandado. A Daniele disse que nunca o viu nem na feira vendendo banana.


 


Assalto covarde


O Themis estava na porta da casa de sua irmã Terezinha, dentro de seu carro, no Novo Jundiaí. Foi quando surgiram quatro bandidos armados drogados e agressivos. Deram voz de assalto e o levaram para dentro da casa, onde estavam a Terezinha e seu esposo, o José. Covardemente amarram a todos e trancaram dentro de um banheiro, enquanto faziam um verdadeiro limpa na residência. Levaram tudo o que conseguiram colocar dentro do carro Siena, pertencente à família. Além de roubar, os bandidos agrediram fisicamente as vítimas. O Senhor João, por exemplo, levou várias coronhadas na cabeça. Isto às nove e meia da noite.


 


Carro da confusão


Policiais do 31º CIPM abordaram um carro Gol que estava sendo dirigido pelo Warley. Com ele, dois acompanhantes: o Mauro e o Jaílson. “Documentos do carro e do senhor”, pediu, educadamente, o PM. “Seguinte, seu guarda: tem documento não. Eu comprei esse carro doe Wanderley e ele ainda não entregou os documentos”, justificou o Warley. “Cadê o Wanderley”, perguntou o policial. “Está na casa dele, vamos lá”, disse o Warley. E, foram. Chegando lá, o Wanderley disse: “Olha aqui... eu comprei esse carro do Cigano”. Ao que o policial disse: “Vamos atrás deste Cigano”, E, foram. Mas, nada de achar o tal Cigano. Assim, todos foram para a delegacia. Acompanhado de seu advogado, o Wanderley disse que só falaria em juízo. Direito dele.


 


Filmado furtando


O Wesley, dono de um bar na Vila Fabril, viu pelo sistema de câmera que seu estabelecimento estava sendo arrombado. Correu pra lá e conseguiu deter o acusado de nome Eder. A polícia chegou e o Eder confessou numa boa. “Fui eu mesmo... Sou usuário de drogas e precisava de dinheiro para comprar crack”.  Os policiais o revistaram e encontram, dentro de seu tênis, cerca de 45 reais que ele havia subtraído do caixa. Devolveu o dinheiro, mas, mesmo assim, foi levado para o Plantão Policial.


 


Dinheiro escondido


Nilza estava em frente a uma lotérica na Avenida Tiradentes. De repente, passou a Camila, arrebatou sua bolsa e saiu no maior carreirão ladeira abaixo.  A Nilza deu o grito e os populares começaram a perseguir a Camila. Cerca daqui, cerca dali e ela foi alcançada em frente a uma igreja, perto da Praça Oeste.  Não teve como negar, mas a bolsa não estava mais com ela. Quando a polícia chegou e deu-lhe uma prensa ela confessou que jogara a bolsa fora. “E o dinheiro?”, perguntou o PM. “Tá aqui, seu guarda”. E, sem qualquer cerimônia, apanhou as notas que havia escondido na sua roupa mais íntima. A Nilza pegou os 60 reais e foi direto para casa. A Camila foi direto para a delegacia.


 


Encararam a polícia


O Sargento Edgard, em companhia de outros policiais do 31º CIPM patrulhava as ruas do Vivian Park, quando deparou com um grupo de pessoas soltando pipas. Ao se aproximar, quase foi atingido por uma linha contendo cerol. Só não se feriu por conta da antena de proteção que tem na moto. Os integrantes do grupo correram, mas o Bruno foi alcançado.  Ele, todavia, não se intimidou e encarou os policiais. “Tira a mão de mim... tira a mão de mim, seus doidos...” gritava ele. Com muito jeito, depois de um longo diálogo, os policiais o convenceram a se aclamar. De repente, surgiu um grupo de pessoas tentando resgatar o Bruno, dentre elas, um seu irmão, menor de idade, que passou a desafiar os “homens de preto”. Este ainda portava certa quantidade de maconha. Foi todo mundo para uma entrevista com o doutor delegado. Colaborou Richardson de Bastos

Autor(a): Nilton Pereira

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