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Casos de Polícia - Ed.529

Causos de Polícia Comentários 24 de julho de 2015

Notas Gerais


Dois assaltos, dois presos


O Joel pegou a moto do Wellison e saiu por aí assaltando.  Primeiro foi a uma loja na Rua Nair Xavier, Vila Alexandrina. Assaltou. Depois, foi a uma farmácia na Rua Doutor Genserico. Assaltou. Mas, logo, caiu do cavalo. Com informações das vítimas, a Polícia Militar o localizou. Levado à presença dos comerciantes, ele foi reconhecido e não teve como negar. Disse que a moto era emprestada. A polícia foi à casa do Wellison, no Residencial Santo Antônio, e o prendeu, sob a acusação de coautoria. Na casa, foram encontradas várias bolsas e peças de roupas femininas, além de outros objetos, também, produtos de assaltos.


 


Assalto ousado


A Letícia ia passando pelas imediações do Ginásio “Newton de Faria”, quando foi abordada por dois elementos. Eram os menores ambos de iniciais J. que lhe deram voz de assalto. Com uma faca, obrigaram a moça a entregar o aparelho celular e, ainda, derrubaram-na no chão. O Weber, que estava nas proximidades, viu a cena e saiu em perseguição aos dois elementos. Já na Avenida Xavier de Almeida, perto de um posto de combustíveis, ele alcançou a dupla e, com a ajuda de um frentista, chamou a polícia. Os dois foram presos em flagrante. O Weber lamentou: “São menores... amanhã vão estar soltos, assaltando de novo”.


 


Pinturas na madrugada


O Paulo vinha pelas ruas do Setor Jamil Miguel conduzindo um carrinho de mão. Dentro do carrinho, algumas latas de tinta. Foi abordado pelos integrantes da RP 7437: “E, aí, gente fina. Vai para onde com essas latas de tinta?” Ele, todo posudo, respondeu: “Vou trabalhar... gosto de pegar bem cedo no serviço”. “Mas, à uma e meia da manhã, você não acha que está muito cedo?”, perguntou o policial. “É que eu sofro de insônia, então, em vez de ficar na cama sem fazer nada, vou para o trabalho adiantar o serviço”, ponderou o Paulo. “Então, vamos lá nesta obra onde você trabalha...” disse o PM. Aí, o Paulo se enrolou todo. “É longe, doutor... não compensa...”. “Não, a gente vai de carro, é mais fácil”, tornou a dizer o policial. O Paulo não teve mais argumento. Na verdade, os policiais estavam à sua procura, pois haviam sido alertados pelo guarda de uma construção próxima de onde ele havia subtraído as tintas. Foi preso na hora.


 


Parceiros de crime


Max, 20 anos e Wanderson, 26, são parceiros em tudo. Até para assaltarem. Esta semana, eles foram a um estabelecimento do Jardim Esperança e roubaram 150 reais. Não satisfeitos, agrediram o casal proprietário do comércio e o açougueiro que ali trabalha, com chutes, coronhadas na cabeça e outros tipos de lesões. Os policiais da viatura 7489, com informações fornecidas pelas vítimas, não demoraram muito e localizaram a dupla. Levados à presença dos comerciantes, estes não tiveram qualquer dúvida de serem eles os autores, embora as armas e o produto do roubo não tivessem sido localizados. O que mais chamou a atenção, foi que o pai de um dos assaltantes é amigo do comerciante dono do mercado.


 


Entrega fatal


O Hauley, motorista-entregador de uma cervejaria, estava fazendo uma entrega na Avenida Presidente Kennedy, quando, do nada, apareceu um sujeito de capacete branco na cabeça. Mas, na mão, um revólver que não crescia mais. E, foi logo dizendo o que queria: dinheiro. Levou 500 reais e correu para uma moto Titan vermelha, onde um comparsa o aguardava. Os dois sumiram no mundo. Hora do assalto? Nove e meia da manhã.


 


Estranha carona


Reginaldo mora no Residencial Munir Calixto. Esta semana ele foi ao banco e sacou R$ 1 mil. Tomou o ônibus e voltava para casa. Quando desceu do coletivo viu se aproximar um Gol preto, dentro do qual estavam três elementos. “Entra aqui, amizade. A gente vai te dar uma carona”, disse um dos ocupantes do carro. “Precisa não... eu moro bem ali...”, retrucou o Reginaldo. “Precisa sim, disse o outro, já com um revólver apontado para a sua cabeça”. “Então, vou aceitar a carona...” respondeu o Reginaldo, que não queria morrer. Os bandidos o conduziram até às proximidades da montadora Hyundai onde o abandonaram. Mas, levaram o dinheiro, os documentos e o celular de Reginaldo. Ele registrou a ocorrência e se disse aliviado por não ter ido embora deste mundo.


 


Pão recheado


A mulher de inicial O, foi abordada pela guarda do Centro de Inserção Social “Monsenhor Luiz Ilc” (cadeia pública) às cinco e meia da tarde. Iria levar alguns pães para um detento que ali se encontra. Mas, um agente prisional, desconfiado com o nervosismo dela, pediu para ver os pães. Apalpa daqui, apalpa dali, e, ele notou que um dos exemplares estava muito duro. Abriu o pão e viu que, dentro dele, havia um aparelho celular. Verificou os demais e acabou encontrando um carregador para o aparelho, mais 22 porções de maconha. A suspeita disse: “Foi um homem lá fora quem pediu para eu entregar aqui dentro. Juro que não sabia de nada”. A ocorrência foi registrada e a Polícia Civil vai cuidar do caso.


 


Séria ameaça


A Elizabeth viveu 27 anos com o Francisco. Hoje, estão separados. Esta semana ela recebeu 19 mensagens estranhas no celular. Uma delas dizia o seguinte: “Eu vi você conversando com um homem de um carro preto. Só não te matei porque Deus não deixou. Mas, vou te matar. Você sabe que eu sou capaz de fazer isso...”. Ela, então, correu para o Plantão Policial e narrou o acontecido. Confirmou que o Francisco é assim mesmo e que já registrou outras ocorrências contra ele. Pediu proteção. Colaborou Richardson de Bastos

Autor(a): Nilton Pereira

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