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Casos de Polícia - Ed.528

Causos de Polícia Comentários 17 de julho de 2015

Notas Gerais


Bateu, foi preso


O Fábio chegou em casa, no Residencial Jandaia e foi logo desligando a televisão. O filho menor, de dez anos, pediu: “Ah não, paiê... deixa ligada”. O Fábio engrossou o caldo e a esposa, a Haliny pediu para ele deixar o menino ver a TV. Ele só não deixou, como começou a xingar a mulher. Ela quis reclamar e entrou na peia. O Fábio a encheu de sopapos e ela chamou a polícia. Foi quando apareceram o Cabo Marcos e o Soldado Andrade. O Fábio afinou na hora. Mesmo assim, foi levado para o Plantão onde teve a primeira entrevista com o Doutor Willian Martins, o delegado de plantão.


 


Assalto frustrado


O taxista Bruno pegou dois passageiros na Praça Dom Emanuel. “Toca pra Avenida Brasil”, disse um deles. Assim foi feito. Mas, quando chegaram à altura do Estádio “Jonas Duarte”, um deles pediu para parar e simulou estar falando ao celular. O outro, que estava no banco traseiro, pegou um pano, sufocou o Bruno e passou a esmurrá-lo deixando-o desacordado. Tentaram fugir com o carro, mas não conseguiram. Levaram sua carteira com dinheiro e o celular. Instantes depois, o taxista recobrou os sentidos e deu o grito. Populares que estavam próximos ao local chamaram a PM e o Sargento Rosonei chegou em trinta segundos. Um pouco adiante, os populares seguravam um dos assaltantes. Era o Edglê, justamente o que agredira o taxista. Claro que ele foi, também, falar com o Doutor Willian. O comparsa sumiu, mas os policiais disseram que será por pouco tempo.


 


Roubada na rua


A Jackeline caminhava pausadamente, pelas ruas do Recanto do Sol. Levava no braço um capacete e, dentro dele, seus documentos, o celular e um pouco de dinheiro. De repente, sentiu o barulho de uma moto. Na moto estavam dois elementos. Um deles já chegou tocando o terror: “Perdeu, princesa, perdeu... passa a bolsa e o celular”, foi gritando. Ela, de tão assustada, nem reagiu. Entregou o capacete, com os pertences e disse no Plantão que não viu arma e que só deu para ver que era uma moto preta e que os elementos eram jovens e magros. Nada mais falou. Ainda não era oito da noite.


 


A arma curiosa


Zeloso como é, o Cabo Sandro vinha em patrulhamento no Residencial Flor do Cerrado, quando viu um grupo de pessoas perto de uma obra, onde estão sendo construídas várias moradias. Parou a viatura e resolveu bater um papo com a galera. Papo daqui, papo dali, e, ele desceu para fazer uma checagem melhor. Olhou para uma pilha de tijolos e viu algo estranho. Era um simulacro de arma de fogo. “Num dá tiro não, autoridade. Num tem nem espoleta. Eu uso só pra assustar algum ladrão que aparece aqui”, disse o vigia Renan. Mesmo assim, o policial recolheu a imitação de arma e a apresentou ao delegado de plantão.


 


Roubados em casa


Josemar estava em casa, no Vivian Park na companhia da mãe, de duas irmãs e de um sobrinho. Esperavam o jantar, pois o relógio marcava seis e meia da tarde. De repente, ouviram um barulho estranho e, sem tempo de reagir, viram entrar dois elementos: um encapuzado e, o outro, de boné, casa à dentro. De arma em punho os bandidos deram voz de assalto. Uma das irmãs do Josemar começou a chorar e foi covardemente agredida por um dos bandidos. A dupla roubou um aparelho de TV 47 polegadas e tentou levar o carro da família, um Fox, mas o motor não pegou. Depois que os marginais fugiram, Josemar procurou a polícia e apresentou queixa.


 


Assalto ousado


Outra vítima de assalto esta semana foi a Ana Flávia, que mora na Vila Santa Isabel. Ela pegou carona de moto com uma amiga para chegar mais cedo. Quando desceu da moto, perto de sua casa, foi surpreendida por três bandidos que estavam em um Gol de cor branca. Segundo Ana Flávia, todos aparentavam serem menores de idade. Roubaram sua bolsa, com cinco mil reais, documentos e outros objetos de valor. Fato ocorrido às oito e vinte da noite.


 


Caminhada trágica


“Me ajuda aqui, moço, me ajuda aqui!” gritava, desesperadamente, a menor de inicial M. na Avenida Brasil. O homem foi saber o que acontecia e ela disse que um ladrão a assaltara, levando seu celular. O homem, solidário, saiu em perseguição ao bandido e o alcançou, já entrando na Vila Esperança. Deu-lhe um golpe conhecido por mata-leão e o segurou até que outros populares chamassem a polícia. O relógio marcava nove da noite. Quando a polícia chegou, o marginal foi rendido e preso. Tratava-se de João Vítor. Com ele, foram encontrados uma faca, o celular da menor e outros objetos. Foi levado, na hora, para o Plantão Policial.


 


Noite terrível


O Luan, que não é o Santana, aquele famoso cantor, seguia todo tranquilo pelas ruas do Jardim Esperança. Fazia um friozinho legal e ele apreciava a noite sem maiores preocupações. E, tão absorto se encontrava que nem viu se aproximarem dois gaiatos. Um deles era o Paulo Abrão. O outro, o menor de inicial O. “Beleza aí, parceiro?”, perguntou o menor. “Sempre... na boa...!” respondeu o Luan. “A gente está precisando levantar uns trocos e este seu celular aí é facim de vender. Passa ele pra cá, sem muita conversa. Ou você quer morrer aqui, agora?”, perguntou o outro. “Não amizade. Que é isso! Na boa... Pode levar, eu até nem gosto deste telefone. Estava, até, pensando em comprar outro. Leva, na paz, gente fina”.  Os assaltantes agradeceram e foram embora. Mas, não demorou muito tempo foram abordados pela PM no Residencial Munir Calixto. Levados à presença da vítima, foram reconhecidos de pronto. O Paulo ganhou uma estadia no SPA do governo, que fica no Jardim das Américas III Etapa. O menor foi encaminhado para as providências de costume. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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