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Casos de Polícia - Ed.527

Causos de Polícia Comentários 10 de julho de 2015

Notas Gerais


Duas surpresas


Nove e dez da noite e a Karlla saía da igreja, na Vila Jaiara. Estava toda feliz, pois havia orado, cantado louvores e agradecido a Deus pela vida. Mas, poucos metros adiante, teve uma surpresa. O Adriano, que não é nem um pouco cristão e, parece que tem alguma coisa no corpo, estava a fim de assaltá-la. Ela notou a aproximação do estranho e escondeu o celular dentro da Bíblia. Mas, o Adriano, muito esperto, percebeu. Tomou a Bíblia da Karlla, com celular e tudo. E, saiu na maior carreira. Então, veio a segunda surpresa. Ele deu de cara com o Marílio que, num só golpe, o deteve e o jogou ao chão. O Marílio é policial em Brasília e estava passeando em Anápolis. Por esta, o Adriano não esperava. Foi preso e vai ficar uns tempos no hotel do governo.


 


Bobeou, dançou


O Sargento Marra e o Soldado Barreto iam pelas ruas do Polocentro, em patrulhamento de rotina. Viram um elemento que ficou todo apavorado e correu para dentro de uma casa. Os policiais decidiram, então, conversar com ele. “Cadê seus documentos?”, indagou o policial. “Tenho não, senhor...”, respondeu o elemento. “Como é seu nome?”, “Me chamo Márcio”, disse o abordado. “Tem bagulho aí?”, disse o PM. “Tem não sinhô”, falou o Márcio. “Podemos dar uma olhada?”, retrucou o policial. O Márcio ficou meio sem jeito e concordou. Dentro de uma cômoda, em um do quartos da casa, os agentes da lei encontraram um saquinho com várias pedras de crack embaladas e já prontas para a comercialização. “E, isto aqui, o que é?”, voltou a perguntar o sargento. “Sei não, doutor...” disse o Márcio. Apertado ele falou que a droga era de uma tal Cecília, que morava ali e que dividia o aluguel com ela.  Depois, foi levado para o Plantão, a fim de dar melhores explicações.


 


Caixa d’água da discórdia


O Marcos mora no mesmo lote em que mora o Vilmar, no Conjunto “Filostro Machado”.  Esta semana, os dois foram parar no Plantão Policial por conta de uma briga. É que, o Marcos teria dito à esposa do Vilmar que iria colocar fogo na casa deles. A esposa de Vilmar está grávida e contou para o marido. Aí, começou a confusão. No Plantão o Marcos disse que a briga é por conta da caixa d’água. “A mulher dele fecha o registro e eu fico sem água”, alegou. “E, por isso, o senhor disse que vai queimar a casa deles?”, perguntou o policial. “Não, doutor! Eu só falei que iria quebrar a caixa e todo mundo iria ficar sem água”, declarou. Feito o registro da ocorrência e todo mundo voltou pra casa.


 


Almoço indigesto


Wandeir estava chegando para almoçar em sua casa, no Novo Jundiaí. Quando diminuiu a velocidade da moto, observou que dois elementos, em outra moto, de cor preta, encostaram-se a ele. O garupa, como um gato, pulou no chão e apontou um baita 38 para a sua cabeça. Wandeir gelou todo e lembrou-se de todas as rezas que aprendera quando foi fazer a primeira comunhão. Clamou por todos os santos que conhecia e, foi ouvido. Os bandidos levaram só a moto e não fizeram nada contra sua pessoa. “Moto eu compro outra, mas vida não tem pra vender”, ponderou.


 


Sem o carro


Nove da noite e o Thyago foi visitar um amigo no Conjunto Nações Unidas. Parou seu Citroën de cor branca e ficou papeando com o colega. Nisto, surgiu uma moto vermelha com dois elementos. Eles pararam na maior calma e um perguntou: “De quem é essa máquina aqui?”. O Thyago disse: “É minha, gente fina”. Mas, o sujeito respondeu: “Era sua, agora é nossa. Passa a chave aí e não grita, se não, você vai para o IML e, de lá, para o cemitério”.  Além do carro, os bandidos levaram os documentos e 200 reais em dinheiro do Thyago. Ele registrou a ocorrência no Plantão.


 


Bolsa de mulher


O Rui Ronaldo estava em companhia do menor de inicial C, nas proximidades do Parque Ipiranga. Nisto, a viatura com policiais da 31ª Companhia se aproximou e fez a abordagem. “Usando bolsa de mulher, que história é esta?” perguntou o policial. “É da minha irmã, seu polícia...” respondeu o Rui. “Como é o nome de sua irmã?”, retrucou o PM. “Não é de ver que eu me esqueci, doutor...” disse o Rui. Logo, um celular que estava dentro da bolsa tocou e o policial atendeu. Era a menor de inicial D, que informou haver sido assaltada pela dupla e ficado sem a bolsa. Ao ser acareada com os assaltantes, ela não teve qualquer dificuldade em reconhecê-los. Os dois foram conversar com o delegado.


 


Trio em cana


O Rafael, o Carlos e o menor de inicial H, resolveram tocar o terror na Praça do Ancião. Foram ao ponto de ônibus que fica ali, por volta de oito e meia da noite. Com um simulacro de arma de fogo, ameaçaram as pessoas que esperavam a condução e roubaram o que puderam. Depois, saíram na maior tranquilidade. Mas, a Polícia Militar agiu rápido e, com base nos dados fornecidos pelas vítimas, não demorou muito a prender o trio. Os três foram reconhecidos pelos assaltados.


 


Arma na internet


O Matheus foi preso sob a acusação de tráfico de drogas, mas, em seu celular, os militares do CPE (Comando de Policiamento Especial) viram uma mensagem curiosa: Um tal Maxwell estava anunciando a venda de uma arma, por R$ 1,5 mil. Os policiais foram atrás e localizaram o Maxwell no centro da Cidade. Este, de fato, confessou ter postado o anúncio e conduziu os PMs até sua casa, onde a arma, calibre 16, aparentando ser de fabricação artesanal, foi localizada. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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