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Casos de Polícia - Ed.526

Causos de Polícia Comentários 03 de julho de 2015

Notas Gerais


Roubaram, dançaram


O Sargento Flávio e o Cabo Geziel estavam de plantão quando ouviram pelo rádio da viatura que acabara de acontecer um assalto no Parque dos Pirineus. “Vamos pra lá agora, Cabo!”, disse o Sargento. “Sim senhor!”, disse o Cabo. E, partiram. De fato, os menores de iniciais I e S haviam assaltado a Laidy Daiane (escreve assim mesmo) e tomaram-lhe o celular. “Um está de camisa rosa e, o outro, de camisa amarela”, disse a vítima. Foi a senha. Em poucos minutos os policiais localizaram e detiveram a dupla. O I ainda estava com uma faca na cintura. Foram levados até à delegacia para as providências de praxe. Lá, uma testemunha disse: “Amanhã eles estão soltos”.


Gilson versus Gilson


O Sargento Gilson e o cabo Carlos de Sá estavam de serviço à noite quando foram informados de uma agressão no Jardim Esperança. Foram correndo para lá e encontram a senhora Marlene aos prantos, implorando por socorro, pois seu marido a espancara e estava batendo nos filhos. Tudo isso porque, segundo ela, havia feito um comentário sobre a morte do cantor Cristiano Araújo e seu esposo não gostou. Quando a espancava, ele gritava: “Chama o Cristiano pra te acudir agora!”. Os policiais ficaram surpresos quando perguntaram o nome dele e ele respondeu: “Meu nome é Gilson”. Ou seja, xará do Sargento que comandava a viatura. O Sargento Gilson levou o agressor Gilson para conversar com o delegado Anderson.


Assalto covarde


Às seis da manhã, a analista de controle de inicial N chegava em sua casa e, quando abriu o portão para adentrar com o veículo, foi surpreendida por dois assaltantes. Um deles aparentava ter entre 18 e 19 anos e o outro, mais velho, presumidamente de 35 a 40 anos. Os dois, de arma em punho, a obrigaram a entrar para a casa e abordaram, também, os seus avós. Ficaram no interior da residência por 20 minutos e, além de roubarem vários objetos como note book; telefones celulares; televisão; eletrodomésticos, documentos e 400 reais em dinheiro, ainda a ameaçaram de agressão sexual. Um deles chegou a tocá-la. As câmeras de monitoramento de um vizinho registraram que os bandidos fugiram em um Gol de cor escura, modelo antigo.


Ladrões elegantes


A Senhora Michele estava em uma clínica do Bairro Jundiaí, na companhia do filho que faria uma consulta. Nisto, chegaram dois elementos, bem vestidos, sem despertar qualquer suspeita e deram voz de assalto. Eles já vinham com uma fisioterapeuta que trabalha ali, rendida sob a mira de uma arma. Mandaram que a recepcionista se ajoelhasse e, enquanto um ficou vigiando, o outro foi para o interior do estabelecimento e praticou vários roubos. Levaram o telefone da Michele, duas alianças de mulheres que ali estavam e todo o dinheiro que havia no caixa. Em seguida desapareceram.


Visita inoportuna


Moradora do Vivian Park, a Maria Floriana, que é diarista, disse à polícia que um elemento chegou em sua casa dizendo ser da vigilância sanitária e que queria ver o formulário de visita que fica pregado na porta do banheiro. Ela, inocentemente, deixou que ele entrasse. O “visitante”, então, começou a fazer um monte de perguntas e disse que ela, a Maria Floriana, tinha direito a receber medicamentos de graça e pediu seus cartões de crédito. Ela, sem desconfiar, entregou os cartões da Caixa, de algumas lojas e outros documentos. Mas, quando o elemento pediu a senha, ela desconfiou e pediu os cartões de volta. Ele devolveu, só que, cartões em nome de outras pessoas. Os dela, o bandido levou. Ele estava acompanhado de outro elemento que o esperava do lado de fora. A Maria Floriana ficou sabendo, depois, que foram sacados 200 reais de sua conta, pois em um dos cartões estava anotada a senha.


Atrevimento


Sete da noite e o Celso estava nas proximidades do Feirão do IAPC. Despreocupado da vida, nem viu que se aproximou dele um sujeito pilotando uma moto vermelha. Parou ao seu lado e, educadamente lhe disse: “Gente fina, muito boa noite. Estou vendo que o amigo gosta de apreciar uma fresca da noite. Eu também gosto. Mas, estou, mesmo, é precisando ligar para a minha namorada e, não tenho telefone. Então, imaginei que o amigo pudesse me emprestar o dele. Emprestar, não! Doar”. E, apontou-lhe um tremendo revólver que reluzia com o brilho da lua. O Celso pensou “É hoje que vou embora desse mundo cruel”. Mas, o bandido era camarada e se contentou, apenas, em levar o Iphone novinho do Celso.


Confusão à vista


A Wenya, que é servidora pública, reclamou, no Plantão, que vem recebendo ameaças e chantagens de um tal Marcelo. “Doutor, ele disse que eu sou isso; que sou aquilo; que vai fazer a minha casinha cair, que sabe da minha vida e tudo mais, Não sei o que fazer!”, disse ela. Mas, o policial que a atendeu, disse: “Você não sabe, mas a gente sabe. Vamos encontrar esse camarada e ele, com certeza, vai explicar tudinho pra nós aqui”. A moça, então, registrou a ocorrência e foi embora aliviada, confiando na polícia. O Marcelo que se cuide...


O malote preto


Wellington, Cássia e Ana Cristina trabalham em uma grande loja do centro de Anápolis. Esta semana, eles já estavam fechando o caixa, às seis da tarde, quando apareceu um elemento, de arma em punho e gritou: “Passa o dinheiro que está no malote preto!”. Depois, virou-se para as duas moças e disse: “E vocês, passem o dinheiro do caixa”. O bandido parecia saber detalhes do funcionamento da loja e, em poucos minutos foi embora levando mais de três mil reais. Duas senhoras que estavam na fila esperando para pagar suas compras, quase desmaiaram de medo. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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