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Casos de Polícia - Ed.523

Causos de Polícia Comentários 12 de junho de 2015

Notas Gerais


Maldade com o idoso


José Ferreira, de 80 anos, estava em sua casa, na Vila União, quando chegaram dois homens bem falantes, dizendo que eram da SUCAM. O interessante é que esse órgão nem existe mais. Mas, os visitantes começaram uma conversa sobre o mosquito da dengue, estas coisas. E, disseram ao José que se ele fosse aposentado, o Governo iria depositar 290 reais em sua conta para ele comprar remédios. Pediram o cartão do banco do José. Foi o fim. Ele, na inocência, entregou e um dos homens fez algumas anotações. Depois, devolveu o cartão e saiu apressadamente em companhia do comparsa. Quando José olhou direito, viu que o cartão era de outra pessoa. O dele, os bandidos haviam levado. Ele telefonou ao banco, mas, já era tarde. Os bandidos já haviam sacado 500 reais de sua conta. José cancelou o cartão e disse que vai tentar reaver o prejuízo.


 


Coisas mal resolvidas


O João Batista procurou a polícia para queixar-se de sua ex-esposa, a Graziane. Segundo ele, a mulher vive espancando o filho menor do casal, de dez anos. De acordo com o João, esta semana ele foi buscar a criança para passar uns dias em sua casa e notou que o garoto estava todo marcado de pancadas e acusava a mãe pelos maus tratos. João pediu providências às autoridades.


 


Estranha abordagem


O Silas disse que vinha com seu carro Gol pelas ruas do Calixtolândia e, quando passou em frente a um motel, foi cercado por um casal. O homem estava com uma faca na mão e, de cara, deu uma estocada em seu braço. Ele disse que se lembrou de todos os santos que conhecia e pediu a intercessão dos mesmos, pois gosta muito desta vida e não pretende ir embora deste mundo tão cedo.  E, de fato, foi ouvido. O homem não quis esfaqueá-lo mortalmente. Mas, a mulher entrou no carro pela porta do passageiro e deu uma mordida daquelas bem doídas. O Silas gritou de dor. O casal assaltante não pensou duas vezes e mandou que ele tirasse o tênis. Ele tirou. O casal entrou no carro e saiu em disparada. O Silas ficou sem carro, descalço e tremendo de medo.


 


Roubo na farmácia


José é gerente de uma farmácia na Avenida Brasil Sul e disse que por volta de nove da noite por lá chegou um elemento na maior calma e perguntou se tinha chicletes e balas para vender. Ele disse que sim e apontou o local. Mas, o ‘visitante’ queria, mesmo, era roubar. De arma em punho mandou que todo mundo fosse para os fundos da loja e levou o que bem quis. Em seguida, sumiu, tomando rumo ignorado. José disse que está difícil trabalhar à noite em Anápolis.


 


Assaltado na Goiás


Melchíades vinha todo tranquilo pela Avenida Goiás, no centro. Acreditou que, naquela região, não corria risco algum. O relógio marcava oito e meia da noite. Ele viu um ciclista se aproximar, mas nem ligou. Antes tivesse ligado... O tal ciclista era um tremendo de um assaltante e se jogou para cima do Melchíades, torceu-lhe o braço e deu-lhe voz de assalto. Tomou a sua carteira, o celular e os documentos. Depois, subiu na bike e foi embora na maior cara de pau.


 


Cassetetada


O Pablo entrou em conflito com o Bruno. Do bate-boca para a agressão física foi um pulo. O Bruno é segurança de um estabelecimento comercial na Avenida José Neto Paranhos, Bairro Jundiaí. Na refrega, o Bruno se apossou de um cassetete e deitou a lenha na cabeça do Pablo. Foi sangue pra todo lado. Alguém ligou para o 190 e chamou a PM. Quando a polícia chegou, levou os dois para o plantão, onde já estava agendada uma entrevista de ambos com o delegado.


 


Dois postos


O Caíque, na falta de coisa mais importante para fazer, decidiu assaltar frequentadores de postos de combustíveis. No primeiro caso, até que ele se deu bem. Assaltou em um posto no Andracel Center. Depois, foi a outro posto, já na Avenida Brasil Sul, saída para Goiânia. Lá, ele caiu. A polícia deu-lhe voz de prisão. Caíque, ainda, quis engrossar e encarou os policiais. Aí, deu a lógica. E, com o depoimento de algumas testemunhas que o identificaram, não teve como negar. Em sua cintura pasmem, um frasco de antitranspirante que ele dizia ser um revólver. Não era...


 


Susto danado


Vileneve Lucas deixou a namorada em casa, no Bairro Calixtolândia e estava indo embora. Na Avenida Brasil, ele foi abordado por um homem que lhe perguntou se ele tinha drogas para vender. Vileneve disse que não mexia com isso, que era trabalhador e que não queria confusão. Mas, o homem insistiu: Você não quer, mas, eu quero. Em seguida tirou uma faca da cintura e a pontou em sua direção. Ele, coitado, tremeu todo. Mas, foi obrigado a entregar o celular e deu graças a Deus por não ter sido ferido.


 


Briga sem fim


O Adriano vivia batendo na companheira. Eles moravam no Residencial Santa Clara. Ela, com medo de morrer, resolveu se separar dele. Mas, o Adriano não aceita. Esta semana ele apareceu por lá e disse que não iria embora e que ela pudesse chamar a polícia que não adiantaria. Ela, então, ligou para o celular funcional da viatura 7434 e foi atendida prontamente. Quando os policiais chegaram, o Adriano disse que era tudo mentira, que era invenção da mulher. Mas teve uma surpresa. Um vizinho gravou toda a bagunça com o celular e mostrou aos policiais. O Adriano ficou todo sem jeito e foi obrigado a aceitar uma carona dos policiais militares até a Praça do Expedicionário, onde, dentre outras coisas, funciona o Plantão Policial. Lá foi recepcionado pelos agentes, escrivães e pelo delegado, que lhe deram as boas vindas.

Autor(a): Nilton Pereira

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