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Casos de Polícia - Ed.514

Causos de Polícia Comentários 10 de abril de 2015

Notas Gerais


Amor complicado
Eliane teve um caso de amor com o Jair. Um romance de sete anos. Mas, um dia, o amor esfriou e cada qual foi para o seu lado. Parecia que tudo estava resolvido. Só que, não estava. O Jair ainda gosta de Eliane. Eliane parece que não gosta mais do Jair. Esta semana, ela estava conversando com um amigo na porta da casa de sua mãe, na Vila Jaiara, quando o ex apareceu. E, apareceu bufando. E, bufou tanto, que foi pra cima da Eliane e de seu amigo, não dando chance de defesa. Foi pancada pra todo lado. Ao ouvir o barulho, a mãe de Eliane saiu à porta e foi socorrer a filha. Também, apanhou do Jair. Depois de bater nos três, ele saiu e disse que o caso não acabou. Prometeu matar todo mundo. A Eliane foi à polícia e registrou a ocorrência.

Caso inacabado
O amor entre Lídia e Gerson durou pouco tempo, mas teve como saldo o nascimento de um belo garoto. O casal se separou, mas combinou a guarda compartilhada do bebê. Esta semana ela foi levar o fruto do amor com Gerson para ele cuidar e, do nada, os dois iniciaram uma discussão. Nervosa, Lídia disse que não deixaria mais o pai ver a criança. Pra quê??? O Gerson virou um leão, tentou enforcar a Lídia e ainda a “elogiou”, gastando todo o repertório de nomes impublicáveis. Ela procurou a polícia e representou contra o ex-amor de sua vida.

Ladrões da meia noite
O Cláudio Roberto estava em seu pit-dog, perto de uma faculdade, já quase fechando, pois passava de meia noite. O movimento tinha sido bom e rendera mais de R$ 500. Mas, ele não contava com a chegada de dois elementos que, na maior cara de pau, disseram que eram assaltantes malvados, que matavam, que espancavam, essas coisas todas. Para justificar, os dois estavam com um revólver quase do tamanho de um fuzil. E, sem perda de tempo, foram logo dizendo que queriam o dinheiro. O Cláudio, para evitar coisa pior, entregou e foi embora lamentando o prejuízo. Antes, registrou a ocorrência na polícia.

Visita azarada
Bianca parou sua caminhoneta Saveiro e foi visitar uma amiga, que não via há tempos, no Jardim Bandeirantes. As duas estavam aproveitando para matar a saudade, colocar a conversa em dia e tratar de outros assuntos. Nisto, apareceu um elemento magro, estatura mediana e sem despertar qualquer suspeita. Um detalhe: estava com as mãos sujas de uma substância que parecia graxa automotiva. Ele se aproximou e, sem muita conversa, abriu o jogo. “Dá a chave do carro aí, depressa, menina. Ou você quer levar um tiro na cara?” foi dizendo, com um revólver apontado para a Bianca. A moça nem respondeu. Entregou o chaveiro, abaixou a cabeça e só ouviu o barulho de seu veículo se afastando.

Mais um golpe
Christiane recebeu uma ligação das mais curiosas. “A senhora ganhou vinte mil reais da nossa promoção”. Ela, toda desconfiada, perguntou: “Como ganhei, se eu não participei de nenhum sorteio?”. Mas, do outro lado, a pessoa respondeu: “Aqui é assim mesmo... Não precisa inscrever. A gente é que escolhe o sortudo. Agora, a senhora passa o número sua conta e vai lá no banco conferir”. Ela passou o número e foi ao banco. Chegando lá, puxou o extrato e, de fato, havia um deposito bloqueado, no valor de 18 mil reais. Então, Christina retornou a ligação e foi orientada a depositar três mil reais em outro banco no nome de Dierson Alves. Assim o fez. Quando voltou ao primeiro banco, viu que tudo não passava de uma armação. O depósito era falso. Correu no segundo banco e viu que o dinheiro já havia sido sacado. Ficou no prejuízo e registrou a ocorrência.

Encarou os hômi
Quase meia noite e os policiais militares estavam de serviço no Bairro Jundiaí. Viram algumas pessoas na Praça Dom Emanuel e resolveram abordá-las. Entre elas estava o Alexandro que arrepiou: “Tiramão di mim...”, esbravejou. “Ficaquetaí rapá...”, respondeu o policial. “Cê num sabe cum quem tá mexeno...”, voltou a dizer o Alexandro. “Chefia, nós estamos fazendo nosso trabalho. Se você não deve, é só mostrar os documentos que a gente te libera...” ponderou a autoridade. Mesmo assim, o Alexandro estava irredutível e partiu para a ignorância. Aí, deu a lógica. Ele foi convencido a embarcar no compartimento traseiro do veículo pertencente à Polícia Militar e levado para uma interlocução com o delegado plantonista. No caminho ele continuava ameaçando os policias e disse que quando saísse da cadeia iria matá-los.

Sem a moto
De olho no futuro, pensando em melhorar de vida, o Francisco resolveu estudar mais um pouco. Está cursando uma faculdade à noite. Esta semana ele chegava para mais um dia de aulas, a bordo de sua moto, a única condução de que dispunha. Dispunha, pois não dispõe mais. Dois bandidos o cercaram quando ele estacionava o veículo e deram voz de assalto. Disseram que estavam armados e que não hesitariam em atirar. “Vai a moto e fico eu...”, pensou o Francisco. E, assim aconteceu. Ficou sem a moto, mas ficou vivo.

Uma Strada na estrada
Durante um patrulhamento de rotina na BR 060, policiais rodoviários federais ouviram o som de uma freada brusca e a batida entre dois carros. Um FIAT Strada e uma FORD Ranger. Foram lá conferir. Deram uma revista nos dois veículos e encontraram uma pistola 350, mais 16 munições. O dono se apresentou como Benedito, policial militar reformado. Aí, veio a surpresa: quando entraram no sistema, os patrulheiros descobriram que as placas do Strada eram, na verdade, pertencentes a um FIAT 147, ano 77. Indagado sobre o caso, Benedito disse que era “para evitar multas”. Foi levado ao plantão e preso, sem direito a fiança.

Autor(a): Nilton Pereira

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