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Casos de Polícia - Ed.510

Causos de Polícia Comentários 13 de maro de 2015

Notas Gerais


Ousadia
O Pedro estava indo para o trabalho, isto por volta de sete e meia da noite, em plena Avenida Brasil, esquina com a Avenida Goiás. Nisto, surgiram dois elementos mal-encarados, um deles com uma faca na mão. Deram voz de assalto ali mesmo, com todo o movimento de pessoas e veículos. O Pedro, diante da situação, entregou tudo: dinheiro; carteira, celular e mais alguns objetos de uso pessoal. Os bandidos saíram correndo, mas, a vítima viu que eles entraram no canal do Ribeirão Antas. Aí, ficou fácil. Chamaram a polícia e o Elismar estava lá. Seu comparsa havia fugido com o celular. O assaltante foi reconhecido pelo Pedro e por mais uma vítima que havia sido assaltada da mesma forma. Cadeia para o Elismar.

O valentão
O Erivaldo é vizinho da Adriana. Eles moram na Vila São Joaquim. A Adriana é mãe da Jéssica. E, o Erivaldo deu de chamar a moça de “quenga”. A Adriana não gostou e foi tirar satisfação com ele. Mas, o Erivaldo respondeu: “Quem tem suas quengas que cuide delas, se não, eu...”. A Adriana achou que foi um insulto, uma injúria e uma difamação contra ela e a filha. Resolveu, então, buscar o caminho correto e registrou um boletim de ocorrência contra o Erivaldo. Agora, o problema dele é com a polícia.

Trio assaltante
Willian, Jônatas e David moram na região da Jaiara. Como não encontraram nada melhor para fazer, resolveram sair assaltando. E, a primeira vítima escolhida foi o Seu Juraci, dono de uma pequena mercearia. Os três bandidos entraram no estabelecimento já com uma faca na mão. Não foi difícil levar todo o dinheiro. E, todo o dinheiro, não passava de R$ 50,00. O Juraci, refeito do susto, ligou para um amigo e, este amigo, ainda viu o trio seguindo pela avenida. De pronto, ligou para o 190 e os policiais chegaram bem na hora. Não deu nem para correr. Os três se acomodaram, como deu, no compartimento traseiro da viatura e foram bater um papo com o delegado.

Dupla assaltante
José Almiro tem um pequeno lanche na região do Jardim Arco Verde. Esta semana, ele já estava fechando, quando chegaram dois elementos e perguntaram se ainda dava tempo de comerem alguma coisa. O José, com a maior boa vontade, disse: “Gente fina, eu já estou indo pra casa, mas vejo que vocês estão com fome, então vou atendê-los”. Os dois “clientes” disseram: “Pois, é, chefia... mas a gente mudou de ideia. Queremos é o dinheiro que o amigo ajuntou o dia todo hoje. E, é bom entregar na boa, se, não, a sua esposa vai ficar viúva daqui a pouco”. Isto, cada qual com um revólver na mão. Assim sendo, levaram R$ 210,00 em grana viva, mais a Parati vermelha do José.

Olha a faca!
Cinco e meia da tarde e os moradores do Jardim Promissão se assustaram ao ver a Karoline correndo e, seu tio, o Robson, correndo atrás dela com uma faca na mão. “Vou tem matar, vou te picar, vou abrir seu bucho”, gritava o enfurecido Robson. Uma amiga da Karoline entrou no meio para apaziguar e o Robson disse: “Fica na sua, se não, sobra pra você também...”. Em segundos a PM chegou e levou todo mundo para a delegacia. Lá, a Karoline disse que seu tio vive provocando-a e que, não aguentando mais, resolveu revidar. Mas, na hora H, não quis representar criminalmente contra ele. Disse que ia deixar pra lá. Vá entender esse pessoal...

Velório? Tô fora...
Tinha acabado de escurecer e o Mateus seguia perto do Sanatório Espirita. Ouviu o barulho de uma moto, mas nem ligou. A moto parou perto dele e um sujeito que estava na garupa desceu gritando: “Perdeu, perdeu... Passa tudo o que tem aí, se não, amanhã o pessoal vai estar no seu velório...”. O Mateus, todo trêmulo e vendo um revólver bem pertinho de sua testa, não contou história. Entregou celular, documentos e R$ 22,00 em dinheiro vivo. Os bandidos sumiram na escuridão. O Mateus respirou aliviado. E, disse: “Que velório que nada. Eu ainda quero viver muito. Dinheiro eu ganho outro...”.

Briga feia
O Roni e o Romildo andam às turras. Tanto é assim que estão demandando uma causa na Justiça. Esta semana, os dois estavam aguardando para uma audiência, quando o Roni começou a fotografar o carro do Romildo que estava na porta do Juizado Especial. “Para com isso, sujeito...” esbravejou o Ronildo. “Num paro, ocê num manda ni mim...” respondeu o Roni. Em um segundo os dois já estavam rolando no chão. Quando a PM conseguiu separar os brigões, ambos já estavam arranhados, sujos e trocando ameaças. “Isso num vai ficar assim...”, disse o Roni. “Num vai mesmo...” respondeu o Romildo. É esperar para ver...

Tempo quente
A PM foi chamada para averiguar uma denúncia de perturbação do sossego público no Residencial “Dom Felipe”. Em lá chegando, de fato, o som parecia um trio elétrico. “De quem é esta caminhonete?”, indagou o PM. “É minha”, disse a Vanilda. “A senhora poderia fazer o favor de abaixar o som?” retrucou o policial. Nisto, chegou o Cláudio e foi logo dizendo: “Fui eu quem ligou pra vocês. Eu quero representar contra ela”. Aí, o caldo engrossou, o tempo esquentou e o pau comeu. Nunca, na história daquele bairro, se ouvira tanto palavrão, tanto xingamento como naquela noite. Os policiais resolveram levar todo mundo para a delegacia. Mas, nem a Vanilda, nem o Cláudio, queriam ir. O PM disse: “Gente, eu não vou gastar meu tempo e a gasolina do governo para vir aqui e voltar sem resolver a questão. Acho que vocês vão ter que ir...”. E, não é que eles foram? Apertados no cubículo da viatura, mas foram.
(Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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