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Casos de Polícia - Ed.509

Causos de Polícia Comentários 06 de maro de 2015

Notas Gerais


As assaltadas
Despreocupadas da vida, a Ivane, sua irmã, e uma amiga, seguiam pela Travessa Jamaica, no Parque das Nações. Até viram se aproximar um elemento montado em uma bicicleta, mas, não deram a menor importância. Afinal, o papo entre elas estava bem animado. De repente, o ciclista abordou as três e foi logo dizendo que era ladrão; que não tinha piedade; que matava, que fazia e acontecia. A Ivane, apavorada, entregou sua bolsa e uma blusa, em cujos bolsos estavam seus documentos. O bandidão não contou muita prosa. Subiu, de novo, na bike e seguiu em direção à Avenida José Sarney.

Espancador
O Odvan, que não é aquele famoso antigo jogador do Vasco da Gama, vive batendo na Lígia, sua companheira. Os dois moram em Interlândia. Dias atrás, com medo de levar mais uma tunda, ela foi à polícia e deu queixa do amado. Pra quê??? Foi aí que ele ficou bravo mesmo. Pediu que a Lígia retirasse a queixa. Ela se negou. Então, o Odvan disse que isso não dá em nada e aproveitou para aplicar-lhe mais um corretivo. Em seguida, se refugiou na casa de um amigo, apelidado de “Jacaré”. E foi na casa desse tal “Jacaré” que a polícia o encontrou. O “Jacaré”, para defender o amigo, disse que a Lígia é “muito escandalosa”. Mas, o PM disse: “Isso não é da conta do senhor. Mas, se o senhor quiser participar, vai conosco para a delegacia. Lá se entende com o delegado". O “Jacaré” respondeu na hora: “Deus me livre, seu doutor. Tô fora”.

Na mata
Alguns vizinhos da menor de inicial N. (17 anos) andavam curiosos de ver que ela, quase todo dia, entrava em uma mata (área de preservação ambiental) no Parque dos Pirineus. De tão implicados ficaram, que resolveram monitorá-la. Um desses vizinhos, depois de ver a N. sair da mata, resolveu conferir a situação. E, em lá chegando, viu um vaso com uma planta bem cuidada. Suspeitou que fosse um pé de maconha. Então, retirou uma folha e levou para o Sargento Luiz Carlos. E, era maconha mesmo. O militar ficou na espreita e quando a N. entrou na mata, deu-lhe voz de prisão. Foi ela, com vaso de maconha e tudo para a delegacia.

Na praça
Ligaram para o 190 e disseram que, na Praça do Ancião, um homem estava perturbando as mulheres que por ali passavam. Isso, meio dia e meia. Os policiais chegaram e viram um sujeito com a descrição feita na denúncia. Era o Carlos, de 34 anos. Ao ser abordado ele encarou os policiais e ficou valente. Recusou-se a ser revistado, o que motivou o “emprego de força moderada” para contê-lo. Algemado, ele foi levado para uma conversa com o pessoal do plantão policial. Lá, ele virou uma seda.

No Filostro
O celular da viatura 7431 tocou informando que havia acontecido um roubo de caminhão no Conjunto “Filostro Machado”. Era um Ford F 4000 de cor vermelha. A notícia se espalhou entre os policiais e um veículo com tais características foi avistado no Bairro Recanto do Sol. O cerco foi armado. O motorista do caminhão percebeu e tentou fugir, saindo pela Avenida Brasil Norte. Logo adiante havia uma barreira, mas ele não se intimidou e tentou forçar a passagem, acabando por abalroar uma viatura da PM. Aí, não teve jeito... Foi contido e levado para o plantão de polícia. Era o Ronaldo, que se fazia acompanhar do Reginaldo. Foram autuados no Artigo 157 (roubo qualificado) do Código Penal.

Na estrada
Três horas da tarde e a cabeleireira Francisca vinha de Nerópolis em direção a Anápolis. A mulher dirigia seu Fiat Uno de cor vermelha e, nas proximidades de Goialândia, viu que uma moto se emparelhou com ela. Na moto estavam dois elementos que lhe apontaram uma arma e mandaram que ela parasse. A Francisca, coitada, sozinha, na rodovia, obedeceu. Um dos bandidos obrigou-a a entrar por uma estrada vicinal. Os dois estavam bastante agressivos e exigiram que ela entregasse as chaves do veículo. Levaram o carro, o celular e o material de trabalho da Francisca. Um foi na moto e o outro, no carro.

Na residência
Dona Vera resolveu fazer uma visita ao filho Clóvis, que mora no Bairro Boa Vista, pois estava com saudades dele e dos netos. Quando lá chegou, Dona Vera viu que o garoto, de 12 anos, estava chorando. “Quê qui foi, meu filho?”, perguntou ela, com a candura das avós. O menino nem chegou a responder, quando o Clovis entrou no meio. “Né da sua conta não, mãe...”. Ela ficou surpresa com a reação do filho e quis saber o motivo da grosseria. O Clovis, então, ficou mais furioso ainda e começou a atirar coisas na mãe. A filha dele, de 16 anos, neta de Dona Vera, quis intervir e levou um safanão, caiu e bateu a cabeça no chão. E, o Clovis não parou. O menino disse que havia levado um chute na barriga. Então, chamaram a polícia e o Clóvis foi levado para prestar depoimento à polícia. As vítimas foram ao IML fazer exame de corpo de delito.

Na fazenda
O fazendeiro de nome Rogério precisou vir à Cidade fazer alguns negócios. Ao retornar, notou que a casa fora arrombada. Entrou e sentiu a falta de um iphone. Foi ao galpão e viu que a chocadeira não estava lá. No quartinho de guardar ferramentas não viu a motosserra. Na despensa, percebeu que faltavam dez queijos, entre frescos e curados; na cozinha faltavam dois botijões de gás. Correu ao quintal e não viu uma leitoa que estava engordando. Da mesma forma, sumiu uma bomba de água. E, como se não bastasse, os ladrões levaram, ainda, os peixes que estavam cevados em um tanque perto da casa. A ocorrência foi registrada pela nora do Rogério, a senhora Kelly.
(Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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