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Casos de Polícia - Ed.507

Causos de Polícia Comentários 20 de fevereiro de 2015

Notas Gerais


Na creche
Rosana já foi o grande amor da vida de Cleber. Hoje, não é mais. Ele está com outra. Esta semana, Rosana foi à creche do Conjunto Filostro buscar os filhos que tem com o Cleber. E, na porta, deu de cara com ele, acompanhado da atual mulher. “Meus filhos você não pega...”, disse, em tom ameaçador o Cleber. “Pego sim... Ele são filhos meus também...”, disse a Rosana. “Se você pegar eu te parto a cara”, voltou a dizer o Cleber. Rosana foi em frente e o ex-marido cumpriu a ameaça. Encheu-a de tapas e pescoções. O que ela fez? Chamou a polícia.

Adeus caminhão
Já está ficando sem graça relatar furtos de caminhões em Anápolis. Esta semana foi contabilizado mais um. O Sidney parou seu Mercedes Benz no Posto Castelo Branco e foi tomar um banho. Iria jantar e seguir viagem. Mas, quando saiu do banheiro só viu o espaço onde estava seu caminhão. Perguntou a um, perguntou a outro e, nada. Ao final, encontrou um que viu o caminhão saindo. “Achei que fosse o dono...” disse a testemunha.

Sinceridade
“Fazendo o quê aqui, chefia?”, perguntou o policial ao Carlos Eduardo, que estacionou seu Corolla, às oito e meia da noite, na Rua Sócrates Diniz. “Vim comprar um baseado do amigo aqui...” respondeu o condutor. “Como assim?”, questionou o PM. “Foi o que o senhor ouviu. Vim comprar maconha...” tornou a dizer o moço. Os policiais, então, deram uma geral no Jefferson, o “fornecedor” e, de fato, ele tinha o “produto” para vender. Foi levado para o plantão. Quando lá chegaram, os agentes disseram: “Você aqui, de novo, Jefferson???”. É que ele vive sendo preso pelo tráfico de drogas.

Até polícia?
Nem policial escapa. O Uendel, do Serviço de Interesse Militar Voluntário do Estado (SIMVE), chegava em casa, no Parque Calixtópolis, por volta de meia noite e meia, quando apareceram dois elementos em uma moto. “Passa a mochila, passa a mochila”, gritou um dos assaltantes. O Uendel ainda quis desconversar, pois na mochila estavam sua arma e a farda que usa no trabalho. Não teve jeito. Os bandidos foram irredutíveis e, depois de praticarem o assalto, saíram voando baixo na escuridão. Além da arma e da farda, Uendel ficou sem R$ 400 em dinheiro e todos os documentos pessoais.

O espertinho
O Francisco estava fazendo compras em uma loja do centro de Anápolis. Mas, apresentou documentos em nome de Idalino. O vendedor olhou para ele, olhou para a foto do documento e viu que a coisa não batia. PM chamada e a casa caiu. “Seguinte, doutor... o documento, de fato não é meu. É do meu primo. Mas, como ele mexe com drogas, eu fico com os documentos dele, patatí, patatá...”. Ao que o policial respondeu: “Gente fina, esta conversa está muito comprida. Guarda a língua dentro da boca e deixa para contar este caso lá para o delegado. Eu estou com pressa e não tenho tempo para ficar ouvindo baboseiras”. Dito, e feito. O Francisco, que dizia se chamar Idalino, foi em cana.

Roubado na rua
Seis e pouco da tarde e o Rodrigo caminhava pela Avenida Pedro Ludovico, imediações do Estádio “Zeca Puglise”. Nisto, parou perto dele uma moto vermelha, com dois elementos esquisitos. E, tão esquisitos eram, que se apresentaram como agentes especializados na subtração de bens alheios. Ou seja: eram assaltantes, mesmo. Depois das devidas apresentações, a dupla perguntou ao Rodrigo se ele não se importaria de entregar-lhes o celular, os documentos e o dinheiro. O Rodrigo olhou para os dois e viu que, como argumento, eles tinham um revólver cheinho de balas. E, respondeu na bucha: “Podem levar, senhores assaltantes. Só fico sentido por não ter um celular mais moderno e mais dinheiro no bolso. Quem sabe, na próxima vez, né? Passar bem...”.

Briga no ônibus
Dez horas da noite e um ônibus seguia de Brasília com destino a Goiânia. Nele, estavam a Maria e o Joel. Ambos moram em Goiânia, mas não se conhecem. Ou melhor: não se conheciam. Em dado momento, Maria adormeceu e o Joel, que não tinha nada melhor para fazer, deu-lhe um chute na canela. Ela acordou e disse: “Vou te processar...”. Foi aí que o Joel ficou bravo mesmo. Sem dizer mais nada, deu uma saraivada de murros na cabeça e no rosto da mulher. Só parou quando foi contido pelos demais passageiros. O motorista, como manda a lei, parou o ônibus na delegacia mais próxima. E, a delegacia mais próxima, era a do plantão em Anápolis. A confusão só terminou por volta de duas e meia da manhã.

Tapas e beijos
Monalisa pediu ao companheiro Felipe para levá-la ao trabalho. O casal mora no Parque dos Pirineus. Ele respondeu: “Só levo socê pagá o petróleo. A gasolina tá cara”. Ela disse que aquilo não era justo e que, também, não tinha dinheiro, que iria perder um dia de trabalho e que a culpa seria dele. O Felipe virou uma fera e, de cara, deu um soco na cabeça da Monalisa. Ela entrou para o quarto aos prantos. O Felipe foi atrás e saiu de lá arrastando-a pelos cabelos. Ela gritava tanto que chamou a atenção dos vizinhos. A polícia foi acionada e levou o casal para a delegacia. Chegando lá, veio a surpresa. Monalisa disse que não era a primeira surra que tomara de Felipe, mas não quis representar criminalmente contra ele, nem fazer exame de corpo de delito. Um policial disse: “Não foi a primeira surra e nem será a última, dona...”.

Autor(a): Nilton Pereira

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