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Casos de Polícia - Ed.505

Causos de Polícia Comentários 06 de fevereiro de 2015

Notas Gerais


Ladrões folgados
O Wellington acabara de chegar em casa, na Vila Santa Izabel. O relógio marcava dez e meia da noite, em ponto. Já ia abrindo o portão, quando ouviu uma voz cavernosa dizendo: “Perdeu, perdeu meu chapa... Dá logo as chaves do carro; dinheiro, celular e carteira”. Eram dois bandidos, armados com revólveres, que lhe faziam a ameaça. Ele entregou tudo calado, na boa e correu para dentro de casa. Em seguida, viu quando bateram na janela: “Ô chefia... o carro não quer pegar. Vem mostrar pra gente como é que ele funciona...” disse um dos bandidos. É que o carro do Wellington tem um sistema automático e só quem sabe operá-lo, pode fazê-lo funcionar. A vítima não quis sair e, pela janela mesmo, orientou os assaltantes que, finalmente, conseguiram ligar a Pálio Dual Logic, sumindo com ela na escuridão.

Roubo coletivo
Antes das cinco da manhã e o André Luiz se dirigia ao ponto de ônibus para tomar a condução rumo ao trabalho. Ao se aproximar, viu que dois outros trabalhadores já estavam lá. Nisto, surgiu uma dupla ocupando uma moto e parou bem em frente aos passageiros. Eram assaltantes. De arma em punho, os bandidos renderam os dois que já estavam no ponto e tomaram-lhes tudo o que tinham de valor. O André Luiz fez de conta que não viu nada. Mas, não adiantou. Um dos bandidos se aproximou dele e disse: “Tá pensando que vai passar batido? Dá logo a carteira e o celular”. E, assim foi feito.

Bateu na esposa
Valdson é casado com Gerlândia. Os dois moram no Parque Iracema. E, ele tem por mania bater nela. Por qualquer coisinha, a mulher entra na taca. Esta semana ela não suportou o tamanho desaforo e quando começou a apanhar chamou a polícia. Estava na hora do almoço. Só que, ao chegar à delegacia, a Gerlândia disse que queria que fossem tomadas medidas protetivas, mas se negou a registrar a queixa contra o marido. O delegado ficou sem entender o que ela queria.

Briga em família
Depois de 21 anos morando juntos e 21 anos sofrendo maus tratos, Jôse decidiu colocar um fim ao caso com o Floriano. Eles moram em Goianápolis “Num guento mais...”, disse ela aos filhos, no que foi apoiada. Mas, o Floriano não pensa assim. Esta semana ele encheu o caco de pinga e resolveu tirar satisfações com a mulher. Chegou em casa embriagado, arrombou a porta e disse, dentre outras coisas, que iria atravessá-la com um punhal. Os filhos o cercaram para protegerem a mãe e chamaram a polícia. Na delegacia ela disse que o Floriano é violento e consome drogas. Mas, não quis representar contra ele.

Covardia pura
Gislaine vinha caminhando pela Avenida Goiás, centro da Cidade, às quatro e meia da manhã. Ia para o trabalho. No percurso, entretanto, foi interceptada por um assaltante. “Dá logo o celular, tia...”. Ele apontava-lhe um revólver. Gislaine não teve saída. Às cinco e quinze, ela registrou a ocorrência no plantão.

Amor de mãe
“Mãe, arruma um cumê pra mim. Tô cum fome”, disse o Hugo, 23 anos, que chegou em casa, no Bairro São João, às onze e tanto da noite. Sua mãe, Dona Sirlene respondeu: “Tem não... vai dormir... já tá tarde...”. Ele replicou: “Ou a sinhora faz janta pra mim ou eu quebro a sua cara”. E, já foi empurrando a mãe. Esta, apavorada, chamou a polícia e disse que seu filho é usuário de drogas e não lhe dá um minuto de sossego. Foi todo mundo para o plantão. Mas, quando lá chegaram, ela não quis representar contra o filho. Disse que amor de mãe não tem limite. E, ficou por isso mesmo...

Ficou sem o carro
Anderson chegou em casa, no Bairro Maracanã e ia entrando na garagem com seu Gol vermelho. Era pouco mais de dez da noite. Ele nem viu quando apareceram dois sujeitos desconhecidos. Um deles, muito calmo, foi dizendo: “Seguinte, meu bom senhor... Nós estamos precisando de um carro para resolver umas paradas aí, e este seu é do jeitinho que a gente está querendo. Se o senhor não se e incomodar, vamos levá-lo. E, se não concordar, vamos levar assim mesmo. Esse negócio aqui na minha mão se chama revólver. Deste cano saem balas fumegantes que se acertarem o senhor, o mandam para o paraíso celeste no mesmo instante”. Ao que Anderson respondeu: “Que é isso, gente fina!!! O carro é de vocês. Podem levar. Aliás, acabei de abastecer. Coloquei cem reais de gasolina...”. A dupla agradeceu, entrou no carro, manobrou e sumiu.

O Celta preto
A Percília estava em seu estabelecimento comercial, no Jardim Bom Clima, por volta de três e meia da tarde. Em dado instante, chegaram dois elementos e foram logo falando que eram assaltantes, que faziam e aconteciam. Ela, sem poder reagir, entregou a bolsa e o dinheiro. Os bandidos saíram e, em alguns segundos, um deles voltou e perguntou: “De quem é aquele Celta preto ali?”. A Percília respondeu: “É meu...”. O rapaz, então, disse. “Ora, que beleza. Dá a chave aqui que nós vamos levá-lo também”. E, levaram...

O perfumado
O Tiago gosta de andar cheiroso. Tanto é assim que, esta semana, ele entrou em um supermercado na Rua Quintino Bocaiúva e pegou logo dez frascos de perfume. E, já ia embora sem passar pelo caixa, quando foi interceptado pelos seguranças do estabelecimento. Autuado em flagrante por furto, Tiago teve de pagar R$ 525,00 de fiança para responder em liberdade. Na delegacia ele falou que teria sido melhor pagar pelos perfumes. “Sairia bem mais em conta. E, ainda vou ter de pagar um advogado” disse.

Autor(a): Nilton Pereira

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