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Casos de Polícia - Ed.495

Causos de Polícia Comentários 21 de novembro de 2014

Notas Gerais


O Valentão
O José estava no Terminal Urbano. Mas, ao invés de tomar seu ônibus e ir embora, preferiu ficar azarando as pessoas. Foi quando o Sargento Florisval pediu para que ele fosse embora. “Circulando meu rapaz”, disse o militar. “Num vô, ninguém manda ni mim. Fico aqui até quando eu quiser, aqui é público... E, tem mais: vocês policiais são incompetentes...” disse o desaforado José. Depois, não satisfeito, começou a xingar todo mundo que passava pelo local. Então, não teve jeito. O José foi levado para o Plantão Policial. Chegando lá, ficou uma seda.

Menor complicado
O menor de inicial I tem 17 anos. Mas é peralta que só vendo. Esta semana ele estava pilotando, perigosamente, uma moto, pelas ruas do Bairro de Lourdes. Foi quando alguém chamou pelo 190 e o Soldado Felipe, acompanhado da Soldado Gisele, resolveu dar um baculejo no citado elemento. Além de não estar usando capacete e, obviamente, não ter carteira de habilitação, por ser menor, ele teve de ir embora à pé. A moto foi levada para o Central Pátio. O relógio marcava quinze para as oito da noite.

Ladrão com moto
Foi dado o alarme de que um elemento, a bordo de uma moto vermelha, estava tocando o terror no Jundiaí, assaltando pedestres. A PM entrou em campo e fez o cerco. Na altura da Avenida São Francisco, os policiais avistaram uma motocicleta com as características fornecidas pelas vítimas. Feita a abordagem e o piloto era o Bruno. Ele, ainda, tentou correr, mas os policiais foram pra cima e o detiveram na Avenida Minas Gerais. “Mãos para o alto. Perdeu, playboy’, disseram os policiais. Bruno não teve como reagir. Foi levado ao Plantão, onde duas vítimas o reconheceram. Em seu poder, ainda estavam alguns objetos produto dos furtos e roubos, dentre os quais, curiosamente, uma blusa feminina. Preso em flagrante.

Negócio proibido
Natanael tem como meio de vida fazer negócios. Ele revende um produto que, infelizmente é proibido, por se tratar de droga. Ou seja, Natanael é distribuidor de crack. Aliás, era, pois esta semana ele foi preso. Seu campo de atuação era entre Anápolis e Inhumas. Em seu poder, a polícia encontrou nove pedras da droga, embaladas em papel alumínio, prontas para o mercado. Desta vez não deu pro Natanael...

Ônibus do barulho
Júlio César gosta de tomar uns gorós. Só que ele faz isso em pleno expediente. E, qual é a atividade do Júlio? Motorista de ônibus. Esta semana ele, que é funcionário de uma empresa de turismo sediada em Brasília, foi denunciado por estar trafegando em ziguezague pela BR 060. A polícia foi atrás e interceptou o veículo na altura do KM 80. De fato, Júlio estava bêbado. O teste do bafômetro acusou 0,52 mililitros de álcool por litro de ar. O ônibus foi retido e, o Júlio, autuado por embriaguez ao volante.

Sumiu no mato
Hélio estava dando sopa no Residencial Dom Felipe, quando viu a viatura comandada pelo Sargento Sandro. Quis correr, mas já era tarde. Feita a abordagem, alguém disse aos policiais que aquele local era uma boca de fumo. Desta forma, os agentes da lei resolveram dar uma checada. De cara, na porta, detectaram um vistoso pé de maconha. Dentro da residência os militares encontraram sete porções de cocaína; uma balança de precisão, um celular e outros objetos. Mas, enquanto os policiais estavam distraídos com a apreensão da droga, o Hélio deu no pé. Entrou em uma mata que fica nas proximidades e sumiu. Os policiais levaram o material apreendido para o plantão e disseram que, depois, iriam levar o Hélio. É questão de honra para eles.

Deu bobeira
Rafael estava todo todo em companhia de uma amiga, apreciando a paisagem. Nem notou que parou perto dele um Gol Bola, de cor branca, de onde desceram dois elementos mal encarados. E, sem perda de tempo, já foram falando o que queriam: dinheiro, celular, tudo oque havia de valor. Rafael entregou a carteira com documentos, um pouco de dinheiro e o celular. E, ainda pediu para que não fizessem nada com a moça, no que foi atendido. Os bandidos, armados, ainda reclamaram que a grana era pouca. Mesmo assim, foram embora satisfeitos. O fato aconteceu às oito e meia da noite, na Rua Elizeu Jorge Campos, Vila Góis.

Casal problemático
Ana e Henrique moram no Residencial Dom Felipe. Mas, por ora, estão passando uns dias no Jardim das Américas III Etapa, mais precisamente, no Centro de Inserção “Monsenhor Luiz Ilc”, que é mais conhecido por Cadeia Pública de Anápolis. Por que estão lá? É que policiais do 28º Batalhão, em patrulhamento pelo setor, abordaram o casal que, ainda, correu para dentro de casa. Feito o adentramento, não foi difícil, pelo cheiro, notar que no ambiente havia maconha. Muita maconha. Assim sendo, na busca, o primeiro lote foi encontrado dentro de um sofá. O segundo, dentro de um fogão. O casal se enrolou todo e os militares acharam melhor levá-lo para o plantão policial. Ana e Henrique foram autuados em flagrante.

O barbudo
Cláudio entrou em um supermercado da Vila Góis. Olhou para um lado, olhou para o outro e achou que ninguém o estava observando. Como um gato, apanhou sete estojos de barbear, no valor de R$ 4,39 cada, e já ia saindo de fininho. Os seguranças do estabelecimento estavam mais do que ligados e cercaram o Cláudio. Ele foi autuado por furto e encaminhado à Cadeia. E, sem barbear, pois teve de devolver o produto do furto. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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