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Casos de Polícia - Ed.493

Geral Comentários 06 de novembro de 2014

Notas Gerais


Fumacê na praça
O Cabo Roberto e o Soldado Dias iam passando pelas imediações da Praça do Ancião, quando notaram uma grande quantidade de fumaça. Resolveram ver o que estava acontecendo. Ao chegarem, depararam com o Pedro, o Wallison e o Cassius “queimando coisas”. Isto, antes das onze horas do dia, com o sol rachando de quente. O trio do fumacê estava com um pacote de maconha e certa quantia em dinheiro. Por isso mesmo, foi todo mundo levado para a delegacia de plantão.

Na porta de casa
Vinte para as quatro da tarde e Valdilene chegou em casa, no Polocentro. Desceu do carro para abrir o portão e notou que se aproximaram dois elementos. Ela ainda deu boa tarde à dupla. Mas, eles queriam, mesmo, era assaltar a Valdilene. Com um baita revólver na mão, um dos bandidos deu voz de assalto e, ela, coitada, não teve como reagir. Foi obrigada a entregar sua bolsa, com carteira, dinheiro, documentos e um celular. Os covardes saíram em disparada e ela chamou a polícia, sendo atendida pelos Soldados Cláudio e De Faria.

Foi embora
No Copacabana, a Raimunda pediu socorro pelo 190. Ela disse ao Soldado Neto que seu ex-marido, o Josemar, é uma fera e que não aguenta mais apanhar dele. Queria, apenas, entrar na casa e pegar seus objetos para ir embora de Anápolis. Mas, estava com medo, pois Josemar a ameaçara de morte caso ela aparecesse por lá. O Cabo, então, deu cobertura à Raimunda. Ela entrou na residência recolheu o que foi possível e disse que iria sumir. E, sumiu...

Briga feia
Outra do Polocentro: Eduardo e Pâmela têm uma relação de amor e ódio. Esta semana, os dois se engalfinharam dentro do quarto. Estavam mais bêbados do que peru em véspera de Natal. A pancadaria comeu solta e foi preciso chamar a polícia. Isto, antes das dez da noite. O Soldado Neto, mais uma vez, colocou ordem na bagunça e levou os brigões para o plantão policial.

Índia valente
Quando os soldados Ferreira e Carvalho chegaram à Vila Sul, o relógio marcava, exatamente, quatro e dois da tarde. Eles foram chamados ali para resolverem uma confusão. E, que confusão... Encontraram o Celestino, de 55 anos, todo ensanguentado, com cortes no rosto; no braço, no ombro e na cabeça. “Foi a Índia, foi a Índia...” gritava ele. Os militares, sem entender direito, perguntaram quem era a tal Índia. Ele disse que não a conhecia direito e que, esta, juntamente com seu amásio, o havia agredido. “Por quê?”, perguntou o policial. “Num sei não, dotô...” respondeu o Celestino. Aí, ficou difícil e os militares o aconselharam a registrar a ocorrência no plantão. E, foi isto que ele fez.

Valente com a avó
Dona Aurelina tem 72 anos e tenta viver sossegada em sua casa, no Filostro Machado. Mas, seu neto, o Isaías, de 26 anos, parece que tem alguma coisa no corpo e vive a atormentando. Esta semana ele disse que iria matar a avó. Estava com um canivete na mão. Ela gritou por socorro e, logo, apareceram os soldados Ferreira e Carvalho. Quando viu os policiais, Isaías mudou de conversa. Mas foi abordado e, além do canivete, estava com várias pedras de crack. Pegou uma carona na viatura até à Praça do expedicionário Brasileiro, onde funciona o Plantão Policial. Lá, a prosa mudou de rumo...

Reincidente
Bruno, que já responde por crime do Artigo 139 (Lesões Corporais) está proibido de se aproximar de sua ex-mulher, a Tahys, em um raio de 500 metros. Mas, ele parece não ligar muito para isso. Esta semana, Bruno, além de se aproximar, ainda fez um monte de ameaças à ex-amada. A polícia foi chamada e o Cabo Batista, na companhia do Soldado Porto, conduziu o valentão para a delegacia.

Coisas do amor
A Patrícia levou a maior surra do Wellington e os vizinhos chamaram a polícia. O casal morava no Copacabana, mas, está separado há dois meses. Ela disse aos sargentos Alessandro Martins e Oziel, que o ex não aceita a separação. Os militares, então, decidiram levar os dois para uma conversa mais séria com o delegado. Mas, aí, veio a surpresa: Patrícia não queria que prendessem o Wellington. “Pode soltar ele, eu vou dar mais uma chance pra ele...” disse, na maior desfaçatez. Os militares, então, deram as costas e nem se despediram dos presentes.

Briga pela manhã
O menor P.H., de 17 anos, arranjou uma confusão com o João Batista, de 24. João pegou uma pedra e P. H. pegou uma faca. A coisa começou a ficar quente, quando a polícia chegou. Isto, antes de dez da manhã, na Praça Dom Emanuel. Três soldados estavam na viatura: César, Das Chagas e Ramon. Não foi difícil prender a dupla de brigões. Ambos foram levados para o plantão policial.

Vizinhos complicados
Wendel, há dias, vivia mandado recados para o Marivaldo, seu vizinho, dizendo que iria pegá-lo. Antes que isto acontecesse, o Marivaldo chamou a polícia. Ambos moram no Bairro de Lourdes. O Cabo Plínio e o Soldado Branco foram lá para ver esta confusão mais de perto. E, diante dos fatos, ofereceram uma carona para os vizinhos encrenqueiros até à delegacia de plantão, onde um delegado os estava esperando para um amigável bate-papo.

Autor(a): Nilton Pereira

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