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Casos de Polícia - Ed.485

Causos de Polícia Comentários 11 de setembro de 2014

Notas Gerais


Extorsão estranha
Amanda disse que recebeu um telefonema misterioso e que, do outro lado da linha, um homem a ameaçava de morte e exigia que ela depositasse três mil reais em uma conta. Deu, até, o número e o nome do titular: Rafael. Ela, com medo, depositou. Depois, o mesmo homem teria exigido que ela pagasse cinco boletos bancários e, repassou-lhe os números dos códigos de barra. Ela disse que pagou cinco boletos, em um total de R$ 17.942,00. Foi esta a história que Amanda contou ao Sargento Castro e ao Soldado Bolba, às três e meia da tarde. Que história mais esquisita...

Briga de casal
Maurismar tem ordem da Justiça para não se aproximar da ex-esposa Carolina. Mas, como é teimoso, esta semana ele não só se aproximou, como lhe fez seguidas ameaças. Ela, com medo, chamou a polícia. Os soldados Sampaio e Blatian saíram em seu socorro e levaram o Maurismar para a delegacia.

Programa furado
Madrugada, quase amanhecendo, e o Cabo Batista, em companhia do Soldado Porto, patrulhava as ruas do Polocentro. De repente, os dois depararam com um GM Cruizer e resolveram dar uma checada. O condutor, quando ouviu a sirene, acelerou e tentou escapar. Os policiais, com o apoio de outras viaturas, foram em cima. O sujeito fez mil manobras tentando fugir e, quando viu que não dava, abandonou o carro e embrenhou-se no mato. Os policiais consultaram o sistema e viram que o veículo tinha registro de furto. Mas, a maior surpresa foi que, dentro do veículo, estava a Lícia. Os militares, então, quiseram saber mais detalhes. Ela, simplesmente, respondeu: “Não sei quem é esse cara não. Ele me chamou para fazer um programa, disse que ia pagar bem e eu fui. Acabei dançando”, disse resignada. Lícia foi levada para dar maiores explicações no plantão policial.

Adeus, celulares
“Gatinhas lindas, estou precisando de um favor de vocês...”. “Pois não, gentil senhor. Em que podemos ajudá-lo?”. Foi este o início da conversa entre as jovens Ana Carolina e Maísa, com um sujeito estranho, nas proximidades do Andracel Center. E, o papo seguiu. “Então, eu estou doidinho por um celular e não tenho dinheiro para adquirir um. Assim sendo, gostaria de contar com a gentileza de vocês em me dar não um, mas, dois, esses que vocês estão conduzindo”, justificou o elemento. “Não vai ter jeito não. Esse celular é de última geração. Custa quase dois mil reais. E, depois, eu nem conheço o senhor para tanta intimidade”, disse Ana Carolina. “Então, amiguinha, vai ser do jeito que eu gosto, vai ser na marra”, disse o elemento, apontando uma faca para as duas moças. Nove e meia da noite, sem ninguém por perto, elas decidiram, de comum acordo, entregar os aparelhos para que a coisa não ficasse pior ainda. O bandidão pegou os dois celulares e sumiu no mundo. Esta história foi contada pelas vítimas ao Cabo Batista e ao Soldado Porto.

Quebradeira
“Hoje eu vou quebrar tudo. E quem atravessar na minha frente vai levar pancada ...!” gritava o Josué na Vila Esperança. Apavorados, Nucélia, Fátimo e Jonatha ligaram para a polícia. Foi quando apareceu o Soldado voluntário Marcos para dar jeito na confusão. Josué continuava furioso e foi preciso muita psicologia para acalmá-lo. Depois, foi levado ao plantão policial. O relógio marcava onze e meia do dia, em ponto.

Mal resolvido
Para Gislene “quem bebe a garapa tem de secar o bagaço”. E, foi com esta filosofia que ela procurou o Thiago, que disse não ter mais interesse em ser seu amado. “Não é bem assim não”, disse ela e foi logo dando-lhe umas pancadas com um capacete. O pior foi que Thiago estava em seu serviço, no Jardim América, e ficou com medo de ser demitido. Chamou a polícia e lá estiveram o Sargento Bueno e o Soldado Mariano. E, mesmo com a presença dos policiais, a Gislene não se intimidou. Partiu para cima do Thiago e continuou a sessão de pancadas. Os policiais tiveram de conversar muito com ela para acalmá-la. Em seguida, foi todo mundo para a sala do delegado.

Fuga na noite
Nove e meia da noite e o Cabo Érik, na companhia do Soldado Pereira, fazia a ronda no Bairro São João. De repente, viram um elemento suspeito em uma moto. Era tão suspeito que saiu correndo. Os policiais, no cumprimento do dever, foram atrás. Era o Higor, que se escondeu em uma casa próxima. Os militares o seguiram. Dentro da casa estavam mais dois elementos que, quando ouviram o barulho, pularam o muro e sumiram na escuridão. Higor disse que estava “limpo” (não tem passagem pela polícia), mas os policiais fizeram uma inspeção em uma caminhonete Fiorino que estava no local e em seu interior encontraram uma prensa; vários rótulos, engradados e tampinhas de cerveja de marcas famosas. Deduziram que a casa era um local de falsificação da bebida. Resultado: Higor foi levado para a delegacia onde iria dar explicações ao delegado de plantão.

Outro caminhão
Erismário estacionou seu caminhão Mercedes, de cor vermelha, no pátio de um posto na entrada de Anápolis. Vinha cansado da viagem e estava disposto a tomar um banho, jantar, dar uma descansada e seguir viagem. Foi ao banheiro e não demorou mais que dez minutos. Mas, tempo suficiente para ficar sem seu caminhão. Ladrões agiram rápido e levaram o veículo. Sete e pouco da noite. Aliás, o que estão roubando de caminhão nos pátios dos postos próximos a Anápolis é uma grandeza.

Autor(a): Nilton Pereira

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