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Casos de Polícia - Ed.481

Causos de Polícia Comentários 14 de agosto de 2014


Turma da pesada
Kleverson; Marcos; Jallyson, Mônica e Moisés têm muito em comum. Gostam de viver no limite da adrenalina. Furtam; roubam, consomem e vendem drogas, além de outros delitos. Esta semana, duas e meia da tarde, eles caíram e ainda levaram os sargentos André e Guerra, mais o soldado Jair, com o apoio do Sargento Márcio e do Soldado Parreira ao encontro de Moisés, em um lavajato no centro da Cidade. Lá os policiais localizaram vários objetos e eletrodomésticos roubados. Com a psicologia dos policiais, foi fácil desvendar uma série de crimes. Os integrantes da patota confessaram haver roubado, até, um cachorro de raça e vendido a um tal Fabinho. Muitas vítimas dos roubos compareceram ao plantão e reconheceram seus objetos.

Assalto ousado
Oito e quarenta da noite e Lucimar estava em seu comércio no Bairro Itamaraty. Foi quando chegaram dois elementos armados e com jeito de poucos amigos. “Seguinte, chefia... a gente só quer o dinheiro. Não dá escândalo, não grita, se não, mandamos bala”, disse um deles. Não tendo nada a fazer para se livrar dos assaltantes a vítima entregou R$ 250, a féria daquela tarde. Os assaltantes ainda deram uma última investida: “Passa esses chocolates pra cá”, exigindo a entrega de alguns tabletes da guloseima. Depois, foram embora. Testemunhas disseram ao Cabo Orley e ao Soldado Morais que os assaltantes estavam em um Fiat Pálio de cor escura.

Sem perfume, na cadeia
Luiz estava a fim de ficar cheiroso, mas não tinha a grana para comprar perfumes e desodorantes. Então, resolveu furtá-los em um supermercado do Bairro Boa Vista. Só não sabia que estava sendo filmado pelas câmeras de videomonitoramento daquele local. Quando ia saindo de fininho, sem pagar, foi interceptado pelos seguranças. “Cidadão... o senhor se esqueceu de passar no caixa”, disse um dos seguranças. “Uai, mas eu não comprei nada...” justificou Luiz. “Então, o que é isso debaixo de sua camisa?”, indagou o funcionário da loja. Foi quando ‘a casa caiu’. Luiz foi levado, meio a contragosto, para o Plantão Policial pelos soldados Rangel e Moura.

Caiu. De novo
A ficha criminal de Wallas mais parece um livro, de tantas páginas que tem. Ele infringiu um monte de artigos do Código Penal, principalmente crimes contra o patrimônio. Esta semana Wallas caiu mais uma vez. O relógio marcava duas e quinze da manhã, quando o Cabo Orley e o Soldado Morais patrulhavam as ruas do Bairro Maracanã e depararam com João Wilson. Este, apavorado, disse que acordou com o alarme do carro disparado e notou que o veículo havia sido arrombado e, dele, levados alguns objetos. Os policiais não perderam tempo e, depois de uma ronda pelas ruas próximas, encontraram, sabem quem? O tal Wallas, com o produto do furto nas mãos. Ele foi reconduzido para o Plantão. De novo.

Maldade pura
Adriana acabara de fazer suas orações e ia deixando a igreja em companhia de seu esposo, o Wanderson. Isto às nove e meia da noite, no Conjunto Filostro Machado. Mas, nem deu tempo de ligar o motor, pois, do nada, apareceu um elemento de arma em punho e foi dizendo que precisava ir ao centro da Cidade e que não poderia esperar pelo ônibus. Sugeriu que o casal lhe entregasse as chaves do carro. Como estava com um revólver na mão, não foi difícil convencer Adriana e Wanderson. O bandidão sumiu no escuro da noite e o casal chamou a polícia, sendo atendido pelos soldados F. Lima e Costa.

Adeus, celular
Ivan vinha todo todo caminhando pelas ruas do Parque Brasília. Assoviava uma música de Luan Santana. E, despercebido, nem viu dois elementos se aproximarem dele. “Tem um celular aí, moço?” perguntou o mais jovem. “Tenho, mas é para meu uso”, disse Ivan. “Era. Agora ele é meu” respondeu o sujeito. “Não vou entregar” retrucou Ivan. “Então vai morrer!”, disse o outro bandido, já com um ‘trezoitão’ na mão direita. Diante da circunstância, Ivan entregou seu falante e ligou para o 190. Foi quando apareceram, de novo, os sodados F. Lima e Costa.

Visita inesperada
Oito e quinze da noite e Antônio, já cansado, resolveu fechar o comércio que tem na Vila Formosa. Mas não deu tempo de nada. É que parou, bem na porta, um carro Gol de cor azul, do qual desceram três sujeitos mal encarados. Eram assaltantes. Sem muitas delongas, o trio falou o que fora fazer e pegou os R$ 80 que estavam no caixa, mais um telefone celular. Do mesmo jeito que apareceram, os bandidos, misteriosamente, sumiram. O Sargento Rosonei e o Cabo Everton deram assistência ao comerciante assaltado.

Moto da discórdia
Tempos atrás Glaicon vendeu uma moto para o Antônio. Só que, o comprador não transferiu o documento para seu nome e deu para cometer infrações de trânsito. Oito multas foram endereçadas à casa de Glaicon que resolveu procurar o adquirente da moto para que este assumisse a dívida. Além de não assumir, Antônio pegou uma faca que mais parecia uma espada e disse que queria abrir a barriga do Glaicon para ver o que tinha lá dentro. Glaicon, esperto como é, caiu fora antes que o pior acontecesse. Foi direto chamar a Polícia, sendo socorrido pelo Sargento Morais e pelo Soldado Medeiros. Estes, o orientaram a registrar a ocorrência na delegacia de plantão.

Autor(a): Nilton Pereira

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