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Casos de Polícia - Ed.478

Causos de Polícia Comentários 18 de julho de 2014

Notas Gerais


Até escola
Antes das oito da manhã, Luiz Felipe, que trabalha em um colégio na Avenida Contorno, foi atender a dois homens no portão. Pensou que eram clientes da escola. Mas, não eram. Os elementos, trajando camisetas e calças jeans, usando bonés, apontaram-lhe um revólver e mandaram que ele abrisse o portão e que não esboçasse qualquer reação. Luiz, desarmado, sozinho, obedeceu. Os bandidos, então, na maior calma, entraram no prédio e roubaram um telefone celular, um note book e R$ 40 em dinheiro vivo. O fato foi relatado aos soldados Hugo e Santos.

Caiu em Anápolis
O Cabo Sandro desconfiou do ocupante de um Fox de cor cinza, placa de Goiânia, que circulava pela Avenida Contorno, centro de Anápolis. Mandou que ele parasse. O condutor parou e procurou demonstrar tranquilidade. “E, aê, gente boa, o que está pegando?”, perguntou o motorista, de nome Fábio. “Nada não, parceiro. A gente só está fazendo o nosso serviço. Gostaria que o senhor mostrasse seus documentos e os documentos do carro”, respondeu o militar. “Na hora, amizade...”, retrucou Fábio. Mas, checa daqui, checa dali, o sistema mostrou que ele, Fábio, era foragido da justiça de Coromandel, Minas Gerais, desde 2010. Sendo assim, foi conduzido ao Plantão para as providências de praxe.

De corrente, não!
Sete e meia da noite, Gilvana ia pela Rua Floriano Peixoto, quando um cara surgiu em sua frente. O elemento era mais esquisito do que o Jason, do filme ‘Sexta Feira 13’. Para piorar a situação, o sujeito estava com um pedaço de corrente na mão e disse que iria dar umas lambadas na Gilvana se ela não entregasse o telefone celular. Fazer o quê? Foi o jeito entregar. Depois, ligou para o 190 e foi socorrida pelo Sargento da Silva.

Adeus caminhão
Depois de rodar por muitos quilômetros, José Pereira chegou a um posto de combustíveis na BR 153, entrada de Anápolis. Resolveu tomar um banho, jantar e seguir viagem. Encostou o Ford Cargo e foi ao banheiro. Quando voltou, não viu mais o veículo. Isto, às duas da manhã em ponto. Ele, desesperado, telefonou para a polícia e foi socorrido pelo Sargento Martins. O militar ainda deu umas voltas nos arredores, mas nada de achar o caminhão. Aliás, esse tipo de furto está mais comum do que nunca na região Anápolis.

Covardia
Miguel, que já tem 82 anos, abriu a porta de sua casa, no Residencial Ander, para atender a dois homens: um alto e magro e, o outro, baixo e gordo. Os visitantes começaram uma conversa sem pé nem cabeça, querendo saber se o pessoal da dengue havia passado por lá, se o Miguel tomava remédio controlado, etc. Enquanto um distraía o ancião, o outro dava uma geral na casa. Foram embora levando R$ 3,5 mil em dinheiro, cartão de crédito e outros objetos de valor. Quando Maria Aparecida, filha de Miguel, chegou, ainda deu tempo de ver a dupla de bandidos saindo em um FIAT Uno de cor branca. Não eram nem quatro da tarde. Foi este o relato que pai e filha fizeram ao Cabo Castro e ao Soldado Marinho Souza.

Cobrança maldita
Aline, que mora no Conjunto Filostro Machado, disse ao Cabo Romes que vários elementos chegaram à porta de sua residência e começaram a esmurrar o portão. Segundo ela, a turma queria que sua mãe pagasse por algumas pedras de crack que foram vendidas a seu irmão. Como não havia dinheiro, os marginais arrombaram a casa e espancaram o Moisés, causando-lhe vários ferimentos e, ainda, quebraram telhas da casa. Foi preciso chamar o SAMU para atender ao Moisés. O relógio marcava duas horas da madrugada.

Bobeou, dançou
Uma e pouco da tarde. Ivone sacou R$ 1.100,00 de um banco no centro da Cidade e ia calmamente pela Rua Barão do Rio Branco. Nisto, viu que uma mulher deixou cair um pacote de dinheiro. Solícita, ela apanhou o volume e correu atrás da “descuidada” para entregar a grana. A mulher, toda agradecida, disse que nunca vira uma pessoa tão honesta assim e que iria dar uma gorjeta para Ivone. Nisso, chegou mais um casal. Um senhor de meia idade e outra mulher morena de cabelos vermelhos, que entraram na conversa. Mas, para buscar a gratificação Ivone teria de deixar sua bolsa, com o dinheiro que sacara do banco, mais um celular, cartões de crédito e outras miudezas com a dupla. Ela, inocente, deixou. Foi a última vez que viu a bolsa, o dinheiro e o trio de golpistas. É o velho, e manjado, golpe do “achadinho” em que muita gente ainda acaba caindo.

Encarou o PM
Dez e pouco da noite, na Avenida Arco Verde. O Sargento Jeremias parou a viatura ao avistar o Thiago. Foi feita a abordagem normal, mas Thiago não gostou. E, sem pensar duas vezes, deu um tapa no peito do militar. Este, com a maior paciência do mundo conversou com o Thiago, dizendo eu ele não deveria ser tão agressivo assim e que teria de levá-lo para bater um papo com o pessoal do plantão policial. Thiago disse que não iria. Acabou indo...

Crise de ciúmes?
Jonatas parou seu caminhão em frente à casa da ex-esposa, no Conjunto Filostro Machado. Disse que queria ver os filhos. Mas, o atual namorado da mulher apareceu com um facão e, enciumado, começou a golpear o veículo, provocando uma série de estragos na lataria, nas lanternas e na pintura. Jonatas chamou a polícia, mas quando o Cabo Claudivino e o Soldado Pereira chegaram, o autor já havia desaparecido. Coisa mais estranha...

Autor(a): Da Redação

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