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Casos de Polícia - Ed.477

Causos de Polícia Comentários 10 de julho de 2014

Notas Gerais


Parada fatal
Os sargentos André e Inácio, mais o Soldado Andrygo patrulhavam as ruas do Setor Cidade Universitária, quando depararam com João Carlos e Augusto César, a bordo de um reluzente Gol branco. Deram sinal para eles pararem e, eles pararam. “Documentos dos dois e do carro”, disseram os policiais. Estavam limpos. Ou seja, não tinham passagem pela polícia. Mas, na revista no carro, os policiais encontraram duas porções de maconha e um celular com bloqueio de uso. Eles não souberam explicar a origem do aparelho. Sendo assim, foram conduzidos ao plantão.

O bafômetro
“Sopra aqui...” disse o Cabo Sandro para Wanderson, que, totalmente embriagado, estava dirigindo um Volkswagen Golf pelas ruas do Jardim Alexandrina, pedindo que ele fizesse o teste de alcoolemia no Posto da Polícia Rodoviária Federal. “Num sopro, num sou obrigado...” respondeu o condutor. E não soprou. Então, o policial o levou ao IML para o exame clínico que, de fato, comprovou que Wanderson estava todo grogue. E, mais: O carro estava com a documentação atrasada e, por isso, foi recolhido ao Central Pátio. Wanderson foi autuado no Plantão Policial.

Sem a moto
A fim de viver emoções diferentes, Márcio deixou sua moto nas proximidades do Brasil Park Shopping e foi dar uma espiada nas novidades. Dez e pouco da noite retornou e sentiu um calafrio. A moto desaparecera de onde fora deixada. Ele chamou a polícia e foi atendido pelos soldados Borba e Clodoaldo. Lá, os policiais ficaram sabendo que o local é ponto de moradores de rua e que, possivelmente, tenha sido um menor de idade o autor do furto.

Deu bobeira
David estava no local conhecido como “Casa das Primas”, que fica no Bairro Calixtolândia, na maior tranquilidade. Deixara a moto Titan na porta e se divertia com as garotas do local. Isto, até chegar a RP conduzida pelo Sargento Santos e pelo Soldado Ribeiro. Estes, notaram que a placa da moto estava sem o lacre. Resolveram, então, dar uma checada e pediram os documentos do veículo. David não tinha. Pediram sua CNH. Ele não tinha. Então o jeito foi levá-lo para o plantão e autuá-lo pelos delitos. Antes, mandaram que ele pagasse a conta. Ele pagou.

Briga de família
Tempo quente no Jardim Eldorado. Jaina, com várias passagens pela polícia, disse ao Soldado Jefferson que o Júnio Márcio se desentendera com Erik e o chamou de sujeito à toa. Isto porque Erik estaria gastando os créditos telefônicos da mãe. Os dois entraram em luta corporal e Júnio disse que um amigo estaria trazendo-lhe um revólver para acertar as contas com Erik. Este, para se defender, apossou-se de uma faca. A tragédia só não aconteceu porque os militares chegaram bem na hora. E, levaram todo mundo para o plantão.

Covardia
Cícero, depois de viajar por muitos quilômetros, parou seu caminhão Mercedes 1313 em um posto na entrada de Anápolis. Foi tomar banho, depois iria jantar, dormir um pouco e seguir viagem. Mas, o destino não quis. Quando ele saiu do banheiro só viu o espaço em que deixara o caminhão. Apavorado, ligou para o 190 e foi socorrido pelo Cabo Osvair e pelo Soldado Moadir. Estes, ainda fizeram um intenso patrulhamento, mas nada de encontrarem o Mercedes de Cícero.

Volta pra “casa”
Valdivino estava dando sopa no Jardim das Américas, pouco mais de dez da noite. Nisto chegou a viatura com o Sargento Galvão e o Soldado Bruno. “Boa noite, cavalheiro, o senhor está com seus documentos aí?”, perguntaram os policiais. Valdivino começou a gaguejar e a dar desculpas. Foi quando os policiais puxaram sua ficha e viram que ele era foragido do sistema prisional. Voltou para a cadeia.

Furou o genro
Gilmar é genro de Francisco. Esta semana os dois se desentenderam e o sogro passou a faca no genro. Hospital de Urgências. O Cabo Sidney e o Soldado Dias entraram em ação e localizaram Francisco que não negou o delito. Foi preso. Motivo: desentendimentos familiares, confirmados pela esposa de Gilmar, e filha de Francisco, a Simone. O relógio marcava dez da noite.

Peitou a PM I
Benedito estava mais pra lá, do que pra cá, todo bêbado, dirigindo uma Parati. Deu de cara com a viatura conduzida pelo Soldado Everton. “Documento do senhor e do carro”, disse o policial. “Não tenho, não mostro e não lhe devo satisfação”, teria dito o motorista. “Então vou levar o senhor para a delegacia”, disse o PM. Bendito ficou uma fera e partiu para cima do soldado. Perdeu...

Peitou a PM II
Outra que encarou a PM foi a Mara Rubia. Aconteceu no Arco Verde, num disk cerveja. Ela estava trocando sopapos com o Gabriel, quando o Cabo Hercílio chegou. Mara Rubia foi logo dizendo: "Não se meta, não te chamamos aqui, é assunto nosso, vai prender ladrão” e outras coisas. O Soldado disse que não era bem assim, coisa e tal. Então, a Mara Rubia começou a chutar a viatura. Foi seu grande erro. Muito calmamente, o policial a aconselhou a não fazer aquilo, que se contivesse, essas coisas. Ato seguinte abriu a porta traseira da viatura e, educadamente, convidou-a para dar uma chegada ao Plantão. Ela foi. Mas a detenção tinha outra causa: com os brigões, foram encontrados uma porção de maconha e um simulacro (imitação) de arma de fogo.

Autor(a): Nilton Pereira

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