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Casos de Polícia - Ed. 513

Causos de Polícia Comentários 01 de abril de 2015

Notas Gerais


Visita indesejável
O Juarez tem um quiosque na área do Parque JK. Esta semana, ele estava chegando ao estabelecimento, quando notou um barulho diferente. “Tem alguém aí dentro?” perguntou ele. Foi quando um elemento tentou sair pelo teto. O Juarez o cercou e pediu a algumas pessoas para ajudá-lo. Chamaram a polícia e o “visitante” acabou se rendendo. Era o Sérgio, que, já havia separado uma caixa de churrasquinhos, várias latas de cerveja e alguns ovos de Páscoa. Iria levar e fazer uma festa. Sérgio acabou indo para a delegacia. Sem festa.

Sem medo da sargento
Duas e tanto da manhã e a festa rolava solta na Rua Ipameri, Vila Jaiara. O som era ouvido a quilômetros de distância. A vizinha, Luciana, foi lá e pediu para que abaixassem a música. O dono da casa, prontamente, atendeu. Mas, surgiu a Maria José e disse que aquilo era uma festa de família e que a Luciana não tinha nada a ver com o caso. “Ela é sargento da PM”, advertiu um dos participantes da festa. “E, daí? Eu tenho lá medo de policia? Se ela quiser, a gente resolve no braço”, disse a desaforada Maria José. A policial, então, chamou a viatura do bairro e logo os soldados chegaram. A Maria José não se intimidou. Rebuscou na memória todos os palavrões conhecidos e desconhecidos e os proferiu contra a policial. Mesmo assim, foi em cana. Mas, disse que isso não iria ficar assim. Credo!!!

Encarou a PM
Já estava quase amanhecendo, quando policiais militares foram chamados para atenderem a uma ocorrência de perturbação do sossego público, na Rua James Fanstone, Cidade Jardim. Nisso, apareceu o Hébano, de 21 anos, que começou a provocar os policiais. “Vocês não são de nada. Por que não vão prender ladrão? Venham pra cima de mim se vocês forem homens...”, além de outros desaforos. E, quando os militares caminharam em sua direção, o Hébano correu para dentro de casa. Mas, foi seguido, algemado, preso e conduzido ao plantão. Lá, acabou a valentia do jovem.

Na praça
Pouco antes das oito da noite, os menores de iniciais P e M, de 15 e 14 anos, respectivamente, trocavam umas ideias na Praça Santana. Falavam de garotas, de shopping e outras coisas, quando surgiu um elemento mal encarado. “Boa noite, meninos. Vou ser bem objetivo... Eu sou assaltante e preciso dos celulares de vocês. Ou vocês entregam na boa, ou mato os dois”, disse sem meias palavras. Os garotos, coitados, trêmulos e indefesos, entregaram os aparelhos. Depois que o ladrão saiu eles foram buscar socorro.

Encontro fatal
A Susie (nome fictício) é engenheira de uma grande empresa do DAIA. Ela tem 22 anos e como todo jovem, gosta de navegar pela internet e de fazer amigos nas redes sociais. E, foi, justamente, em um desses bate-papos que ela conheceu um elemento que dizia se chamar Rodrigo. Papo daqui, papo dali e os dois acabaram marcando um encontro para uma melhor aproximação em um bar no Jundiaí, onde tomaram pinga e cerveja. No encontro, Rodrigo foi todo gentilezas. Elogiou a beleza da doutora e disse que, também, era engenheiro e que trabalhava na Prefeitura. Tudo caminhava para o início de um romance. Em dado momento, a ‘doutora Susie’ pediu licença para ‘retocar a maquiagem’ e foi ao toalete. Deixou sua bolsa, seu celular e objetos pessoais, inclusive documentos. Na volta, cadê o tal Rodrigo? Ele havia sumido, levando os pertences da engenheira. Nunca mais deu notícia e desapareceu da internet.

Adeus, celular
Lara estava na porta de sua casa, na Avenida Presidente Vargas, apreciando o luar e pensando no que iria fazer na manhã seguinte. Ouviu o barulho de uma moto encostando e até cumprimentou os dois ocupantes: “Boa noite...”. Ao que o sujeito da garupa respondeu: “Boa noite uma joça! Dá logo esse celular aí e não grita. Se não, eu te dou um tiro na cara!”. Ela, quase morta de medo, nem respirou. Entregou o aparelho ao bandido e entrou para casa chorando. Só ouviu o barulho da moto ficando cada vez mais distante.

Assaltadas
Luana chegava em casa, na companhia de uma amiga, no Calixtópolis, por volta de oito e meia da noite. Vinha de uma estafante jornada de trabalho. Nisto, se aproximaram dois bandidos em uma moto e deram voz de assalto, apontando-lhes uma arma. “Dá a bolsa e o celular, rápido”, gritou um dos bandidos. A Luana jogou a bolsa no chão e correu para dentro de casa. O ladrão continuou gritando que queria o celular também, mas acabou desistindo, pois, seus gritos chamaram a atenção dos vizinhos. Os malas foram embora levando a bolsa. Dentro da bolsa da Luana estavam seus documentos e 300 reais em grana viva.

Bate na mãe
O Cícero tem 36 anos, mas, parece aqueles adolescentes rebeldes. E, tem como vítima preferida, sua mãe, a Dona Amélia, com 75 anos. Esta semana ela deu por falta de alguns mantimentos e perguntou ao Cícero se fora ele quem pegara, pois o filho, segundo sua mãe, é alcoólatra e tem a mania de trocar coisas da casa por bebidas. Ele não gostou nem um pouco e partiu para cima da Dona Amélia, xingando-a e torcendo seu braço. A polícia foi chamada e o Cícero conduzido ao plantão. Chegando lá, ele se transformou em um meigo cordeirinho e disse que era contra a violência, que era da paz e do amor. Sua mãe, entretanto, disse o contrário.

Autor(a): Nilton Pereira

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