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Casos de Polícia - Ed. 512

Causos de Polícia Comentários 27 de maro de 2015

Notas Gerais


Casos de família
Flávia e Jackson viveram juntos por três anos. E, nesse tempo, tiveram dois filhos. Um dia, por coisas do destino, o amor acabou e, cada um seguiu para o seu lado. O Jackson ficou de pagar a pensão aos filhos, pois as crianças não têm culpa da separação. Só que o Jackson não estava pagando e a Flávia foi falar com ele. Pra quê!!! O Jackson virou uma fera e partiu pra cima da ex-amada. Deu-lhe uns sopapos. Ela, em desvantagem, correu. E correu, justamente, para pegar o telefone e ligar para a polícia. Os representantes da lei encontram o Jackson e o convidaram a dar uma chegadinha ao plantão. Ele foi...

Ele voltou...
Em 2008 o Thiago foi condenado a oito anos de prisão por crime de roubo à mão armada. Mas, antes de ser publicada a sentença, ele deu no pé. Recentemente, voltou para Anápolis, convicto de que todo mundo já havia se esquecido dele. Todo mundo, menos a polícia. Esta semana, ele deu sopa e acabou sendo reconhecido por alguns agentes da Polícia Civil. Na abordagem o Thiago correu, mas, correu pouco. Os policiais correram mais, o alcançaram e levaram para um bate-papo com o delegado. De lá, foi para a cadeia pública.

Quarteto perigoso
Isaias, 47 anos; Isanlides, 26 anos; Valnei, 27 anos e João Batista, 30 anos. O que estas quatro pessoas têm em comum? Elas fazem parte de uma equipe de trabalho especializada em subtrair objetos que se acham no interior de estabelecimentos comerciais. No português claro, são arrombadores e assaltantes. O grupo tinha atividades diversificadas e atuava em várias regiões do Estado. De uns tempos para cá, eles vinham priorizando farmácias e drogarias. Agiram em Jaraguá, São Francisco e Petrolina. Agiram, pois foram presos pela Polícia Civil de Anápolis e das outras cidades onde praticaram os roubos.

Caiu o “Frangão”
Paulo Jackson, mais conhecido por "Frangão", morava na cidade de Luiz Eduardo Magalhães, na Bahia. Lá, ele matou um empresário e foi preso. Mas, no primeiro descuido, deu no pé e veio para Anápolis. Foi seu erro. Ele foi localizado e preso no pátio de um posto de combustíveis. A princípio, disse que não era ele, coisa e tal. Mas, na checagem foi confirmado ser o “Frangão”. Foi recolhido ao presídio de Anápolis, ficando à disposição do Judiciário.

Visita azarada
João Décio foi visitar seu tio no Bairro São Carlos, isto por volta de oito e meia da noite. Os dois batiam o maior papo, quando apareceu, não se sabe de onde, uma dupla mal encarada. Além de mal encarada, a dupla portava armas de fogo e rendeu tio e sobrinho. Levaram 850 reais dos dois, mais aparelhos celulares, além de entrarem na residência e subtraírem uma TV de 39 polegadas. Para facilitar a fuga levaram, também, o carro do João, um Space Fox.

Sem porte
Onze da manhã e os policiais rodoviários federais faziam um procedimento de rotina na BR 060. Foi quando surgiu um Golf, dirigido pelo Jefferson. Os patrulheiros sinalizaram para ele parar e o Jefferson esboçou uma fuga. Cercado, não quis arriscar. Na busca feita no veículo, foi encontrada uma pistola Magnum, de uso restrito. O Jefferson não tinha registro da arma, nem porte legal para conduzi-la. Assim sendo, foi levado ao plantão para prestar esclarecimentos.

Na panificadora
Havia escurecido há pouco tempo e o Paulo Henrique, dono de uma panificadora, conversava com a balconista Natália. Falavam sobre as dificuldades; o custo de vida, a chuva que caía e outras coisas. De repente, chegaram dois elementos em cima de uma moto. E foram logo falando o que queriam: dinheiro, celular, joias, tudo. O Paulo Henrique, pego de surpresa, não teve como reagir e entregou R$ 150 em dinheiro. Um dos ladrões que já ia saindo, perguntou: “De quem é este Corolla aqui na porta?”, O Paulo respondeu: “É meu”. O bandido retrucou: “Era, meu chapa. Perdeu... Vou levar”. E, levou...

Cabra valente
A Márcia mora com o Ilton, no Itamaraty. O Ilton é briguento que só ele. E, gosta de descontar sua raiva na Márcia. Esta, cansada de sofrer, resolveu dar um fim a tudo e correu para chamar a PM. Quando a viatura chegou, o Ilton estava deitado na garagem da residência e, ao avistar os policiais, começou a declamar todos os palavrões que aprendeu desde menino, sem se esquecer de nenhum. Ainda mandou os policiais para lugares impublicáveis. Estes, sem alternativa, de forma cortês e delicada, convenceram o Ilton a embarcar na viatura. Ele não queria ir, mas foi...

Na porta de casa
O aposentado Kemel Tomé estava na porta de sua casa, na Rua 15 de Dezembro, oito da noite. Nisto, apareceram dois elementos. Um deles portando um canivete. “Boa noite, tio...”, disse o bandido. “Boa noite, jovens, tudo bem?” respondeu o Kemel. “Tudo bem nada, a gente está sem dinheiro e quer fazer um vale com o senhor”, disse o outro assaltante. “Rapaz, eu sou aposentado, não tenho dinheiro, não recebi ainda...” argumentou o Kemel. “Então vamos entrar e ver se conseguimos alguma coisa lá dentro”, disse o marginal. O Kemel foi obrigado a entrar em sua residência e entregar dois talões de cheques para a dupla que foi embora na maior carreira.
Colaborou Richardson de Bastos

Autor(a): Nilton Pereira

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